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World Social Forum - Porto Alegre , January 28, 2003



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IPS gratefully acknowledges the financial support received for this publication from: Novib Oxfam Netherlands and the Charles Stewart Mott Foundation.

The Commonwealth Foundation generously funded the participation of the following journalists:

Debra Anthony
Zarina Geloo
Marwaan Macan-Markar
Sanjay Suri
Kalinga Seneviratne


 

 


 

Greenpeace declara guerra ao nuclear

Por Adalberto Marcondes

A organização ambientalista Greenpeace lançou ontem em Porto Alegre uma campanha contra a construção das usinas nucleares de Angra 3 no Brasil e de Atucha 2 na Argentina. Estas usinas fazem parte de acordos assinados pelos regimes militares dos dois países com a Alemanha nos anos 70 e que continuam em vigor. “A Alemanha já renunciou à energia nuclear e não há

porque os acordos serem cumpridos”, disse Frank Guggewhein, diretor executivo da entidade no Brasil. Ele também defendeu a proibição do transporte de Produtos radiativos e potencialmente perigosos pelo Atlântico Sul e pelos mares do Chile, impedindo que França, Inglaterra e Japão continuem a transportar estes produtos pela região.

Guggewhein reafirmou a oposição do Greenpeace a uma guerra contra o Iraque. Segundo ele, esta guerra deverá custar US$ 200 bilhões, dinheiro que poderia ser melhor utilizado em programas de desarmamento e de limpeza ambiental. ¨A última guerra contar o Iraque custou a morte de 200 mil iraquianos. A próxima pode matar 250 mil se forem utilizadas apenas armas convencionais, se os EUA usarem seus arsenais de destruição de massa, poderão morrer mais de quatro milhões de pessoas¨, disse.


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