{"id":16822,"date":"2013-11-04T13:53:34","date_gmt":"2013-11-04T13:53:34","guid":{"rendered":"http:\/\/envolverde.com.br\/?p=101993"},"modified":"2013-11-04T13:53:34","modified_gmt":"2013-11-04T13:53:34","slug":"terramerica-esse-passaro-ja-nao-existe","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.ipsnews.net\/portuguese\/2013\/11\/ultimas-noticias\/terramerica-esse-passaro-ja-nao-existe\/","title":{"rendered":"TERRAM\u00c9RICA \u2013 Esse p\u00e1ssaro j\u00e1 n\u00e3o existe"},"content":{"rendered":"<div id=\"attachment_101994\" style=\"width: 310px\" class=\"wp-caption alignleft\"><a href=\"http:\/\/envolverde.com.br\/wp-content\/uploads\/2013\/11\/CubaPescadores.jpg\"><img class=\"size-medium wp-image-101994\" alt=\"CubaPescadores 300x205 TERRAM\u00c9RICA   Esse p\u00e1ssaro j\u00e1 n\u00e3o existe\" src=\"http:\/\/envolverde.com.br\/wp-content\/uploads\/2013\/11\/CubaPescadores-300x205.jpg\" width=\"300\" height=\"205\" title=\"TERRAM\u00c9RICA   Esse p\u00e1ssaro j\u00e1 n\u00e3o existe\" \/><\/a><p class=\"wp-caption-text\">Os pescadores D\u00edaz e Gorr\u00edn mostram a ex\u00edgua captura di\u00e1ria de arioc\u00f3. Foto: Jorge Luis Ba\u00f1os\/IPS<\/p><\/div>\n<p><em>Decretar oficialmente que uma esp\u00e9cie est\u00e1 extinta deve demorar d\u00e9cadas desde seu \u00faltimo avistamento.<\/em><\/p>\n<p>Caj\u00edo, Cuba e Rio de Janeiro, Brasil, 4 de novembro de 2013 (Terram\u00e9rica).- Quando uma esp\u00e9cie se extingue (um peixe do Caribe cubano, uma ave das selvas brasileiras), fica um vazio e muitas incertezas. A aus\u00eancia pode alterar o meio ambiente e at\u00e9 ser causa de fome. \u201cTe digo em uma frase: tudo est\u00e1 reduzido\u201d, disse o pescador L\u00e1zaro Andr\u00e9s Gorr\u00edn. Ele ganha a vida nas \u00e1guas escuras do Golfo de Bataban\u00f3, que banham seu humilde povoado, Caj\u00edo, no sudoeste de Cuba.<\/p>\n<p>A tradi\u00e7\u00e3o pesqueira, alma de mais de 577 assentamentos costeiros desse arquip\u00e9lago caribenho, est\u00e1 em perigo por causa da queda nas capturas em todo o litoral. \u201cAgora passamos um dia inteiro para cobrir apenas o fundo da caixa e o dinheiro obtido \u00e9 pouco\u201d, contou Gorr\u00edn ao Terram\u00e9rica, enquanto mostrava os poucos e pequenos arioc\u00f3s (<em>Lutjanus synagris<\/em>) que pegou. \u201cCom isso n\u00e3o se pode manter uma fam\u00edlia\u201d, afirmou sua esposa, que o esperava para levar a pesca para casa.<\/p>\n<p>A sobrepesca \u00e9 a principal causa da redu\u00e7\u00e3o do arioc\u00f3 no Golfo de Bataban\u00f3 e do quase desaparecimento do mero crioulo (<em>Epinephelus striatus<\/em>) em toda a \u00e1rea de seu habitat, entre outras perdas. Em 1990, a queda ficou muito evidente, para a qual tamb\u00e9m incidem a polui\u00e7\u00e3o, a eleva\u00e7\u00e3o da temperatura do mar e sua maior salinidade, j\u00e1 que os represados rios cubanos lan\u00e7am menos \u00e1gua doce nas costas.<\/p>\n<p>O tamanho dos peixes \u00e9 menor e predominam os de carnes menos apreciadas pela popula\u00e7\u00e3o, segundo pesquisas do especialista em oceanos Rodolfo Claro. Por isso, Gorr\u00edn, de 41 anos, e outros pescadores pensam \u201cseriamente\u201d em ir para rios, lagoas e represas, ou migrar para outras formas de subsist\u00eancia. Alguns se sentem velhos para deixar o of\u00edcio legado por seus ancestrais.<\/p>\n<p>Por exemplo, Roberto D\u00edaz, de 53 anos, que sai com Gorr\u00edn em um pequeno barco a motor para pescar \u201c\u00e0 pita\u201d (com cordel de n\u00e1ilon) e redes r\u00fasticas a cerca de 40 milhas da costa de Caj\u00edo. \u201cContinuo aqui, embora cada dia seja mais dif\u00edcil conseguir bons ganhos. Tamb\u00e9m existem muitas regulamenta\u00e7\u00f5es. \u00c9 proibida a pesca de v\u00e1rias esp\u00e9cies e o uso de alguns apetrechos e m\u00e9todos de pesca\u201d, detalhou ao Terram\u00e9rica.<\/p>\n<p>H\u00e1 15 anos, esses homens de uma cooperativa pesqueira sa\u00edam em balsas e lotavam a geladeira todos os dias com abundantes arioc\u00f3s, pargos e meros, entre outros pescados. Entretanto, Cuba pescou demais entre as d\u00e9cadas de 1960 e 1980. Apenas em 1985, foram capturadas 78 mil toneladas de pescado na plataforma submarina. Desde ent\u00e3o, e com a crise econ\u00f4mica que come\u00e7ou nos anos 1990, o setor pesqueiro diminuiu e foram estabelecidas proibi\u00e7\u00f5es para \u00e1reas e esp\u00e9cies.<\/p>\n<p>Em 2012, toda a oferta de pescado, incluindo a aquicultura, foi de 48.498 toneladas. De arioc\u00f3, apenas 1.694 toneladas, e de mero n\u00e3o passou de 26. Em 2007, foram proibidos os chinchorros, arte de pesca de arrasto com redes de malhas muito finas que depredavam o habitat marinho. \u201cOs barcos de arrasto e o uso de tranques (sistema de redes na \u00e1gua) acabaram com o arioc\u00f3\u201d, observou D\u00edaz.<\/p>\n<p>Como quase n\u00e3o h\u00e1 empregos na pesca, aparece a atividade informal, que tamb\u00e9m depreda: de subsist\u00eancia, furtiva ou legalizada como recreativa. Instalado na cabine de trato como se fosse balsa, um eletricista do munic\u00edpio de Quivic\u00e1n, perto de Caj\u00edo, se dedica a pescar nos finais de semana para melhorar a alimenta\u00e7\u00e3o de sua fam\u00edlia. N\u00e3o pode ir al\u00e9m de 400 metros da costa, explicou ao Terram\u00e9rica.<\/p>\n<p>\u201cAinda que quisesse, n\u00e3o poderia me dedicar apenas a isso\u201d, afirmou esse homem que pede para n\u00e3o ter o nome revelado. Pescar era um <i>hobby<\/i> desde a inf\u00e2ncia, mas hoje tem outro aspecto. \u201cN\u00e3o sei se o que fa\u00e7o \u00e9 legal\u201d, acrescentou. Estima-se que h\u00e1 cerca de 8,7 milh\u00f5es de esp\u00e9cies que criam as condi\u00e7\u00f5es para que a Terra seja um planeta habit\u00e1vel. A humanidade sabe muito pouco sobre boa parte delas. Algumas se extinguem antes que saibamos de sua exist\u00eancia. Outras, mal s\u00e3o descobertas.<\/p>\n<p><b>Adeus a um regulador de insetos<\/b><\/p>\n<p>Alguns milhares de quil\u00f4metros ao sul de Caj\u00edo, na Mata Atl\u00e2ntica do nordeste do Brasil, j\u00e1 n\u00e3o se encontra o limpa-folha-do-nordeste (<i>Philydor novaesi<\/i>), um p\u00e1ssaro de 18 cent\u00edmetros e cor vermelho-tijolo, que foi descoberto em 1979, no Estado de Alagoas. Na \u00e9poca, era uma ave \u201crelativamente f\u00e1cil de encontrar\u201d nas margens das clareiras da selva, disse ao Terram\u00e9rica a bi\u00f3loga Tatiana Pongiluppi, coordenadora de projetos da conservacionista Save Brasil, parte da alian\u00e7a mundial BirdLife International.<\/p>\n<p>No Brasil, \u00e9 chamado de limpa-folha-do-nordeste porque se alimentava de insetos que encontrava em folhas, cascas de \u00e1rvores, gretas e detritos. Controles feitos em 1992 e 1998 mostraram que a esp\u00e9cie j\u00e1 era rara. E foi visto pela \u00faltima vez em 13 de setembro de 2011, quando foi filmado pelo fot\u00f3grafo Ciro Albano. O limpa-folha era importante no controle populacional de insetos. Al\u00e9m disso, atra\u00eda observadores de aves de v\u00e1rias partes do mundo, uma atividade tur\u00edstica que dava rendimentos.<\/p>\n<p>Em 1998, s\u00f3 foram encontrados exemplares solit\u00e1rios. Em 2000, foram registrados apenas quatro no Centro de Endemismo Pernambuco, uma \u00e1rea de grande biodiversidade ao norte do rio S\u00e3o Francisco. O principal motivo de sua aus\u00eancia \u00e9 o desmatamento para dar lugar \u00e0 cana-de-a\u00e7\u00facar, obter lenha para carv\u00e3o e madeira para a ind\u00fastria mobili\u00e1ria, apontou Pongiluppi. Sua sobreviv\u00eancia se associa a ambientes com \u00e1rvores altas e grande quantidade de brom\u00e9lias, em cujas folhas secas o p\u00e1ssaro encontrava alimento.<\/p>\n<p>A Mata Atl\u00e2ntica foi uma regi\u00e3o de florestas que se estendiam por todo o litoral do Brasil, desde o extremo norte at\u00e9 o sul, incluindo partes do leste do Paraguai e do nordeste da Argentina. Sua vegeta\u00e7\u00e3o original cobria 1,3 milh\u00e3o de quil\u00f4metros quadrados. Hoje subsiste apenas 7% desse bioma, que, no entanto, \u00e9 uma das principais reservas mundiais de biodiversidade, com 20 mil esp\u00e9cies vegetais, 849 de aves, 370 de anf\u00edbios, 200 de r\u00e9pteis, 270 de mam\u00edferos e 350 de peixes.<\/p>\n<p>Nenhum exemplar de limpa-folha vive cativo. \u201cAlimenta-se de insetos, e n\u00e3o h\u00e1 t\u00e9cnicas desenvolvidas para sua manuten\u00e7\u00e3o e reprodu\u00e7\u00e3o em cativeiro\u201d, explicou Pongiluppi. Oficialmente, a esp\u00e9cie \u00e9 considerada \u201ccriticamente amea\u00e7ada\u201d. A extin\u00e7\u00e3o s\u00f3 \u00e9 decretada quando n\u00e3o restam d\u00favidas de que o \u00faltimo exemplar morreu. E isso pode levar d\u00e9cadas.<\/p>\n<p>\u201cN\u00e3o podemos afirmar que morreram os indiv\u00edduos avistados nos \u00faltimos anos, porque n\u00e3o temos provas. Mas essa esp\u00e9cie n\u00e3o \u00e9 registrada desde 2011, apesar do esfor\u00e7o de ornit\u00f3logos e observadores de aves\u201d que realizam diversas viagens para encontr\u00e1-lo, ressaltou a bi\u00f3loga. O mesmo triste destino espera outras aves na mesma regi\u00e3o. No Brasil j\u00e1 se extinguiram sete esp\u00e9cies de fauna, disse ao Terram\u00e9rica o especialista Ugo Eichler Vercillo, do Instituto Chico Mendes de Conserva\u00e7\u00e3o da Biodiversidade: uma de lib\u00e9lula, duas de minhocas de terra, uma de formiga, uma de r\u00e3 e duas esp\u00e9cies de aves.<\/p>\n<div id=\"attachment_101995\" style=\"width: 310px\" class=\"wp-caption alignright\"><a href=\"http:\/\/envolverde.com.br\/wp-content\/uploads\/2013\/11\/BrasilPassaro.jpg\"><img class=\"size-medium wp-image-101995\" alt=\"BrasilPassaro 300x225 TERRAM\u00c9RICA   Esse p\u00e1ssaro j\u00e1 n\u00e3o existe\" src=\"http:\/\/envolverde.com.br\/wp-content\/uploads\/2013\/11\/BrasilPassaro-300x225.jpg\" width=\"300\" height=\"225\" title=\"TERRAM\u00c9RICA   Esse p\u00e1ssaro j\u00e1 n\u00e3o existe\" \/><\/a><p class=\"wp-caption-text\">Um exemplar de Philydor novaesi na reserva Frei Caneca em Pernambuco. Foto: Carlos Gussoni<\/p><\/div>\n<p><b>Lutando contra a extin\u00e7\u00e3o<\/b><\/p>\n<p>Acossadas por uma meteorologia err\u00e1tica e uma praga persistente que dizimou as planta\u00e7\u00f5es de caf\u00e9, mulheres ind\u00edgenas da prov\u00edncia de Lamas, no norte amaz\u00f4nico do Peru, preferiram n\u00e3o ficar chorando pelo desaparecimento de cultivos que permitiam \u00e0s suas av\u00f3s colocarem alimento na mesa. Sa\u00edram a resgat\u00e1-los. As mulheres pediram apoio \u00e0 Federa\u00e7\u00e3o dos Povos Ind\u00edgenas Kechwas da Regi\u00e3o San Mart\u00edn para voltarem a plantar dois tub\u00e9rculos, inhame (<i>Discorea trifida<\/i>) e ari\u00e1 (<i>Calathea allouia<\/i>); uma raiz, inhame-coco (<i>Colocasia esculenta<\/i>), e a semente oleaginosa am\u00eandoa lopo (<i>Plukenetia volubilis<\/i>).<\/p>\n<p>Em v\u00e1rias aldeias, \u201cas sementes e os tub\u00e9rculos desses cultivos haviam desaparecido por completo, e era necess\u00e1rio adquiri-los em outras comunidades, em alguns casos distantes\u201d, afirma um documento da organiza\u00e7\u00e3o humanit\u00e1ria Oxfam, que deu apoio financeiro a essa iniciativa, desenvolvida desde 2011. Em ch\u00e1caras de meio hectare foi plantado inhame, ari\u00e1 e inhame-coco, que demoram um ano para poderem ser colhidos, combinados com outros alimentos de ciclos menores: amendoim, milho, feij\u00e3o e hortali\u00e7as.<\/p>\n<p>Os s\u00e1bios de cada comunidade ajudaram a resgatar os m\u00e9todos de cultivo e a desenhar um calend\u00e1rio agr\u00edcola. As mulheres, organizadas em clubes de m\u00e3es, escolheram uma coordenadora por aldeia. Embora a ideia inicial fosse satisfazer o autoconsumo, as mulheres viram que havia na cidade de Lamas uma demanda por pratos \u201cpreparados pela av\u00f3\u201d.<\/p>\n<p>Por meio de feiras e concursos gastron\u00f4micos, foi promovida e resgatada a diversidade agr\u00edcola. A comunidade de Chumbakiwi, de aproximadamente 330 habitantes, ficou em primeiro lugar ao apresentar, na feira inicial, 79 variedades de cultivos. Cada aldeia decidiu o que fazer com o dinheiro obtido. Em alguns casos, foi criado um fundo para adquirir mais sementes e continuar conservando. (Envolverde\/Terram\u00e9rica)<\/p>\n<p><i>* Com colabora\u00e7\u00f5es de Ivet Gonz\u00e1lez (Caj\u00edo), Fab\u00edola Ortiz (Rio de Janeiro) e Milagros Salazar (Lima).<\/i><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>LINKS<\/strong><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/envolverde.com.br\/ips\/inter-press-service-reportagens\/manguezais-cubanos-gritam-sede\/\" >Manguezais cubanos gritam de sede<\/a><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/envolverde.com.br\/ambiente\/biodiversidade\/terramerica-proteger-para-conservar\/\" >Proteger para conservar<\/a><\/p>\n<p><a style=\"font-size: 13px; line-height: 19px;\" href=\"http:\/\/envolverde.com.br\/ambiente\/entrevistas-ambiente\/terramerica-extincao-de-especies-nao-se-freia-com-magia\/\" >\u201cExtin\u00e7\u00e3o de esp\u00e9cies n\u00e3o se freia com magia\u201d<\/a><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.ipsnoticias.net\/2005\/05\/ambiente-cuba-por-una-pesca-sostenible\/\" >Por uma pesca sustent\u00e1vel \u2013 2005, em espanhol<\/a><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.ipsnoticias.net\/2004\/08\/cuba-huracan-charley-arraso-con-la-leyenda-de-cajio\/\" >Furac\u00e3o Charley arrasou a lenda de Caj\u00edo \u2013 2004, em espanhol<\/a><\/p>\n<p><a style=\"font-size: 13px; line-height: 19px;\" href=\"http:\/\/www.ipsnoticias.net\/2008\/05\/alimentacion-peru-mujeres-preservan-biodiversidad-de-la-papa\/\" >Mulheres preservam biodiversidade da batata \u2013 2008, em espanhol<\/a><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.ipsnoticias.net\/2008\/04\/agricultura-peru-el-camino-de-la-papa\/\" >O caminho da batata \u2013 2008, em espanhol<\/a><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Artigo produzido para o Terram\u00e9rica, projeto de comunica\u00e7\u00e3o apoiado pelo Banco Mundial Latin America and Caribbean, realizado pela Inter Press Service (IPS) e distribu\u00eddo pela Ag\u00eancia Envolverde.<\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Decretar oficialmente que uma esp&eacute;cie est&aacute; extinta deve demorar d&eacute;cadas desde seu &uacute;ltimo avistamento. Caj&iacute;o, Cuba e Rio de Janeiro, Brasil, 4 de novembro de 2013 (Terram&eacute;rica).- Quando uma esp&eacute;cie se extingue (um peixe do Caribe cubano, uma ave das selvas brasileiras), fica um vazio e muitas incertezas. A aus&ecirc;ncia pode alterar o meio ambiente [&hellip;] <a href=\"https:\/\/www.ipsnews.net\/portuguese\/2013\/11\/ultimas-noticias\/terramerica-esse-passaro-ja-nao-existe\/\" class=\"more-link\">Continue Reading <span class=\"meta-nav\">&rarr;<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1444,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[8,978,1],"tags":[1319,1054,1791,1792,1093],"class_list":["post-16822","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-ambiente","category-terramerica","category-ultimas-noticias","tag-biodiversidade","tag-cuba","tag-especies","tag-extincao","tag-meio-ambiente"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.ipsnews.net\/portuguese\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/16822","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.ipsnews.net\/portuguese\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.ipsnews.net\/portuguese\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ipsnews.net\/portuguese\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1444"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ipsnews.net\/portuguese\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=16822"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/www.ipsnews.net\/portuguese\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/16822\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":16859,"href":"https:\/\/www.ipsnews.net\/portuguese\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/16822\/revisions\/16859"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.ipsnews.net\/portuguese\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=16822"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ipsnews.net\/portuguese\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=16822"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ipsnews.net\/portuguese\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=16822"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}