{"id":19854,"date":"2015-09-18T13:53:13","date_gmt":"2015-09-18T13:53:13","guid":{"rendered":"http:\/\/www.envolverde.com.br\/?p=200481"},"modified":"2015-09-18T13:53:13","modified_gmt":"2015-09-18T13:53:13","slug":"concentracao-de-problemas-ambientais","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.ipsnews.net\/portuguese\/2015\/09\/ultimas-noticias\/concentracao-de-problemas-ambientais\/","title":{"rendered":"Concentra\u00e7\u00e3o de problemas ambientais"},"content":{"rendered":"<div id=\"attachment_200482\" style=\"width: 350px\" class=\"wp-caption alignright\"><a href=\"http:\/\/www.envolverde.com.br\/wp-content\/uploads\/2015\/09\/Nora.jpg\"><img class=\"wp-image-200482\" src=\"http:\/\/www.envolverde.com.br\/wp-content\/uploads\/2015\/09\/Nora.jpg\" alt=\"Nora Pav\u00f3n e uma de suas filhas, na parte dos fundos da casa, com o lix\u00e3o e o p\u00e2ntano circundante, uma cloaca natural em Villa Inflamable, no munic\u00edpio de Avellaneda, no sul de Buenos Aires. Foto: Fabiana Frayssinet\/IPS\" width=\"340\" height=\"255\" \/><\/a><p class=\"wp-caption-text\">Nora Pav\u00f3n e uma de suas filhas, na parte dos fundos da casa, com o lix\u00e3o e o p\u00e2ntano circundante, uma cloaca natural em Villa Inflamable, no munic\u00edpio de Avellaneda, no sul de Buenos Aires. Foto: Fabiana Frayssinet\/IPS<\/p><\/div>\n<p><em>Por\u00a0Fabiana Frayssinet, da IPS &#8211;\u00a0<\/em><\/p>\n<p>Avellaneda, Argentina, 18\/9\/2015 \u2013 Em Villa Inflamable, um assentamento prec\u00e1rio ao sul da capital argentina, as crian\u00e7as est\u00e3o envenenadas com chumbo. Reassent\u00e1-las, e suas fam\u00edlias, exige um processo socioambiental t\u00e3o complexo quanto o das obras de saneamento da \u00e1rea, em uma das bacias mais contaminadas do mundo. Ao pisar em Villa Inflamable, incrustada no Polo Petroqu\u00edmico de Dock Sud, no munic\u00edpio de Avellaneda, na \u00e1rea metropolitana de Buenos Aires, o gosto dos produtos qu\u00edmicos e as part\u00edculas de p\u00f3 s\u00e3o sentidos na saliva, na garganta e nos pulm\u00f5es.<\/p>\n<p>Mas aqui, onde mais de 1.500 fam\u00edlias est\u00e3o expostas a contaminantes da ind\u00fastria e do solo recheado de res\u00edduos t\u00f3xicos, sobre os quais constru\u00edram suas casas, as crian\u00e7as sofrem no sangue.<\/p>\n<p>\u201cCom um ano, tinha 55 microgramas de chumbo no sangue. Tive que intern\u00e1-la\u201d, contou \u00e0 IPS a moradora do bairro, Brenda Ardiles, sobre sua filha, agora com tr\u00eas anos. Ela tem outra menina de oito meses, tamb\u00e9m contaminada. \u201cTodas as noites sangram pelo nariz, n\u00e3o aguentam a dor de cabe\u00e7a, t\u00eam dor nos ossos, mas como \u00e0 noite n\u00e3o h\u00e1 transporte, s\u00f3 de manh\u00e3 posso ir ao posto de sa\u00fade\u201d, acrescentou sua sogra, Nora Pav\u00f3n, m\u00e3e de outras quatro crian\u00e7as afetadas.<\/p>\n<p>O Centro para o Controle e a Preven\u00e7\u00e3o de Enfermidades define o envenenamento por chumbo durante inf\u00e2ncia a partir de dez microgramas por decilitro no sangue. No longo prazo, pode afetar o desenvolvimento e o aprendizado, reduzindo a intelig\u00eancia, e provocando perda de audi\u00e7\u00e3o e hiperatividade. \u201cUma das minhas filhas est\u00e1 na terceira s\u00e9rie e a outra na quarta e n\u00e3o sabem ler. Os m\u00e9dicos disseram que esse atraso \u00e9 consequ\u00eancia do chumbo\u201d, confirmou Pav\u00f3n.<\/p>\n<p>Villa Inflamable concentra todos os problemas ambientais da Bacia Matanza Riachuelo, que em seus 64 quil\u00f4metros quadrados atravessa 14 munic\u00edpios, incluindo a capital, onde desemboca. Em sua \u00e1rea, vivem mais de 120 mil fam\u00edlias em 280 assentamentos, sendo necess\u00e1rio reassentar 18 mil. De um lado, est\u00e3o as empresas contaminadoras: petroqu\u00edmicas, hidrocarbon\u00edferas, armazenadoras de subst\u00e2ncias qu\u00edmicas e combust\u00edveis, e processadoras de res\u00edduos t\u00f3xicos. Do outro, os problemas t\u00edpicos da mis\u00e9ria, como moradias prec\u00e1rias, \u00e1reas inund\u00e1veis, lix\u00f5es clandestinos e falta de saneamento.<\/p>\n<p>\u201cEssa lagoa est\u00e1 toda podre, n\u00e3o sei o que jogam nela\u201d, disse Pav\u00f3n, apontando para o p\u00e2ntano atr\u00e1s de sua casa, rodeado de lixo e que funciona como uma cloaca natural do bairro. No total, na bacia vivem cerca de cinco milh\u00f5es de pessoas, 35% sem \u00e1gua pot\u00e1vel e 55% sem banheiro. \u201cMuitas crian\u00e7as t\u00eam diarreia. A rede de \u00e1gua est\u00e1 contaminada e as liga\u00e7\u00f5es clandestinas n\u00e3o s\u00e3o seguras\u201d, explicou Claudia Esp\u00ednola, da Junta de Moradores Semeando Juntos, que distribui baldes com \u00e1gua pot\u00e1vel em Villa Inflamable.<\/p>\n<div id=\"attachment_200483\" style=\"width: 350px\" class=\"wp-caption alignleft\"><a href=\"http:\/\/www.envolverde.com.br\/wp-content\/uploads\/2015\/09\/Argentina-2-chica.jpg\"><img class=\"wp-image-200483\" src=\"http:\/\/www.envolverde.com.br\/wp-content\/uploads\/2015\/09\/Argentina-2-chica.jpg\" alt=\"\u00c1rea industrial do Riachuelo, com o porto ao fundo, em Buenos Aires. A Autoridade da Bacia Matanza Riachuelo tem registradas em sua margem 13 mil empresas, sendo sete mil industriais e 1.254 contaminantes. Cerca de 900 j\u00e1 apresentaram planos de reconvers\u00e3o. Foto: Fabiana Frayssinet\/IPS\" width=\"340\" height=\"255\" \/><\/a><p class=\"wp-caption-text\">\u00c1rea industrial do Riachuelo, com o porto ao fundo, em Buenos Aires. A Autoridade da Bacia Matanza Riachuelo tem registradas em sua margem 13 mil empresas, sendo sete mil industriais e 1.254 contaminantes. Cerca de 900 j\u00e1 apresentaram planos de reconvers\u00e3o. Foto: Fabiana Frayssinet\/IPS<\/p><\/div>\n<p>A Suprema Corte de Justi\u00e7a determinou, em 2008, a descontamina\u00e7\u00e3o da \u00e1rea \u00e0 Autoridade da Bacia Matanza Riachuelo (Acumar), criada dois anos antes, que estabeleceu, em 2011, o Plano Integral de Saneamento Ambiental para sua limpeza e seu desenvolvimento sustent\u00e1vel.<\/p>\n<p>O plano inclui a reconvers\u00e3o industrial, limpeza e descontamina\u00e7\u00e3o de rios e margens, coleta e tratamento de lixo, obras de escoadouro e tratamento da \u00e1gua, al\u00e9m da reurbaniza\u00e7\u00e3o de assentamentos ou sua mudan\u00e7a de lugar. No total, o plano engloba 1.600 projetos a serem completados at\u00e9 2024, inclu\u00edda a constru\u00e7\u00e3o de 1.900 casas, com investimento total de US$ 4 bilh\u00f5es.<\/p>\n<p>\u201cNos ofereceram outro lugar, mas n\u00e3o aceitei porque somos tr\u00eas fam\u00edlias, 15 pessoas, e vivemos nesta casa. N\u00e3o cab\u00edamos na outra, mesmo que fiz\u00e9ssemos malabarismos\u201d, contou Pav\u00f3n, que aceitou uma segunda proposta, embora lamentando que n\u00e3o haver\u00e1 espa\u00e7o para suas crian\u00e7as brincarem.<\/p>\n<p>Muitos n\u00e3o aceitam a mudan\u00e7a por motivos que variam desde a oferta habitacional at\u00e9 o desconhecimento da grave contamina\u00e7\u00e3o. \u201c\u00c0s vezes, as casas s\u00e3o pequenas e muitos est\u00e3o acostumados a terrenos grandes. Outros trabalham ou t\u00eam seu neg\u00f3cio em casa, s\u00e3o recicladores, e n\u00e3o sabem como continuar\u00e3o em outro local\u201d, explicou Esp\u00ednola \u00e0 IPS.<\/p>\n<p>Outra raz\u00e3o mais dif\u00edcil de resolver \u00e9 a rivalidade entre as equipes de futebol do velho e do novo bairro onde ser\u00e3o reassentadas, no mesmo munic\u00edpio de Avellaneda. \u201c\u00c9 um problema hist\u00f3rico entre os torcedores dos clubes de Dock Sud e de San Telmo, uma rivalidade \u00e0s vezes violenta. Um problema cultural que acreditamos poder reverter e estamos trabalhando nisso\u201d, acrescentou Esp\u00ednola.<\/p>\n<p>Em Villa Inflamable, um centro de sa\u00fade ambiental agora controla os n\u00edveis de contamina\u00e7\u00e3o. Mas, segundo Leandro Garc\u00eda Silva, chefe de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustent\u00e1vel da Defensoria do Povo da Na\u00e7\u00e3o, que acompanha a decis\u00e3o judicial, falta um mapeamento pr\u00e9vio de risco. \u201cO sistema de sa\u00fade n\u00e3o tem muitas ferramentas para agir sobre as doen\u00e7as originadas em quest\u00f5es ambientais, porque o m\u00e9dico n\u00e3o pode receitar a limpeza do ambiente. Precisamos adaptar as ferramentas de sa\u00fade p\u00fablica a esse novo problema\u201d, ressaltou.<\/p>\n<div id=\"attachment_200484\" style=\"width: 350px\" class=\"wp-caption alignright\"><a href=\"http:\/\/www.envolverde.com.br\/wp-content\/uploads\/2015\/09\/Argentina3.jpg\"><img class=\"wp-image-200484\" src=\"http:\/\/www.envolverde.com.br\/wp-content\/uploads\/2015\/09\/Argentina3.jpg\" alt=\"Uma rua de Villa Inflamable, um assentamento prec\u00e1rio ao sul de Buenos Aires, no Polo Petroqu\u00edmico de Dock Sud, na margem da bacia Matanza Riachuelo. Nesse bairro, mais de 1.500 fam\u00edlias vivem expostas \u00e0 contamina\u00e7\u00e3o industrial e aos res\u00edduos t\u00f3xicos, que envenenam suas crian\u00e7as. Foto: Fabiana Frayssinet\/IPS\" width=\"340\" height=\"255\" \/><\/a><p class=\"wp-caption-text\">Uma rua de Villa Inflamable, um assentamento prec\u00e1rio ao sul de Buenos Aires, no Polo Petroqu\u00edmico de Dock Sud, na margem da bacia Matanza Riachuelo. Nesse bairro, mais de 1.500 fam\u00edlias vivem expostas \u00e0 contamina\u00e7\u00e3o industrial e aos res\u00edduos t\u00f3xicos, que envenenam suas crian\u00e7as. Foto: Fabiana Frayssinet\/IPS<\/p><\/div>\n<p>Simultaneamente, a Acumar empreendeu ambiciosos projetos de infraestrutura, como a constru\u00e7\u00e3o de um coletor de esgoto de 11,5 quil\u00f4metros e um emiss\u00e1rio subfluvial de 11 quil\u00f4metros, financiados pelo Banco Mundial com US$ 840 milh\u00f5es, em obras que devem estar conclu\u00eddas no ano que vem. Antol\u00edn Magallanes, diretor institucional da Acumar, disse \u00e0 IPS que o coletor \u00e9 um duto subterr\u00e2neo em uma margem do Riachuelo, que levar\u00e1 o esgoto a dois tanques de decanta\u00e7\u00e3o, nas localidades de Dock Sud e Berazategui. Nesta \u00faltima j\u00e1 funciona.<\/p>\n<p>\u201cO coletor \u00e9 uma obra muito importante, porque 70% ou 80% da contamina\u00e7\u00e3o do Riachuelo ocorre pelo esgoto. Isso resolve quase completamente esse problema\u201d, acrescentou Magallanes. Al\u00e9m disso, ser\u00e3o constru\u00eddas seis cascatas para oxigenar as \u00e1guas, projetadas pela empresa estatal \u00c1guas e Saneamento Argentino (AySa) e a Universidade de Buenos Aires.<\/p>\n<p>\u201cO cap\u00edtulo de saneamento \u00e9 important\u00edssimo, as obras de infraestrutura previstas v\u00e3o proporcionar maior cobertura de saneamento e tratamento, sobretudo em efluentes de esgoto e provis\u00e3o de \u00e1gua pot\u00e1vel\u201d, pontuou Javier Garc\u00eda Espil, coordenador da equipe do Riachuelo na Defensoria. \u201cMas se isso n\u00e3o for acompanhado de gest\u00e3o ambiental, ou seja, do ordenamento do territ\u00f3rio, controle das ind\u00fastrias e de inunda\u00e7\u00f5es, fomento de novos modos de ocupa\u00e7\u00e3o desse territ\u00f3rio, ser\u00e1 uma resposta limitada\u201d, acrescentou \u00e0 IPS.<\/p>\n<p>A Acumar refor\u00e7ou as inspe\u00e7\u00f5es nessa regi\u00e3o, que contribui com 30% do produto industrial argentino. \u201cTemos registradas cerca de 13 mil empresas, das quais aproximadamente sete mil s\u00e3o ind\u00fastrias, e 1.254 foram identificadas como poluidoras. Cerca de 900 j\u00e1 apresentaram planos de reconvers\u00e3o\u201d, assegurou Magallanes.<\/p>\n<p>A Defensoria reconhece esses avan\u00e7os mas critica como insuficientes os cr\u00e9ditos para essas reconvers\u00f5es e os planos estrat\u00e9gicos. \u201cO problema n\u00e3o \u00e9 simplesmente inspecionar e ajustar algum processo, que, mesmo necess\u00e1rio, \u00e9 parte de um problema maior, que \u00e9 definir o tipo de ind\u00fastria que queremos no futuro. Um desafio grande que segue pendente\u201d, enfatizou Garc\u00eda Espil.<\/p>\n<p>Garc\u00eda Silva acrescentou que \u201c\u00e9 necess\u00e1rio colocar em marcha mecanismos novos: a gest\u00e3o ambiental com ordenamento territorial, considerando a capacidade dos ecossistemas, e a complexidade do territ\u00f3rio, envolvendo a participa\u00e7\u00e3o social\u201d. Sete anos de luta complexa contra dois s\u00e9culos de abandono de uma bacia que, segundo Magallanes, \u201cfoi o ref\u00fagio hist\u00f3rico de milh\u00f5es de pessoas que n\u00e3o tiveram para onde ir por quest\u00f5es sociais\u201d.<\/p>\n<p>Pav\u00f3n, imigrante da prov\u00edncia do Chaco, resume assim a quest\u00e3o: \u201cVoltaria ao Chaco que \u00e9 mais saud\u00e1vel e mais bonito para criar as crian\u00e7as, mas n\u00e3o tem trabalho. Vi no notici\u00e1rio que uma crian\u00e7a morreu l\u00e1 de desnutri\u00e7\u00e3o\u201d. Ainda assim tentou voltar ao seu povoado \u201cpara ver se baixava um pouco o chumbo nas crian\u00e7as\u201d, mas fracassou por falta de trabalho. Entre a desnutri\u00e7\u00e3o e o chumbo, teve que escolher o chumbo. Envolverde\/IPS<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Por&nbsp;Fabiana Frayssinet, da IPS &ndash;&nbsp; Avellaneda, Argentina, 18\/9\/2015 &ndash; Em Villa Inflamable, um assentamento prec&aacute;rio ao sul da capital argentina, as crian&ccedil;as est&atilde;o envenenadas com chumbo. Reassent&aacute;-las, e suas fam&iacute;lias, exige um processo socioambiental t&atilde;o complexo quanto o das obras de saneamento da &aacute;rea, em uma das bacias mais contaminadas do mundo. 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