{"id":20867,"date":"2016-05-18T12:41:52","date_gmt":"2016-05-18T12:41:52","guid":{"rendered":"http:\/\/www.envolverde.com.br\/?p=209432"},"modified":"2016-05-18T12:41:52","modified_gmt":"2016-05-18T12:41:52","slug":"emergencia-humanitaria-na-america-latina","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.ipsnews.net\/portuguese\/2016\/05\/ultimas-noticias\/emergencia-humanitaria-na-america-latina\/","title":{"rendered":"Emerg\u00eancia humanit\u00e1ria na Am\u00e9rica Latina"},"content":{"rendered":"<div id=\"attachment_209433\" style=\"width: 350px\" class=\"wp-caption alignright\"><img class=\"wp-image-209433\" src=\"http:\/\/www.envolverde.com.br\/wp-content\/uploads\/chica-tierra-caliente-629x354-629x354.jpg\" alt=\"No M\u00e9xico existe uma s\u00e9rie de povoados fantasmas, cujos moradores fugiram em massa devido \u00e0 viol\u00eancia dos cart\u00e9is do tr\u00e1fico de drogas. Ruas vazias de Santa Ana del \u00c1guila, no munic\u00edpio de Ajuchitl\u00e1n del Progreso, em Guerrero, onde em suas paredes restam os sinais das balas. Foto: Daniela Pastrana\/IPS\" width=\"340\" height=\"191\" srcset=\"http:\/\/www.envolverde.com.br\/wp-content\/uploads\/chica-tierra-caliente-629x354-629x354.jpg 629w, http:\/\/www.envolverde.com.br\/wp-content\/uploads\/chica-tierra-caliente-629x354-629x354-300x169.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 340px) 100vw, 340px\" \/><p class=\"wp-caption-text\">No M\u00e9xico existe uma s\u00e9rie de povoados fantasmas, cujos moradores fugiram em massa devido \u00e0 viol\u00eancia dos cart\u00e9is do tr\u00e1fico de drogas. Ruas vazias de Santa Ana del \u00c1guila, no munic\u00edpio de Ajuchitl\u00e1n del Progreso, em Guerrero, onde em suas paredes restam os sinais das balas. Foto: Daniela Pastrana\/IPS<\/p><\/div>\n<p><em>Por\u00a0Daniela Pastrana, da IPS &#8211;\u00a0<\/em><\/p>\n<p>Cidade do M\u00e9xico, M\u00e9xico 18\/5\/2016 \u2013 \u201cIsto \u00e9 uma crise humanit\u00e1ria\u201d, resume Bertha Z\u00fa\u00f1iga C\u00e1ceres, se referindo \u00e0 situa\u00e7\u00e3o de viol\u00eancia em Honduras, M\u00e9xico e outros pa\u00edses da Am\u00e9rica Central, com centenas de milhares de v\u00edtimas, em cuja origem est\u00e1 o crime transnacional, que resulta invis\u00edvel para a comunidade internacional.A filha da ativista ambiental Berta C\u00e1ceres, assassinada no dia 2 de mar\u00e7o, passa pelo M\u00e9xico ap\u00f3s percorrer v\u00e1rias cidades europeias para pedir ajuda no esclarecimento da morte de sua m\u00e3e e o fim do financiamento ao projeto hidrel\u00e9trico em Agua Zarca, ao qual se op\u00f5e o povo lenca.<\/p>\n<p>Em entrevista \u00e0 IPS, C\u00e1ceres admitiu que, apesar das amea\u00e7as e do assassinato de outros ativistas, n\u00e3o acredita que se atrever\u00e3o a matar uma l\u00edder com um perfil internacional t\u00e3o alto.Ela mesma e seus irm\u00e3os haviam sa\u00eddo do M\u00e9xico devido \u00e0s amea\u00e7as contra integrantes do Conselho C\u00edvico de Organiza\u00e7\u00f5es Populares e Ind\u00edgenas de Honduras (Copinh), a organiza\u00e7\u00e3o fundada por Berta h\u00e1 23 anos. Estava h\u00e1 um m\u00eas estudando no M\u00e9xico quando mataram sua m\u00e3e.<\/p>\n<p>C\u00e1ceres contouque comunidades s\u00e3o deslocadas e obrigadas a deixar suas terras, como consequ\u00eancia de um sistema \u201cneoliberal, racista e patriarcal\u201d. As v\u00edtimas n\u00e3o s\u00e3o apenas do povo mesoamericano dos lencas, garantiu, lembrando que tamb\u00e9m o s\u00e3o, por exemplo, os gar\u00edfunas, o grupo \u00e9tnico que \u00e9 uma mesti\u00e7agem de escravos africanos e ind\u00edgenas caribenhos, deslocado para a constru\u00e7\u00e3o de grandes centros hoteleiros em suas terras costeiras.<\/p>\n<p>A isso se soma uma viol\u00eancia institucional, surgida a partir do golpe de Estado de 2009, mesclada com a viol\u00eancia criminosa que for\u00e7ou milhares de pessoas a buscarem ref\u00fagio fora de Honduras.Rub\u00e9n Figueroa, coordenador do Movimento Migrante Mesoamericano, que organizou 11 caravanas de m\u00e3es centro-americanas que buscam seus filhos desaparecidos em territ\u00f3rio mexicano, concorda com a vis\u00e3o de C\u00e1ceres. \u201cA situa\u00e7\u00e3o em toda a regi\u00e3o do Tri\u00e2ngulo Norte da Am\u00e9rica Central \u00e9 uma trag\u00e9dia humanit\u00e1ria\u201d, destacou \u00e0 IPS.<\/p>\n<p>\u201cAqui n\u00e3o se ouve bombas (como no Oriente M\u00e9dio, por exemplo), mas se derrama sangue, h\u00e1 mortos, muitos mortos. \u00c9 uma situa\u00e7\u00e3o que deve ser atendida de forma urgente pelas ag\u00eancias da Organiza\u00e7\u00e3o das Na\u00e7\u00f5es Unidas, especialmente pela Acnur (Ag\u00eancia das Na\u00e7\u00f5es Unidas para os Refugiados)\u201d, ressaltouo ativista pelos direitos dos migrantes.<\/p>\n<p>Segundo o Informe Global 2016 sobre Deslocamentos Internos, publicado este m\u00eas pelo Centro de Monitoramento de Deslocamento Interno (IDMC), 40,8 milh\u00f5es de pessoas no planeta foram deslocados por conflitos e viol\u00eancia at\u00e9 o final de 2015. Desse total, pelo menos 7,3 milh\u00f5es dos deslocamentos for\u00e7ados aconteceram na Am\u00e9rica Latina, a maioria deles na Col\u00f4mbia, como consequ\u00eancia de seu longo conflito armado.<\/p>\n<p>Por\u00e9m, o informe dedica uma an\u00e1lise especial \u00e0 r\u00e1pida consolida\u00e7\u00e3o de um novo fen\u00f4meno de v\u00edtimas de deslocamento: o da viol\u00eancia criminosa, protagonizado pelo M\u00e9xico, junto com El Salvador, Guatemala e Honduras, o chamado Tri\u00e2ngulo Norte da Am\u00e9rica Central.Nesses quatro pa\u00edses, houve no total um milh\u00e3o de deslocados internos, quase o dobro do registrado pelo mesmo informe em 2014, v\u00edtimas majoritariamente da viol\u00eancia criminosa, relacionada principalmente com o tr\u00e1fico de drogas e as gangues.<\/p>\n<div id=\"attachment_209434\" style=\"width: 550px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img class=\"wp-image-209434\" src=\"http:\/\/www.envolverde.com.br\/wp-content\/uploads\/mapa640.jpg\" alt=\"El Salvador, Guatemala, Honduras e M\u00e9xico constam do mapa mundial de deslocados internos, v\u00edtimas da viol\u00eancia criminosa, em um fen\u00f4meno que \u00e9 invis\u00edvel e desatendido pelos \u00f3rg\u00e3os que cuidam da assist\u00eancia humanit\u00e1ria internacional. Foto: Informe 2016 do IDMC \" width=\"540\" height=\"382\" srcset=\"http:\/\/www.envolverde.com.br\/wp-content\/uploads\/mapa640.jpg 640w, http:\/\/www.envolverde.com.br\/wp-content\/uploads\/mapa640-300x212.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 540px) 100vw, 540px\" \/><p class=\"wp-caption-text\">El Salvador, Guatemala, Honduras e M\u00e9xico constam do mapa mundial de deslocados internos, v\u00edtimas da viol\u00eancia criminosa, em um fen\u00f4meno que \u00e9 invis\u00edvel e desatendido pelos \u00f3rg\u00e3os que cuidam da assist\u00eancia humanit\u00e1ria internacional. Foto: Informe 2016 do IDMC<\/p><\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>O relat\u00f3rio do IDMC destaca que s\u00e3o n\u00fameros parciais de deslocados, aos quais se deve somar os emigrantes for\u00e7ados pela viol\u00eancia criminosa, em um fen\u00f4meno que qualifica como \u201cinvis\u00edvel\u201d e em boa parte \u201cno limbo\u201d.Os ativistas pelos direitos humanos no M\u00e9xico apontam, como respons\u00e1veis por essa viol\u00eancia, a guerra entre as m\u00e1fias criminosas, e tamb\u00e9m uma viol\u00eancia institucional dos Estados contra opositores a projetos extrativistas e energ\u00e9ticos.<\/p>\n<p>\u201cO que estamos vivendo n\u00e3o \u00e9 uma guerra contra o tr\u00e1fico, mas uma guerra do Estado contra a popula\u00e7\u00e3o\u201d, opinou \u00e0 IPS a ativista Mar\u00eda Herrera, do grupo de familiares que buscam pessoas desaparecidas de maneira for\u00e7ada no M\u00e9xico, que somam milhares.As v\u00edtimas civis da crescente militariza\u00e7\u00e3o em pa\u00edses da Am\u00e9rica Central e do M\u00e9xico tamb\u00e9m se somam a esse novo tipo de emerg\u00eancia humanit\u00e1ria originada pelo crime transnacional, que os entrevistados pela IPS lamentam n\u00e3o constar da agenda da C\u00fapula Humanit\u00e1ria Mundial, que acontecer\u00e1 na cidade turca de Istambul, nos dias 23 e 24 deste m\u00eas.<\/p>\n<p>Figueroa situa o in\u00edcio desta crise em uma s\u00e9rie de pol\u00edticas regionais, como a aplica\u00e7\u00e3o do Plano Fronteira Sul Segura, no M\u00e9xico, e a Alian\u00e7a para o Progresso, na Am\u00e9rica Central. \u201cH\u00e1 cerca de cinco anos, come\u00e7amos a notar que o deslocamento se d\u00e1 por uma viol\u00eancia mais direta. Pudemos ver jovens que chegam aos albergues com balas no corpo. Pessoas que regressaram aos seus pa\u00edses e que foram assassinadas\u201d, explicou.<\/p>\n<div id=\"attachment_209435\" style=\"width: 350px\" class=\"wp-caption alignleft\"><img class=\"wp-image-209435\" src=\"http:\/\/www.envolverde.com.br\/wp-content\/uploads\/tren640.jpg\" alt=\"A Besta, o trem que atravessa o M\u00e9xico transportando migrantes ilegais, principalmente centro-americanos, para a fronteira com os Estados Unidos, estacionado em Hidalgo, no centro do pa\u00eds, em uma foto que consta do Informe 2016 do IDMC. Nesse trem, os passageiros sofrem todo tipo de agress\u00f5es por parte dos grupos mafiosos. Foto: Keith Dannemiller\/OM\" width=\"340\" height=\"150\" srcset=\"http:\/\/www.envolverde.com.br\/wp-content\/uploads\/tren640.jpg 640w, http:\/\/www.envolverde.com.br\/wp-content\/uploads\/tren640-300x133.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 340px) 100vw, 340px\" \/><p class=\"wp-caption-text\">A Besta, o trem que atravessa o M\u00e9xico transportando migrantes ilegais, principalmente centro-americanos, para a fronteira com os Estados Unidos, estacionado em Hidalgo, no centro do pa\u00eds, em uma foto que consta do Informe 2016 do IDMC. Nesse trem, os passageiros sofrem todo tipo de agress\u00f5es por parte dos grupos mafiosos. Foto: Keith Dannemiller\/OM<\/p><\/div>\n<p>\u201cSempre houve migra\u00e7\u00e3o, mas agora h\u00e1 deslocamentos devido ao tr\u00e1fico de drogas, por uma disputa entre gangues, e h\u00e1 tamb\u00e9m a quest\u00e3o da persegui\u00e7\u00e3o e do ass\u00e9dio contra ativistas em Honduras. \u00c9 uma viol\u00eancia estrutural\u201d, pontuou Figueroa.A di\u00e1spora centro-americana, originada pela viol\u00eancia, juntamente com a deporta\u00e7\u00e3o de milhares de migrantes pelos Estados Unidos converteram o M\u00e9xico em uma esp\u00e9cie de emparedamento, e est\u00e1 provocando um fen\u00f4meno crescente, tamb\u00e9m desatendido, que \u00e9 o dos centro-americanos que optam por ficar no pa\u00eds e n\u00e3o seguir para o norte.<\/p>\n<p>Apenas no primeiro mandato do presidente norte-americano Brack Obama (2009-2012), as deporta\u00e7\u00f5es passaram de dois milh\u00f5es.A Governamental Comiss\u00e3o Mexicana de Ajuda a Refugiados informou que os pedidos de ref\u00fagio de centro-americanos no M\u00e9xico chegaram a dois mil em 2014, dos quais apenas um quinto teve resposta positiva.<\/p>\n<p>No entanto, o M\u00e9xico tem sua pr\u00f3pria emerg\u00eancia humanit\u00e1ria. A Comiss\u00e3o Mexicana de Defesa e Promo\u00e7\u00e3o dos Direitos Humanos (CMDPDH) documentou 281.400 casos de deslocamento for\u00e7ado pela viol\u00eancia entre 2011 e fevereiro de 2015. Um ter\u00e7o dessas pessoas fugiu de suas comunidades em 141 deslocamentos maci\u00e7os ocorridos em 14 Estados do pa\u00eds.<\/p>\n<p>O deslocamento em massa \u00e9 definido como a mobiliza\u00e7\u00e3o simult\u00e2nea de dez ou mais n\u00facleos familiares por uma mesma causa. Somente no per\u00edodo de janeiro de 2014 a fevereiro de 2015, a CMDPDH registrou 23 desses deslocamentos. Um quinto deles ocorreu em Guerrero, Estado que no \u00faltimo ano duplicou seu recorde e se converteu no l\u00edder do deslocamento for\u00e7ado pela viol\u00eancia no M\u00e9xico.\u201cAs pessoas for\u00e7adas a se deslocarem internamente n\u00e3o contam com mecanismos nem institui\u00e7\u00f5es para sua prote\u00e7\u00e3o ou assist\u00eancia\u201d, diz o informe Deslocamento For\u00e7ado no M\u00e9xico, que a organiza\u00e7\u00e3o apresentou em 2015.<\/p>\n<p>Mas h\u00e1 outros caos, como o de Myrna Lazcano, uma mexicana que depois de se casar e ter suas duas filhas nos Estados Unidos decidiu voltar ao M\u00e9xico, em 2008. Por\u00e9m, a viol\u00eancia contra a mulher que impera nos Estados de Puebla, de onde era origin\u00e1ria, e Veracruz, onde foi trabalhar, a for\u00e7ou a mandar as filhas de volta, primeiramente, e depois regressar aos Estados Unidos, onde agora \u00e9 solicitante de asilo.<\/p>\n<p>Como ela, outros 9.200 mexicanos solicitaram asilo pol\u00edtico nos Estados Unidos em 2012, n\u00famero que triplicou as solicita\u00e7\u00f5es registradas nesse pa\u00eds em 2008. \u201cIsso \u00e9 uma emerg\u00eancia que ningu\u00e9m quer atender\u201d, enfatizou Figueroa. \u201cEst\u00e1 em meio \u00e0 posi\u00e7\u00e3o, sobretudo dos Estados Unidos, a respeito da situa\u00e7\u00e3o na Am\u00e9rica Central, porque seriam obrigados a dar ref\u00fagio por essa situa\u00e7\u00e3o\u201d, apontou. Mas, a seu ver, \u201ctamb\u00e9m est\u00e1 em meio \u00e0 posi\u00e7\u00e3o do M\u00e9xico e dos pa\u00edses de origem, que seriam obrigados a aceitar que est\u00e3o falhando, assim como a comunidade internacional\u201d. Envolverde\/IPS<\/p>\n<p><em>* Este artigo integra uma s\u00e9rie elaborada pela IPS sobrea C\u00fapula Humanit\u00e1ria Mundial, que acontecer\u00e1 em Istambul, na Turquia, nos dias 23 e 24 deste m\u00eas.<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Por&nbsp;Daniela Pastrana, da IPS &ndash;&nbsp; Cidade do M&eacute;xico, M&eacute;xico 18\/5\/2016 &ndash; &ldquo;Isto &eacute; uma crise humanit&aacute;ria&rdquo;, resume Bertha Z&uacute;&ntilde;iga C&aacute;ceres, se referindo &agrave; situa&ccedil;&atilde;o de viol&ecirc;ncia em Honduras, M&eacute;xico e outros pa&iacute;ses da Am&eacute;rica Central, com centenas de milhares de v&iacute;timas, em cuja origem est&aacute; o crime transnacional, que resulta invis&iacute;vel para a comunidade internacional.A [&hellip;] <a href=\"https:\/\/www.ipsnews.net\/portuguese\/2016\/05\/ultimas-noticias\/emergencia-humanitaria-na-america-latina\/\" class=\"more-link\">Continue Reading <span class=\"meta-nav\">&rarr;<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1109,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[2,1],"tags":[2830,3029,2458],"class_list":["post-20867","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-america-latina","category-ultimas-noticias","tag-1-1-canais","tag-emergencia-humanitaria","tag-inter-press-service"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.ipsnews.net\/portuguese\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/20867","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.ipsnews.net\/portuguese\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.ipsnews.net\/portuguese\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ipsnews.net\/portuguese\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1109"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ipsnews.net\/portuguese\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=20867"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.ipsnews.net\/portuguese\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/20867\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":20868,"href":"https:\/\/www.ipsnews.net\/portuguese\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/20867\/revisions\/20868"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.ipsnews.net\/portuguese\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=20867"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ipsnews.net\/portuguese\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=20867"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ipsnews.net\/portuguese\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=20867"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}