{"id":21038,"date":"2016-07-14T13:20:57","date_gmt":"2016-07-14T13:20:57","guid":{"rendered":"http:\/\/www.envolverde.com.br\/?p=211621"},"modified":"2016-07-14T13:20:57","modified_gmt":"2016-07-14T13:20:57","slug":"licoes-alemas-para-transicao-energetica","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.ipsnews.net\/portuguese\/2016\/07\/ultimas-noticias\/licoes-alemas-para-transicao-energetica\/","title":{"rendered":"Li\u00e7\u00f5es alem\u00e3s para transi\u00e7\u00e3o energ\u00e9tica"},"content":{"rendered":"<div id=\"attachment_211622\" style=\"width: 350px\" class=\"wp-caption alignright\"><img class=\"wp-image-211622\" src=\"http:\/\/www.envolverde.com.br\/wp-content\/uploads\/casa.jpg\" alt=\"Uma casa com pain\u00e9is solares no telhado,em uma localidade da Ren\u00e2nia do Norte-Westfalia, na Alemanha. Algo comum nesse pa\u00eds europeu, mas ainda distante em muitos pa\u00edses da Am\u00e9rica Latina. Foto: Emilio Godoy\/IPS\" width=\"340\" height=\"255\" srcset=\"http:\/\/www.envolverde.com.br\/wp-content\/uploads\/casa.jpg 629w, http:\/\/www.envolverde.com.br\/wp-content\/uploads\/casa-300x225.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 340px) 100vw, 340px\" \/><p class=\"wp-caption-text\">Uma casa com pain\u00e9is solares no telhado,em uma localidade da Ren\u00e2nia do Norte-Westfalia, na Alemanha. Algo comum nesse pa\u00eds europeu, mas ainda distante em muitos pa\u00edses da Am\u00e9rica Latina. Foto: Emilio Godoy\/IPS<\/p><\/div>\n<p><em>Por\u00a0Emilio Godoy, da IPS &#8211;\u00a0<\/em><\/p>\n<p>Dusseldorf, Alemanha, 14\/7\/2016 \u2013 A transi\u00e7\u00e3o energ\u00e9tica da Alemanha acumula um processo de pelo menos 20 anos de evolu\u00e7\u00e3o, que oferece li\u00e7\u00f5es importantes \u00e0 Am\u00e9rica Latina, de como promover energias renov\u00e1veis e passar para economias baixas em carbono.A transforma\u00e7\u00e3o alem\u00e3 come\u00e7ou formalmente em 2011, sustentada em leis que favorecem a gera\u00e7\u00e3o alternativa mediante um aux\u00edlio para os produtores, amplia\u00e7\u00e3o da rede el\u00e9trica para propiciar a incorpora\u00e7\u00e3o da renov\u00e1vel e a cogera\u00e7\u00e3o para aproveitar a energia desperdi\u00e7ada nas instala\u00e7\u00f5es de fontes f\u00f3sseis.<\/p>\n<p>Em geral, a legisla\u00e7\u00e3o a favor da gera\u00e7\u00e3o e do consumo de fontes renov\u00e1veis duplicou amplamente no mundo desde o come\u00e7o do s\u00e9culo, e a Am\u00e9rica Latina n\u00e3o \u00e9 uma exce\u00e7\u00e3o.\u201cOutros pa\u00edses, incluindo os latino-americanos, devem olhar para a experi\u00eancia da Alemanha e aprender tanto o que tem de bom quanto o de ruim\u201d, apontou \u00e0 IPS o analista SaschaSamadi, do n\u00e3o governamental Instituto Wuppertal, dedicado a estudos sobre transforma\u00e7\u00e3o energ\u00e9tica.<\/p>\n<p>Segundo Samadi, \u201cno come\u00e7o da transi\u00e7\u00e3o energ\u00e9tica tudo dizia respeito a se levantar contra as grandes empresas de energia, que eram mal vistas por muita gente\u201d, enquanto agora \u00e9 a preocupa\u00e7\u00e3o com a mudan\u00e7a clim\u00e1tica o motor primordial do apoio \u00e0 transi\u00e7\u00e3o. Para avan\u00e7ar para uma matriz energ\u00e9tica baixa em carbono, \u201cnos pa\u00edses latino-americanos, outros aspectos podem ser mais importantes na agenda, como reduzir a depend\u00eancia das importa\u00e7\u00f5es ou aumentar a seguran\u00e7a da oferta\u201d, explicou.<\/p>\n<p>Na Alemanha, a gera\u00e7\u00e3o renov\u00e1vel forneceu 30% de toda a eletricidade em 2015, levando o pa\u00eds a ser a terceira pot\u00eancia mundial em energias renov\u00e1veis \u2013 exclu\u00edda a hidroeletricidade \u2013, com a terceira posi\u00e7\u00e3o em energia e\u00f3lica e biodiesel, e a quinta em geotermia. Al\u00e9m disso, \u00e9 l\u00edder em capacidade por habitante em energia fotovoltaica (solar), embora sua radia\u00e7\u00e3o solar n\u00e3o seja precisamente favor\u00e1vel.<\/p>\n<p>Na \u00faltima d\u00e9cada, a Am\u00e9rica Latina avan\u00e7ou no desenvolvimento de energias renov\u00e1veis, em uma \u00e1rea altamente dependente de combust\u00edveis f\u00f3sseis, seja porque seus pa\u00edses s\u00e3o grandes produtores de hidrocarbonos \u2013 como Argentina, Brasil, Col\u00f4mbia, Equador, M\u00e9xico, Peru e Venezuela \u2013, ou por dependerem de sua importa\u00e7\u00e3o, como a Am\u00e9rica Central e o Chile.<\/p>\n<div id=\"attachment_211623\" style=\"width: 350px\" class=\"wp-caption alignleft\"><img class=\"wp-image-211623\" src=\"http:\/\/www.envolverde.com.br\/wp-content\/uploads\/modeleenergetico.jpg\" alt=\"O objetivo do modelo energ\u00e9tico alem\u00e3o \u00e9 uma economia baixa em carbono. Isso exige mudan\u00e7as sociais, de padr\u00f5es de consumo e de pol\u00edticas industriais, e obrigar\u00e1 empresas, como a sider\u00fargica da empresa ThyssenKrupp, na cidade de Duisburgo, a reconverterem seu padr\u00e3o energ\u00e9tico para substituir o carv\u00e3o por fontes limpas. Foto: Emilio Godoy\/IPS\" width=\"340\" height=\"255\" srcset=\"http:\/\/www.envolverde.com.br\/wp-content\/uploads\/modeleenergetico.jpg 640w, http:\/\/www.envolverde.com.br\/wp-content\/uploads\/modeleenergetico-300x225.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 340px) 100vw, 340px\" \/><p class=\"wp-caption-text\">O objetivo do modelo energ\u00e9tico alem\u00e3o \u00e9 uma economia baixa em carbono. Isso exige mudan\u00e7as sociais, de padr\u00f5es de consumo e de pol\u00edticas industriais, e obrigar\u00e1 empresas, como a sider\u00fargica da empresa ThyssenKrupp, na cidade de Duisburgo, a reconverterem seu padr\u00e3o energ\u00e9tico para substituir o carv\u00e3o por fontes limpas. Foto: Emilio Godoy\/IPS<\/p><\/div>\n<p>Uma maioria de pa\u00edses inclui em suas legisla\u00e7\u00f5es planos a favor da transi\u00e7\u00e3o energ\u00e9tica, pol\u00edticas de efici\u00eancia na produ\u00e7\u00e3o e no consumo e metas de gera\u00e7\u00e3o renov\u00e1vel.Por exemplo, o M\u00e9xico conta, desde dezembro, com a Lei de Transi\u00e7\u00e3o Energ\u00e9tica, o Chile possui o plano Energia 2050, e o Uruguai tem a Pol\u00edtica Energ\u00e9tica 2005-2030. Nessas disposi\u00e7\u00f5es s\u00e3o estipuladas metas de m\u00e9dio e longo prazos para a gera\u00e7\u00e3o renov\u00e1vel, incentivos fiscais e outras a\u00e7\u00f5es a favor de uma matriz energ\u00e9tica mais limpa.<\/p>\n<p>No ano passado, o Brasil atraiu investimentos no valor de US$ 7,1 bilh\u00f5es (10% menos do que em 2014) para as renov\u00e1veis, o M\u00e9xico, US$ 4 bilh\u00f5es (o dobro de 2014), e o Chile, US$ 3,4 bilh\u00f5es (aumento de 150%), segundo o informe <em>Tend\u00eancias Globais de Investimento em EnergiaRenov\u00e1vel2016<\/em>. E na\u00e7\u00f5es como Honduras e Uruguai captaram mais de US$ 500 milh\u00f5es em 2015 para investimento renov\u00e1vel, afirma o documento elaborado pelo Centro Colaborativo para o Financiamento Clim\u00e1tico e de Energia Sustent\u00e1vel, da Escola de Finan\u00e7as de Frankfurt e do Programa das Na\u00e7\u00f5es Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma).<\/p>\n<p>Segundo o estudo, o Brasil passou de atrair US$ 800 milh\u00f5es em 2004, para US$ 7,1 bilh\u00f5es em 2015. Exceto o caso brasileiro, a Am\u00e9rica Latina captou US$ 1,7 bilh\u00e3o em 2004, subindo para US$ 12,8 bilh\u00f5es em 2015. Mas os fluxos de capital do ano passado ca\u00edram em rela\u00e7\u00e3o a 2014, por fatores como incerteza pol\u00edtica em alguns pa\u00edses e baixos pre\u00e7os do petr\u00f3leo, em outros.A regi\u00e3o gera 209.419 megawatts (MW) renov\u00e1veis, dos quais a hidroenergia representa 171.960 MW.<\/p>\n<p>Para impulsionar uma matriz energ\u00e9tica de baixo carbono, Sophia Sch\u00f6nborn, analista da organiza\u00e7\u00e3o n\u00e3o governamental KlimaDiskurs.NRWe.V, destacou \u00e0 IPS que h\u00e1 um elemento que a Am\u00e9rica Latina deveria copiar do processo na Alemanha.\u201cA transi\u00e7\u00e3o alem\u00e3 demonstra a import\u00e2ncia de tomar as decis\u00f5es a partir de baixo, ouvir o cidad\u00e3o. N\u00e3o foi uma imposi\u00e7\u00e3o, mas a sociedade que promoveu mudan\u00e7as no modelo energ\u00e9tico\u201d, pontuou a especialista dessa plataforma sobre assuntos energ\u00e9ticos.<\/p>\n<p>A Alemanha j\u00e1 chegou a um ponto de sobreoferta renov\u00e1vel, por isso o parlamentoaprovou, para a partir de janeiro de 2017, a tarifa fixa para o setor e a instaura\u00e7\u00e3o de leil\u00f5es para todas as fontes. A reforma da Lei de Energia Renov\u00e1vel, que entrar\u00e1 em vigor nessa data, premia os geradores mais baratos, imp\u00f5e tetos de gera\u00e7\u00e3o e limita a perman\u00eancia da tarifa fixa s\u00f3 para as cooperativas e os pequenos produtores.<\/p>\n<p>O modelo alem\u00e3o possibilitou que o cidad\u00e3o gerasse sua pr\u00f3pria eletricidade e inclusive pudesse vend\u00ea-la \u00e0 rede, na constru\u00e7\u00e3o do que especialistas e organiza\u00e7\u00f5es chamam de \u201ccidadania energ\u00e9tica\u201d. Mas isso est\u00e1 longe de ser uma realidade na Am\u00e9rica Latina. A tarifa fixa, que incluiu um aux\u00edlio para apoiar os geradores renov\u00e1veis, potencializou a amplia\u00e7\u00e3o dessas alternativas no pa\u00eds.<\/p>\n<div id=\"attachment_211624\" style=\"width: 350px\" class=\"wp-caption alignright\"><img class=\"wp-image-211624\" src=\"http:\/\/www.envolverde.com.br\/wp-content\/uploads\/transicaoenergetica.jpg\" alt=\"A transi\u00e7\u00e3o energ\u00e9tica da Alemanha incluiu facilidades paras as energias e\u00f3lica e fotovoltaica, geradas por cooperativas e cidad\u00e3os, como as que operam no Bioparque de energia de Saerbeck, no Estado da Ren\u00e2nia do Norte-Westfalia. Foto: Emilio Godoy\/IPS\" width=\"340\" height=\"255\" srcset=\"http:\/\/www.envolverde.com.br\/wp-content\/uploads\/transicaoenergetica.jpg 640w, http:\/\/www.envolverde.com.br\/wp-content\/uploads\/transicaoenergetica-300x225.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 340px) 100vw, 340px\" \/><p class=\"wp-caption-text\">A transi\u00e7\u00e3o energ\u00e9tica da Alemanha incluiu facilidades paras as energias e\u00f3lica e fotovoltaica, geradas por cooperativas e cidad\u00e3os, como as que operam no Bioparque de energia de Saerbeck, no Estado da Ren\u00e2nia do Norte-Westfalia. Foto: Emilio Godoy\/IPS<\/p><\/div>\n<p>Na Am\u00e9rica Latina, pa\u00edses como Equador, Honduras, Panam\u00e1, Peru e Uruguai a aplicam, ou a mesclaram com a medi\u00e7\u00e3o baseada na diferen\u00e7a entre o que um usu\u00e1rio que se liga \u00e0 rede el\u00e9trica consome e o que gera e injeta na mesma rede. Na conta s\u00f3 \u00e9 paga a diferen\u00e7a entre a eletricidade consumida e a fornecida.Al\u00e9m disso, pa\u00edses como Chile, M\u00e9xico e Peru desenvolveram, desde 2015, leil\u00f5es que terminaram com baixas nos pre\u00e7os do quilowatt\/hora, em parte por seus vastos recursos renov\u00e1veis.<\/p>\n<p>Assim destaca o informe <em>Energias Renov\u00e1veis 2016: Relat\u00f3rio da Situa\u00e7\u00e3o Mundial<\/em>, lan\u00e7ado em junho e elaborado pela n\u00e3o governamental Rede de Pol\u00edticas sobre Energia Renov\u00e1vel para o S\u00e9culo 21. As recentes varia\u00e7\u00f5es s\u00e3o um sinal para a Am\u00e9rica Latina sobre o manejo do mercado renov\u00e1vel, para evitar riscos de satura\u00e7\u00e3o ou pagamentos excessivos aos geradores, acrescentam os especialistas.<\/p>\n<p>Samadi ressaltou que \u201cos custos da expans\u00e3o das renov\u00e1veis s\u00e3o pagos pelos contribuintes na Alemanha\u201d, e acrescentou que \u201cisso pode n\u00e3o ser um bom instrumento para os pa\u00edses latino-americanos, nos quais baixos pre\u00e7os energ\u00e9ticos podem ser importantes para o desenvolvimento social e a coes\u00e3o\u201d. Antes, sugeriu impostos gerais ou fundos especiais.<\/p>\n<p>H\u00e1 outro aprendizado: \u201cse na Alemanha come\u00e7\u00e1ssemos agora o grande crescimento das renov\u00e1veis, com os baixos custos tecnol\u00f3gicos atuais, nosso custo de gera\u00e7\u00e3o seria menor do que o que pagamos\u201d, indicouSamadi.A seu ver, \u201cos pa\u00edses que come\u00e7am hoje a investir fortemente em e\u00f3lica e fotovoltaica n\u00e3o enfrentar\u00e3o os mesmos custos altos que a Alemanha, especialmente quando se leva em conta as condi\u00e7\u00f5es de radia\u00e7\u00e3o solar na maior parte da Am\u00e9rica Latina\u201d.<\/p>\n<p>Sch\u00f6nborn concorda com esse ponto, ao destacar os custos competitivos das fontes renov\u00e1veis. Mas alertou parao risco de \u201cuma divis\u00e3o social\u201d para quem n\u00e3o pode gerar sua pr\u00f3pria energia e deve adquiri-la da rede. Essa desigualdade \u201cexige a interven\u00e7\u00e3o do Estado para garantir esse acesso\u201d, ressaltou. Envolverde\/IPS<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Por&nbsp;Emilio Godoy, da IPS &ndash;&nbsp; Dusseldorf, Alemanha, 14\/7\/2016 &ndash; A transi&ccedil;&atilde;o energ&eacute;tica da Alemanha acumula um processo de pelo menos 20 anos de evolu&ccedil;&atilde;o, que oferece li&ccedil;&otilde;es importantes &agrave; Am&eacute;rica Latina, de como promover energias renov&aacute;veis e passar para economias baixas em carbono.A transforma&ccedil;&atilde;o alem&atilde; come&ccedil;ou formalmente em 2011, sustentada em leis que favorecem a [&hellip;] <a href=\"https:\/\/www.ipsnews.net\/portuguese\/2016\/07\/ultimas-noticias\/licoes-alemas-para-transicao-energetica\/\" class=\"more-link\">Continue Reading <span class=\"meta-nav\">&rarr;<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1109,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[10,1],"tags":[2830,3043,2233],"class_list":["post-21038","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-energia","category-ultimas-noticias","tag-1-1-canais","tag-mundo-inter-press-service","tag-renovaveis"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.ipsnews.net\/portuguese\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/21038","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.ipsnews.net\/portuguese\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.ipsnews.net\/portuguese\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ipsnews.net\/portuguese\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1109"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ipsnews.net\/portuguese\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=21038"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.ipsnews.net\/portuguese\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/21038\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":21039,"href":"https:\/\/www.ipsnews.net\/portuguese\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/21038\/revisions\/21039"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.ipsnews.net\/portuguese\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=21038"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ipsnews.net\/portuguese\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=21038"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ipsnews.net\/portuguese\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=21038"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}