{"id":21266,"date":"2016-10-04T13:02:24","date_gmt":"2016-10-04T13:02:24","guid":{"rendered":"http:\/\/www.envolverde.com.br\/?p=214693"},"modified":"2016-10-04T13:02:24","modified_gmt":"2016-10-04T13:02:24","slug":"ciencia-ajuda-cafeicultores-na-costa-rica","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.ipsnews.net\/portuguese\/2016\/10\/ultimas-noticias\/ciencia-ajuda-cafeicultores-na-costa-rica\/","title":{"rendered":"Ci\u00eancia ajuda cafeicultores na Costa Rica"},"content":{"rendered":"<div id=\"attachment_214694\" style=\"width: 350px\" class=\"wp-caption alignright\"><img class=\"wp-image-214694\" src=\"http:\/\/www.envolverde.com.br\/wp-content\/uploads\/cafe.jpg\" alt=\"As fazendas da montanhosa regi\u00e3o de Llano Bonito de Le\u00f3n Cort\u00e9s usam bananeiras como sombra para o caf\u00e9, dentro de sua adapta\u00e7\u00e3o \u00e0 mudan\u00e7a clim\u00e1tica, enquanto os especialistas pedem urg\u00eancia na diversifica\u00e7\u00e3o de mais esp\u00e9cies do gr\u00e3o na Costa Rica. Foto: Diego Arguedas Ortiz\/IPS\" width=\"340\" height=\"226\" srcset=\"http:\/\/www.envolverde.com.br\/wp-content\/uploads\/cafe.jpg 629w, http:\/\/www.envolverde.com.br\/wp-content\/uploads\/cafe-300x200.jpg 300w, http:\/\/www.envolverde.com.br\/wp-content\/uploads\/cafe-272x182.jpg 272w\" sizes=\"(max-width: 340px) 100vw, 340px\" \/><p class=\"wp-caption-text\">As fazendas da montanhosa regi\u00e3o de Llano Bonito de Le\u00f3n Cort\u00e9s usam bananeiras como sombra para o caf\u00e9, dentro de sua adapta\u00e7\u00e3o \u00e0 mudan\u00e7a clim\u00e1tica, enquanto os especialistas pedem urg\u00eancia na diversifica\u00e7\u00e3o de mais esp\u00e9cies do gr\u00e3o na Costa Rica. Foto: Diego Arguedas Ortiz\/IPS<\/p><\/div>\n<p><em>Por\u00a0Diego Arguedas Ortiz, da IPS &#8211;\u00a0<\/em><\/p>\n<p>Llano Bonito, Costa Rica, 4\/10\/2016 \u2013 \u201cBaixamos nossa produ\u00e7\u00e3o de caf\u00e9 por hectare por amadurecimento precoce do fruto e por causa das doen\u00e7as\u201d, afirmou Maritza Calder\u00f3n, cafeicultora das montanhas do sudeste da Costa Rica.Sua hist\u00f3ria se repete em todo o planeta. O informe <em>A Brewing Storm<\/em> (Aproximando-se a Tempestade), publicado no dia 29 de agosto pelo Climate Institute, da Austr\u00e1lia, alerta que os pa\u00edses que tradicionalmente dominam o cultivo do caf\u00e9 ter\u00e3o problemas como multiplica\u00e7\u00e3o de enfermidades e perda da \u00e1rea cultiv\u00e1vel.<\/p>\n<p>Alertas como esse ativaram nos \u00faltimos anos uma complexa engrenagem na Costa Rica envolvendo especialistas, \u00f3rg\u00e3os governamentais, cooperantes e produtores organizados, com a miss\u00e3o de resgatar a produ\u00e7\u00e3o cafeeira local com a melhor ci\u00eancia dispon\u00edvel. Assim, os produtores integram novas variedades resistentes, melhores pr\u00e1ticas de fertilizantes e um bom equil\u00edbrio de sombra com \u00e1rvores frut\u00edferas ou com boas ra\u00edzes para evitar a eros\u00e3o do solo.<\/p>\n<p>Na localidade de Llano Bonito de Le\u00f3n Cort\u00e9s, uma fria \u00e1rea montanhosa que fica 175 quil\u00f4metros a sudeste de S\u00e3o Jos\u00e9, capital do pa\u00eds, Calder\u00f3n e outros 13 produtores reunidos em um painel de capacita\u00e7\u00e3o relataram \u00e0 IPS as mudan\u00e7as em suas propriedades.\u201cA ferrugem do caf\u00e9 j\u00e1 n\u00e3o tem uma \u00e9poca espec\u00edfica, atrasando ou adiantando segundo o ano ou o clima\u201d, pontuou o produtor Bienvenido Abarca, que, no entanto, se mostrou esperan\u00e7oso com a capacita\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Por mais de dois s\u00e9culos o caf\u00e9 esteve profundamente enraizado na hist\u00f3ria, na cultura e nas tradi\u00e7\u00f5es desse pa\u00eds centro-americano de 3,8 milh\u00f5es\u00a0 de habitantes. O Teatro Nacional, na capital, por exemplo, foi constru\u00eddo nos finais de 1800 com um imposto cobrado sobre as exporta\u00e7\u00f5es cafeeiras.Entretanto, diante da crua luta de pre\u00e7os internacionais e uma press\u00e3o interna por terras para a urbaniza\u00e7\u00e3o, o pa\u00eds passou de 34 mil fazendas de caf\u00e9, em 1984, para 26 mil, em 2014, segundo dados do independente Estado da Na\u00e7\u00e3o 2015.<\/p>\n<p>Cerca de 40 mil fam\u00edlias se dedicam ao caf\u00e9, de acordo com o Minist\u00e9rio de Agricultura e Pecu\u00e1ria, e colhem pouco mais de 85 mil hectares do tipo ar\u00e1bico, a esp\u00e9cie cultivada no pa\u00eds. Representa o terceiro produto agr\u00edcola mais exportado e o oitavo no geral, embora signifique apenas 2% do mercado global.<\/p>\n<p>As fazendas que restam se adaptaram, apostaram na especializa\u00e7\u00e3o e o caf\u00e9 da Costa Rica buscou se posicionar como produto de qualidade. Os 673 produtores de Llano Bonito, um ter\u00e7o deles mulheres, se reuniram na cooperativa Coopellanobonito e exportam para os Estados Unidos.<\/p>\n<p>Agora devem encontrar a maneira de seguir em frente diante das altera\u00e7\u00f5es do clima e da eleva\u00e7\u00e3o da temperatura. \u201cEm n\u00edvel internacional, a Costa Rica \u00e9 vista como um pa\u00eds l\u00edder em caf\u00e9. Ent\u00e3o, \u00e9 necess\u00e1rio buscar aqui essas alternativas, disse \u00e0 IPS o brasileiro Elias de Melo, especialista nesse cultivo e em sistemas agroflorestais do Centro Agron\u00f4mico Tropical de Pesquisa e Ensino (Catie), com sede no pa\u00eds.<\/p>\n<p>Com uma x\u00edcara de caf\u00e9 nas m\u00e3os (\u201co melhor da Costa Rica\u201d, afirma), Melo explicou que as zonas cafeeiras funcionam como corredores biol\u00f3gicos, para evitar a eros\u00e3o e como sustento de milhares de fam\u00edlias. \u201cO caf\u00e9 \u00e9 social e ambientalmente fundamental para a Costa Rica. Se desaparecesse, seria terr\u00edvel\u201d, ressaltou.<\/p>\n<p>Uma das solu\u00e7\u00f5es propostas \u00e9 o projeto que Melo trouxe para Llano Bonito. Junto com a local Funda\u00e7\u00e3o Caf\u00e9 Florestal, a iniciativa est\u00e1 visitando seis comunidades produtoras em todo o pa\u00eds para entender seus problemas e propor solu\u00e7\u00f5es em conjunto.\u201cQueremos montar quatro fazendas-piloto, aqui em sua comunidade, que funcionem como escolas a c\u00e9u aberto\u201d, explicou aos produtores o coordenador da Funda\u00e7\u00e3o, Carlos Jones. Em cada uma das seis \u00e1reas que trabalham, ficar\u00e3o quatro dessas unidades.<\/p>\n<p>Esse projeto recebeu US$ 100 mil do mundial Fundo de Adapta\u00e7\u00e3o, destinado a financiar projetos para reduzir os impactos da mudan\u00e7a clim\u00e1tica em pa\u00edses do Sul em desenvolvimento. O mecanismo concedeu \u00e0 Costa Rica US$ 10 milh\u00f5es para 30 projetos e ser\u00e1 implantado pela n\u00e3o governamental Fundecooperaci\u00f3n.<\/p>\n<p>A cafeicultura \u00e9 uma das \u00e1reas que o pa\u00eds aprendeu a liderar. Em 2013, prop\u00f4s uma iniciativa volunt\u00e1ria para reduzir as emiss\u00f5es de gases-estufa do setor cafeeiro, chamada NAMA Caf\u00e9 no jarg\u00e3o clim\u00e1tico internacional.Agora esse NAMA tamb\u00e9m aposta na adapta\u00e7\u00e3o clim\u00e1tica, explicou um dos seus impulsionadores,o gerente da \u00e1rea de caf\u00e9 do Minist\u00e9rio de Agricultura e Pecu\u00e1ria, Luis Zamora. \u201cO caf\u00e9 pode suportar condi\u00e7\u00f5es adversas, mas at\u00e9 certo ponto\u201d, apontou \u00e0 IPS.<\/p>\n<div id=\"attachment_214695\" style=\"width: 350px\" class=\"wp-caption alignleft\"><img class=\"wp-image-214695\" src=\"http:\/\/www.envolverde.com.br\/wp-content\/uploads\/agricultores-2.jpg\" alt=\"Agricultores ouvem o especialista El\u00edas de Melo, no Sal\u00e3o Comunit\u00e1rio de Llano Bonito de Le\u00f3n Cort\u00e9s, na Costa Rica, durante painel destinado a capacit\u00e1-los na adapta\u00e7\u00e3o de seus cafezais \u00e0 eleva\u00e7\u00e3o da temperatura. Foto: Diego Arguedas Ortiz\/IPS\" width=\"340\" height=\"226\" srcset=\"http:\/\/www.envolverde.com.br\/wp-content\/uploads\/agricultores-2.jpg 640w, http:\/\/www.envolverde.com.br\/wp-content\/uploads\/agricultores-2-300x200.jpg 300w, http:\/\/www.envolverde.com.br\/wp-content\/uploads\/agricultores-2-272x182.jpg 272w\" sizes=\"(max-width: 340px) 100vw, 340px\" \/><p class=\"wp-caption-text\">Agricultores ouvem o especialista El\u00edas de Melo, no Sal\u00e3o Comunit\u00e1rio de Llano Bonito de Le\u00f3n Cort\u00e9s, na Costa Rica, durante painel destinado a capacit\u00e1-los na adapta\u00e7\u00e3o de seus cafezais \u00e0 eleva\u00e7\u00e3o da temperatura. Foto: Diego Arguedas Ortiz\/IPS<\/p><\/div>\n<p>\u201cComo evitar que chegue ao ponto mencionado por Zamora? Com medidas de adapta\u00e7\u00e3o, afirmou, como plantar \u00e1rvores dentro do cafezal para regular a temperatura mediante sistemas agroflorestais, coletar \u00e1gua ou utilizar novas variedades mais resistentes\u201d, concordam os especialistas. Uma pr\u00e1tica comum nas fazendas de caf\u00e9 tem sido utilizar \u00e1rvores frut\u00edferas ou bananeiras, que d\u00e3o sombra ao cafezal e oferecem in\u00fameras vantagens para os produtores.<\/p>\n<p>\u201cN\u00e3o se pode falar de mitiga\u00e7\u00e3o ou adapta\u00e7\u00e3o \u00e0 mudan\u00e7a clim\u00e1tica sem levar as \u00e1rvores aos sistemas produtivos\u201d, destacou Melo.As \u00e1rvores, geram um microclima que evita problemas decorrentes das altas temperaturas, impedem a eros\u00e3o dos solos e melhoram a filtra\u00e7\u00e3o de \u00e1gua. Inclusive, uma sele\u00e7\u00e3o adequada dessa cobertura diversifica a colheita do produtor, representando uma medida de adapta\u00e7\u00e3o \u00e0 mudan\u00e7a clim\u00e1tica.<\/p>\n<p>\u201cAgora mesmo chegamos em casa com bananas, mandioca, taro (<em>Colocasia esculenta <\/em>\u2013 um tub\u00e9rculo muito consumido na regi\u00e3o), ciriguela (<em>Spondias purp\u00farea<\/em>). Tudo isso da sombra\u201d, disse Abarca. Entretanto, as solu\u00e7\u00f5es para garantir a cafeicultura em um clima mais quente t\u00eam de chegar r\u00e1pido, afirmou Zamora, porque \u201cn\u00e3o h\u00e1 muito tempo para se pensar\u201d diante do avan\u00e7o da mudan\u00e7a clim\u00e1tica.<\/p>\n<p>Os cafezais viveram um momento delicado em 2014, quando as condi\u00e7\u00f5es \u00famidas e altas temperaturas permitiram \u00e0 ferrugem do caf\u00e9 se estender pela Am\u00e9rica Central.Esses epis\u00f3dios obrigam os produtores a renovarem seus cafezais com novas variedades mais resistentes a doen\u00e7as, como os h\u00edbridos H1, a variedade Costa Rica 95 ou a brasileira obat\u00e1.<\/p>\n<p>As fazendas necessitam de apoio financeiro, alertaram Zamora e Melo, pois trocar as plantas tem custo aproximado de US$ 8 mil por hectare. A primeira colheita pode demorar at\u00e9 tr\u00eas anos para acontecer. Essas solu\u00e7\u00f5es que especialistas e produtores pedem com urg\u00eancia devem nascer desde a base, embora estejam amparadas na ci\u00eancia.<\/p>\n<p>A prova \u00e9 dada pela economista Milagro Sabor\u00edo, que pesquisou 300 fam\u00edlias produtoras sobre a mudan\u00e7a clim\u00e1tica, para um projeto conjunto do Catie e da organiza\u00e7\u00e3o Conserva\u00e7\u00e3o Internacional. As duas zonas analisadas mostraram condi\u00e7\u00f5es culturais diferentes que obrigavam a pensar em a\u00e7\u00f5es espec\u00edficas para elas. \u201cN\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel um \u00fanico modelo nacional\u201d, afirmou \u00e0 IPS.<\/p>\n<p>Com ela coincide o representante da Organiza\u00e7\u00e3o das Na\u00e7\u00f5es Unidas para a Alimenta\u00e7\u00e3o e a Agricultura (FAO) na Costa Rica, Octavio Ram\u00edrez, para quem o projeto do Fundo de Adapta\u00e7\u00e3o deve considerar as particularidades locais se quiser ter escala nacional. \u201c\u00c9 preciso fazer a roupa sob medida, mas h\u00e1 coisas comuns\u201d, enfatizou \u00e0 IPS.<\/p>\n<p>A FAO trabalha com produtores de caf\u00e9 em toda a regi\u00e3o centro-americana, explicou Ram\u00edrez, especialmente para apoi\u00e1-los na preven\u00e7\u00e3o e no manejo da ferrugem. Envolverde\/IPS<\/p>\n<p>O post <a rel=\"nofollow\" href=\"http:\/\/www.envolverde.com.br\/1-1-canais\/ciencia-ajuda-cafeicultores-na-costa-rica\/\">Ci\u00eancia ajuda cafeicultores na Costa Rica<\/a> apareceu primeiro em <a rel=\"nofollow\" href=\"http:\/\/www.envolverde.com.br\/\">Envolverde<\/a>.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Por&nbsp;Diego Arguedas Ortiz, da IPS &ndash;&nbsp; Llano Bonito, Costa Rica, 4\/10\/2016 &ndash; &ldquo;Baixamos nossa produ&ccedil;&atilde;o de caf&eacute; por hectare por amadurecimento precoce do fruto e por causa das doen&ccedil;as&rdquo;, afirmou Maritza Calder&oacute;n, cafeicultora das montanhas do sudeste da Costa Rica.Sua hist&oacute;ria se repete em todo o planeta. 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