{"id":21404,"date":"2016-11-18T11:37:34","date_gmt":"2016-11-18T11:37:34","guid":{"rendered":"http:\/\/www.envolverde.com.br\/?p=216317"},"modified":"2016-11-18T11:37:34","modified_gmt":"2016-11-18T11:37:34","slug":"mineradoras-de-olho-no-fosfato-do-mar","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.ipsnews.net\/portuguese\/2016\/11\/ultimas-noticias\/mineradoras-de-olho-no-fosfato-do-mar\/","title":{"rendered":"Mineradoras de olho no fosfato do mar"},"content":{"rendered":"<div id=\"attachment_216318\" style=\"width: 350px\" class=\"wp-caption alignright\"><img class=\"wp-image-216318\" src=\"http:\/\/www.envolverde.com.br\/wp-content\/uploads\/sudafrica1-629x418.jpg\" alt=\"O presidente da \u00c1frica do Sul, Jacob Zuma, responde perguntas no Conselho Nacional das Prov\u00edncias, no dia 25 de outubro de 2016. Foto: Cortesia da Rep\u00fablica da \u00c1frica do Sul\" width=\"340\" height=\"226\" srcset=\"http:\/\/www.envolverde.com.br\/wp-content\/uploads\/sudafrica1-629x418.jpg 629w, http:\/\/www.envolverde.com.br\/wp-content\/uploads\/sudafrica1-629x418-300x199.jpg 300w, http:\/\/www.envolverde.com.br\/wp-content\/uploads\/sudafrica1-629x418-272x182.jpg 272w\" sizes=\"(max-width: 340px) 100vw, 340px\" \/><p class=\"wp-caption-text\">O presidente da \u00c1frica do Sul, Jacob Zuma, responde perguntas no Conselho Nacional das Prov\u00edncias, no dia 25 de outubro de 2016. Foto: Cortesia da Rep\u00fablica da \u00c1frica do Sul<\/p><\/div>\n<p><em>Por\u00a0Mark Olalde, da IPS &#8211;\u00a0<\/em><\/p>\n<p>Johannesburgo, \u00c1frica do Sul, 18\/11\/2016 \u2013 O temor pela cont\u00ednua redu\u00e7\u00e3o das reservas de f\u00f3sforo lan\u00e7ou as mineradoras em uma busca desenfreada, que as levou a identificar novos dep\u00f3sitos de fosfato no leito marinho, e agora lutam para obter direitos de explora\u00e7\u00e3o em v\u00e1rias partes do mundo. Pa\u00edses da \u00c1frica austral poderiam estabelecer um precedente internacional se concederem permiss\u00f5es para o in\u00edcio das primeiras opera\u00e7\u00f5es submarinas.<\/p>\n<p>A \u00c1frica do Sul, em especial, \u00e9 um dos primeiros a legislar sua economia mar\u00edtima a fim de promover o desenvolvimento sustent\u00e1vel, embora ainda haja d\u00favidas sobre o lugar que a minera\u00e7\u00e3o ocupar\u00e1 nessa nova economia.Entre abril de 2007 e agosto de 2008, o pre\u00e7o do fosfato, ingrediente necess\u00e1rio para os fertilizantes, aumentou quase 950%, em parte pela ideia de que a produ\u00e7\u00e3o alcan\u00e7ou seu m\u00e1ximo e agora come\u00e7ar\u00e1 a diminuir.<\/p>\n<p>Antes que os pre\u00e7os baixassem, j\u00e1 haviam sido feitas prospec\u00e7\u00f5es buscando reservas de fosfato no mar profundo em diferentes partes do mundo.Desde ent\u00e3o, a nova ind\u00fastria do fosfato de leito marinho teve pouco \u00eaxito. H\u00e1 v\u00e1rias opera\u00e7\u00f5es propostas nas ilhas do Oceano Pac\u00edfico, mas Nova Zel\u00e2ndia e M\u00e9xico recha\u00e7aram a explora\u00e7\u00e3o em suas \u00e1guas territoriais. Por isso, as reservas da \u00c1frica austral, criadas por correntes de \u00e1gua procedentes da Ant\u00e1rtida, que possuem alto conte\u00fado de fosfato, est\u00e3o no centro do debate.<\/p>\n<p>A Nam\u00edbia tem dep\u00f3sitos de fosfato identificados em seu leito marinho, e h\u00e1 pouco esteve prestes a conceder autoriza\u00e7\u00e3o de explora\u00e7\u00e3o. Embora exista uma morat\u00f3ria desde 2013, em setembro o ministro de Ambiente tomou a controvertida decis\u00e3o de conceder as licen\u00e7as necess\u00e1rias para a explora\u00e7\u00e3o. Mas os consequentes protestos populares o obrigaram a voltar atr\u00e1s.<\/p>\n<div id=\"attachment_216319\" style=\"width: 570px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img class=\"wp-image-216319\" src=\"http:\/\/www.envolverde.com.br\/wp-content\/uploads\/sudafrica2.png\" alt=\"A maioria das explora\u00e7\u00f5es marinhas em busca de fosfato enfrentou morat\u00f3rias e outros obst\u00e1culos. Foto: Cortesia do Centro pelo Direito Ambiental\" width=\"560\" height=\"341\" srcset=\"http:\/\/www.envolverde.com.br\/wp-content\/uploads\/sudafrica2.png 591w, http:\/\/www.envolverde.com.br\/wp-content\/uploads\/sudafrica2-300x183.png 300w\" sizes=\"(max-width: 560px) 100vw, 560px\" \/><p class=\"wp-caption-text\">A maioria das explora\u00e7\u00f5es marinhas em busca de fosfato enfrentou morat\u00f3rias e outros obst\u00e1culos. Foto: Cortesia do Centro pelo Direito Ambiental<\/p><\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Um ex-gerente-geral de projetos da companhia Namibian Marine Phosphate (Pty), que solicitou autoriza\u00e7\u00e3o para explorar nesse pa\u00eds, disse \u00e0 IPS que as organiza\u00e7\u00f5es ambientalistas e de pesca foram uma for\u00e7a de oposi\u00e7\u00e3o bem organizada, e estimou que na \u00c1frica do Sul tamb\u00e9m ser\u00e1 muito dif\u00edcil devido \u00e0 falta de precedentes na mat\u00e9ria.<\/p>\n<p>De fato, o diretor para a \u00c1frica do Instituto Internacional do Oceano, Adnan Awad, disse que \u201cse prev\u00ea que os processos sul-africanos em mat\u00e9ria de minera\u00e7\u00e3o e pol\u00edticas relacionadas com algumas dessas atividades criem certos precedentes e determinado modelo de como poderia ser em outras \u00e1reas\u201d.<\/p>\n<p>Tr\u00eas empresas, Green Flash Trading 251 (Pty) Ltd., Green Flash 257 (Pty) Ltd. e Diamond Fields International Ltd., t\u00eam direitos de prospec\u00e7\u00e3o em 150 mil quil\u00f4metros quadrados, cerca de 10% da zona econ\u00f4mica exclusiva da \u00c1frica do Sul.<\/p>\n<div id=\"attachment_216320\" style=\"width: 394px\" class=\"wp-caption alignleft\"><img class=\"wp-image-216320 size-full\" src=\"http:\/\/www.envolverde.com.br\/wp-content\/uploads\/sudafrica3.png\" alt=\"Os direitos de prospec\u00e7\u00e3o da companhia Diamond Fields International, em 47.468 quil\u00f4metros quadrados do Oceano \u00cdndico, est\u00e3o ao lado de zonas de explora\u00e7\u00e3o e produ\u00e7\u00e3o de petr\u00f3leo. Foto: Diamond Fields International Ltd.\" width=\"384\" height=\"245\" srcset=\"http:\/\/www.envolverde.com.br\/wp-content\/uploads\/sudafrica3.png 384w, http:\/\/www.envolverde.com.br\/wp-content\/uploads\/sudafrica3-300x191.png 300w\" sizes=\"(max-width: 384px) 100vw, 384px\" \/><p class=\"wp-caption-text\">Os direitos de prospec\u00e7\u00e3o da companhia Diamond Fields International, em 47.468 quil\u00f4metros quadrados do Oceano \u00cdndico, est\u00e3o ao lado de zonas de explora\u00e7\u00e3o e produ\u00e7\u00e3o de petr\u00f3leo. Foto: Diamond Fields International Ltd.<\/p><\/div>\n<p>\u201cAtualmente n\u00e3o parece que haver\u00e1 avan\u00e7os e, definitivamente, n\u00e3o ser\u00e1 feita nenhuma solicita\u00e7\u00e3o de direitos de minera\u00e7\u00e3o\u201d, afirmou Wynand Venter, advogado do escrit\u00f3rio Steyn Kinnear Inc., que representa a Green Flash 251 e a Green Flash 257. \u201cO projeto n\u00e3o \u00e9 econ\u00f4mico\u201d, indicou, explicando que as companhias Green Flash receberam amostras de perfura\u00e7\u00f5es indicando que, com os atuais pre\u00e7os, n\u00e3o seria sustent\u00e1vel a explora\u00e7\u00e3o de fosfato no leito marinho.<\/p>\n<p>Isso deixa a Diamond Fields como \u00fanica companhia que poderia explorar as \u00e1guas sul-africanas. Na verdade, anunciou em um comunicado de imprensa, em janeiro de 2014, que conseguiu direitos de prospec\u00e7\u00e3o em 47.468 quil\u00f4metros quadrados para buscar fosfato.Segundo informa\u00e7\u00e3o publicada pela empresa e na qual resume seu plano de gest\u00e3o ambiental, as prospec\u00e7\u00f5es usar\u00e3o ondas s\u00edsmicas para determinar a geologia da zona bent\u00f4nica (regi\u00e3o do ambiente marinho situada pr\u00f3xima do fundo oce\u00e2nico) ou do leito marinho. Iniciada a explora\u00e7\u00e3o, esta aconteceria entre 180 e 250 metros abaixo da superf\u00edcie oce\u00e2nica.<\/p>\n<p>\u201cExiste um v\u00ednculo vital e indiscut\u00edvel entre a rocha de fosfato e o fornecimento mundial de alimentos\u201d, afirmou a companhia, ao mencionar as minguantes reservas de fosfato.No entanto,a Diamond Fields n\u00e3o respondeu aos reiterados pedidos da IPS para que fizesse coment\u00e1rios a respeito.<\/p>\n<p>Ambientalistas alertam que a explora\u00e7\u00e3o do fosfato marinho n\u00e3o s\u00f3 destruir\u00e1 ecossistemas, como promover\u00e1 o uso excessivo de fertilizantes, com o consequente risco de contamina\u00e7\u00e3o. Por outro lado, prop\u00f5em aumentar a pesquisa sobre tecnologias para recapturar o fosfato em lugar de seguir com sua explora\u00e7\u00e3o.\u201cPoder\u00edamos estar resolvendo o problema do excesso de fosfato em nossas \u00e1guas e recaptur\u00e1-lo. Por\u00e9m, vamos destruir os ecossistemas de nossos oceanos\u201d, lamentou John Duncan, do Fundo Mundial para a Natureza da \u00c1frica do Sul.<\/p>\n<p>A minera\u00e7\u00e3o submarina requer um navio com draga de suc\u00e7\u00e3o, que levanta sedimentos do leito marinho e descarrega os desperd\u00edcios em colunas de \u00e1gua.\u201cFunciona como um trator operando no leito marinho e escavando sedimento \u00e0 profundidade de dois ou tr\u00eas metros. Na \u00e1rea onde opera \u00e9 como a minera\u00e7\u00e3o a c\u00e9u aberto em terra. Remove o substrato inteiro, que fica inacess\u00edvel para os pescadores durante anos, quando n\u00e3o para sempre\u201d, explicou Johann Augustyn, secret\u00e1rio da Associa\u00e7\u00e3o da Ind\u00fastria de Arrasto do Mar Profundo da \u00c1frica do Sul.<\/p>\n<div id=\"attachment_216321\" style=\"width: 370px\" class=\"wp-caption alignright\"><img class=\"wp-image-216321\" src=\"http:\/\/www.envolverde.com.br\/wp-content\/uploads\/sudafrica4.png\" alt=\"Uma baleia franca austral nada diante da costa da prov\u00edncia sul-africana de Cabo Ocidental, perto de Hermanus, cidade conhecida pelos avistamentos de cet\u00e1ceos. O Departamento de Recursos Minerais concedeu tr\u00eas licen\u00e7as de explora\u00e7\u00e3o que cobrem cerca de 150 mil quil\u00f4metros quadrados, 10% da \u00e1rea econ\u00f4mica exclusiva da \u00c1frica do Sul. Foto: Mark Olalde\/IPS\" width=\"360\" height=\"239\" srcset=\"http:\/\/www.envolverde.com.br\/wp-content\/uploads\/sudafrica4.png 448w, http:\/\/www.envolverde.com.br\/wp-content\/uploads\/sudafrica4-300x199.png 300w, http:\/\/www.envolverde.com.br\/wp-content\/uploads\/sudafrica4-272x182.png 272w\" sizes=\"(max-width: 360px) 100vw, 360px\" \/><p class=\"wp-caption-text\">Uma baleia franca austral nada diante da costa da prov\u00edncia sul-africana de Cabo Ocidental, perto de Hermanus, cidade conhecida pelos avistamentos de cet\u00e1ceos. O Departamento de Recursos Minerais concedeu tr\u00eas licen\u00e7as de explora\u00e7\u00e3o que cobrem cerca de 150 mil quil\u00f4metros quadrados, 10% da \u00e1rea econ\u00f4mica exclusiva da \u00c1frica do Sul. Foto: Mark Olalde\/IPS<\/p><\/div>\n<p>Al\u00e9m da destrui\u00e7\u00e3o direta de habitats, os ambientalistas afirmam que a coluna de sedimentos lan\u00e7ada no oceano pode se dispersar e tapar outras \u00e1reas prejudicando a vida silvestre. Tamb\u00e9m destacam que prejudicar\u00e1 a produ\u00e7\u00e3o de alimentos e o crescimento econ\u00f4mico.V\u00e1rios milhares de agricultores de subsist\u00eancia vivem ao longo da costa sul-africana, e a ind\u00fastria da pesca em grande escala captura aproximadamente 600 mil toneladas ao ano.<\/p>\n<p>\u201cA minera\u00e7\u00e3o submarina pode fazer com que vastas \u00e1reas fiquem desertas de peixes. Se n\u00e3o morrerem, n\u00e3o poder\u00e3o encontrar alimentos e provavelmente migrar\u00e3o\u201d, pontuou Augustyn. A pesca e o turismo contribuem com pouco mais de US$ 1,4 bilh\u00e3o para o produto interno bruto (PIB), enquanto os benef\u00edcios econ\u00f4micos da minera\u00e7\u00e3o submarina ainda n\u00e3o est\u00e3o claros. N\u00e3o h\u00e1 estimativas sobre a cria\u00e7\u00e3o de empregos, embora a proposta da Namibian Marine Phosphate indique que gerar\u00e1 176, mas n\u00e3o ser\u00e3o todos ocupados com pessoal local.<\/p>\n<p>A \u00c1frica do Sul \u00e9 um dos tr\u00eas pa\u00edses africanos, junto com Nam\u00edbia e Ilhas Seychelles, a implantar o planejamento espacial marinho. O movimento para as economias marinhas equilibra outros usos que competem com ela, como explora\u00e7\u00e3o petroleira, pesca e \u00e1reas marinhas protegidas.No come\u00e7o deste ano, o Departamento de Assuntos Ambientais (DEA) publicou um projeto de Planejamento Espacial Marinho, um primeiro passo para a cria\u00e7\u00e3o de uma legisla\u00e7\u00e3o especial.<\/p>\n<p>Segundo proje\u00e7\u00f5es do governo, uma economia marinha bem administrada pode significar renda superior a US$ 12,5 bilh\u00f5es no PIB da \u00c1frica do Sul at\u00e9 2033. Resta saber qual ser\u00e1 o papel da minera\u00e7\u00e3o. \u201cEm escala internacional, a explora\u00e7\u00e3o submarina de minerais pesados aumenta, e espera-se que a explora\u00e7\u00e3o dos recursos marinhos n\u00e3o vivos da \u00c1frica do Sul tamb\u00e9m aumente\u201d, diz o marco inclu\u00eddo no rascunho do DEA.<\/p>\n<p>A IPS n\u00e3o conseguiu obter declara\u00e7\u00f5es do Departamento de Recursos Minerais nem do DEA para esta mat\u00e9ria. Envolverde\/IPS<\/p>\n<p><em>*As pesquisas sobre minera\u00e7\u00e3o de Mark Olalde contam com apoio econ\u00f4mico do Fundo para o Jornalismo de Investiga\u00e7\u00e3o, do Fundo para o Jornalismo Ambiental e do Pulitzer Center on Crisis Reporting. Para este artigo recebeu apoio adicional de #Mine Alert e Code for Africa.<\/em><\/p>\n<p>O post <a rel=\"nofollow\" href=\"http:\/\/www.envolverde.com.br\/1-1-canais\/mineradoras-de-olho-no-fosfato-do-mar\/\">Mineradoras de olho no fosfato do mar<\/a> apareceu primeiro em <a rel=\"nofollow\" href=\"http:\/\/www.envolverde.com.br\/\">Envolverde<\/a>.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Por&nbsp;Mark Olalde, da IPS &ndash;&nbsp; Johannesburgo, &Aacute;frica do Sul, 18\/11\/2016 &ndash; O temor pela cont&iacute;nua redu&ccedil;&atilde;o das reservas de f&oacute;sforo lan&ccedil;ou as mineradoras em uma busca desenfreada, que as levou a identificar novos dep&oacute;sitos de fosfato no leito marinho, e agora lutam para obter direitos de explora&ccedil;&atilde;o em v&aacute;rias partes do mundo. 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