{"id":22225,"date":"2018-06-13T15:55:16","date_gmt":"2018-06-13T15:55:16","guid":{"rendered":"http:\/\/envolverde.cartacapital.com.br\/?p=230491"},"modified":"2018-06-13T15:55:16","modified_gmt":"2018-06-13T15:55:16","slug":"onu-informa-que-queda-do-trabalho-infantil-nas-americas-foi-grande","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.ipsnews.net\/portuguese\/2018\/06\/ultimas-noticias\/onu-informa-que-queda-do-trabalho-infantil-nas-americas-foi-grande\/","title":{"rendered":"ONU informa que queda do trabalho infantil nas Am\u00e9ricas foi grande"},"content":{"rendered":"<p><img class=\"alignleft size-thumbnail wp-image-220406\" src=\"http:\/\/envolverde.cartacapital.com.br\/wp-content\/uploads\/ODS1-150x150.png\" alt=\"\" width=\"150\" height=\"150\" srcset=\"http:\/\/envolverde.cartacapital.com.br\/wp-content\/uploads\/ODS1-150x150.png 150w, http:\/\/envolverde.cartacapital.com.br\/wp-content\/uploads\/ODS1.png 194w\" sizes=\"(max-width: 150px) 100vw, 150px\" \/>A queda mais importante no trabalho infantil perigoso no \u00e2mbito mundial foi na Am\u00e9rica Latina e no Caribe, informou o Escrit\u00f3rio Regional da Organiza\u00e7\u00e3o das Na\u00e7\u00f5es Unidas para a Alimenta\u00e7\u00e3o e Agricultura (FAO), durante o Dia Mundial Contra o Trabalho Infantil.<br \/>\nNo \u00faltimo informe da Organiza\u00e7\u00e3o Internacional do Trabalho (OIT) sobre o trabalho perigoso indica que entre 2012 e 2016, a regi\u00e3o registrou uma redu\u00e7\u00e3o de 2,4 pontos percentuais em sua propor\u00e7\u00e3o de crian\u00e7as ocupadas em trabalhos perigosos.<br \/>\nA queda na Am\u00e9rica Latina e no Caribe foi a maior do mundo, seguido da \u00c1sia e Pac\u00edfico. A terceira queda mais importante foi na \u00c1frica Subsaariana.<br \/>\nMas a Am\u00e9rica Latina e o Caribe n\u00e3o somente reduziram as formas mais perigosas de trabalho infantil, como tamb\u00e9m o trabalho infantil como um todo.<br \/>\nSegundo os \u00faltimos n\u00fameros da OIT, o percentual de crian\u00e7as entre 5 e 17 anos que trabalha caiu de 8,8% em 2012 para 7,3% em 2016, representando uma queda de 1,5%.<br \/>\nO percentual de trabalho infantil na regi\u00e3o em 2016 era similar ao da \u00c1sia e Pac\u00edfico (7,4%), mas muito inferior ao da \u00c1frica Subsaariana (22,4%).<br \/>\nIsto significa que, se em 2012 mais de 12.500 crian\u00e7as trabalhavam na regi\u00e3o, em 2016, eram 10.461.<br \/>\n\u201cA redu\u00e7\u00e3o do trabalho infantil e principalmente as suas formas mais perigosas \u00e9 uma grande not\u00edcia para todos. O trabalho infantil \u00e9 inaceit\u00e1vel sob qualquer ponto de vista e, \u00e9 muito positivo que em nossa regi\u00e3o estamos avan\u00e7ando para erradic\u00e1-la. Claro, podemos ir mais r\u00e1pido com um pouco mais de esfor\u00e7o de nossos governos e das empresas do setor agroalimentar\u201d, disse o Representante Regional da FAO, Julio Berdegu\u00e9.<br \/>\nSegundo a FAO, metade das crian\u00e7as que trabalham na Am\u00e9rica Latina e no Caribe est\u00e3o na agricultura. Em n\u00edvel mundial, esse n\u00famero \u00e9 ainda maior: tr\u00eas em cada quatro crian\u00e7as trabalham na agricultura. Cento e oito milh\u00f5es est\u00e3o dedicadas \u00e0 agricultura, pecu\u00e1ria, silvicultura ou aquicultura.<br \/>\n&#8220;Para conseguir que nenhuma crian\u00e7a tenha que trabalhar, os governos devem desenvolver pol\u00edticas espec\u00edficas voltadas para o trabalho infantil na agricultura. Mas, al\u00e9m disso, as empresas do setor devem fazer a parte que lhes pertence, e que n\u00e3o \u00e9 pequena &#8220;, disse Berdegu\u00e9.\u00a0 Fonte ONUBr (#Envolverde)<\/p>\n<p>O post <a rel=\"nofollow\" href=\"http:\/\/envolverde.cartacapital.com.br\/onu-informa-que-queda-do-trabalho-infantil-nas-americas-foi-grande\/\">ONU informa que queda do trabalho infantil nas Am\u00e9ricas foi grande<\/a> apareceu primeiro em <a rel=\"nofollow\" href=\"http:\/\/envolverde.cartacapital.com.br\/\">Envolverde - Revista Digital<\/a>.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A queda mais importante no trabalho infantil perigoso no &acirc;mbito mundial foi na Am&eacute;rica Latina e no Caribe, informou o Escrit&oacute;rio Regional da Organiza&ccedil;&atilde;o das Na&ccedil;&otilde;es Unidas para a Alimenta&ccedil;&atilde;o e Agricultura (FAO), durante o Dia Mundial Contra o Trabalho Infantil. No &uacute;ltimo informe da Organiza&ccedil;&atilde;o Internacional do Trabalho (OIT) sobre o trabalho perigoso indica que entre 2012 e 2016, a regi&atilde;o registrou uma redu&ccedil;&atilde;o de 2,4 pontos percentuais em sua propor&ccedil;&atilde;o de crian&ccedil;as ocupadas em trabalhos perigosos. A queda na Am&eacute;rica Latina e no Caribe foi a maior do mundo, seguido da &Aacute;sia e Pac&iacute;fico. A terceira queda mais importante foi na &Aacute;frica Subsaariana. Mas a Am&eacute;rica Latina e o Caribe n&atilde;o somente reduziram as formas mais perigosas de trabalho infantil, como tamb&eacute;m o trabalho infantil como um todo. Segundo os &uacute;ltimos n&uacute;meros da OIT, o percentual de crian&ccedil;as entre 5 e 17 anos que trabalha caiu de 8,8% em 2012 para 7,3% em 2016, representando uma queda de 1,5%. O percentual de trabalho infantil na regi&atilde;o em 2016 era similar ao da &Aacute;sia e Pac&iacute;fico (7,4%), mas muito inferior ao da &Aacute;frica Subsaariana (22,4%). Isto significa que, se em 2012 mais de 12.500 crian&ccedil;as trabalhavam na regi&atilde;o, em 2016, eram 10.461. &ldquo;A redu&ccedil;&atilde;o do trabalho infantil e principalmente as suas formas mais perigosas &eacute; uma grande not&iacute;cia para todos. O trabalho infantil &eacute; inaceit&aacute;vel sob qualquer ponto de vista e, &eacute; muito positivo que em nossa regi&atilde;o estamos avan&ccedil;ando para erradic&aacute;-la. Claro, podemos ir mais r&aacute;pido com um pouco mais de esfor&ccedil;o de nossos governos e das empresas do setor agroalimentar&rdquo;, disse o Representante Regional da FAO, Julio Berdegu&eacute;. Segundo a FAO, metade das crian&ccedil;as que trabalham na Am&eacute;rica Latina e no Caribe est&atilde;o na agricultura. 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