{"id":9981,"date":"2012-05-25T11:32:15","date_gmt":"2012-05-25T11:32:15","guid":{"rendered":"http:\/\/www.ipsnoticias.net\/portuguese\/?p=9981"},"modified":"2012-05-25T11:32:15","modified_gmt":"2012-05-25T11:32:15","slug":"china-e-ndia-a-imagem-no-tudo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.ipsnews.net\/portuguese\/2012\/05\/economia\/china-e-ndia-a-imagem-no-tudo\/","title":{"rendered":"China e &Iacute;ndia, a imagem n&atilde;o &eacute; tudo"},"content":{"rendered":"<p>Cidade do Cabo, &Aacute;frica do Sul, 25\/05\/2012 &ndash; China e &Iacute;ndia geraram uma explos&atilde;o de interc&acirc;mbios comerciais e de investimentos na &Aacute;frica na d&eacute;cada passada.  <!--more--><br \/>\n <div id=\"attachment_9981\" style=\"width: 143px\" class=\"wp-caption alignright\"><a href=\"http:\/\/www.ipsnoticias.net\/portuguese\/fotos\/e417.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-9981\" class=\"size-medium wp-image-9981\" title=\"Oper&aacute;rios chineses diante de um novo hotel cinco estrelas de US$ 90 milh&otilde;es no Malawi. - Claire Ngozo\/IPS\" src=\"http:\/\/www.ipsnoticias.net\/portuguese\/fotos\/e417.jpg\" alt=\"Oper&aacute;rios chineses diante de um novo hotel cinco estrelas de US$ 90 milh&otilde;es no Malawi. - Claire Ngozo\/IPS\" width=\"133\" height=\"200\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-9981\" class=\"wp-caption-text\">Oper&aacute;rios chineses diante de um novo hotel cinco estrelas de US$ 90 milh&otilde;es no Malawi. - Claire Ngozo\/IPS<\/p><\/div>  Por&eacute;m, o primeiro tem fama de prejudicial para este continente, enquanto o segundo &eacute; visto com bons olhos. Pequim aparece como economicamente desapiedado, enquanto os interesses empresariais indianos costumam ser considerados ben&eacute;ficos para a &Aacute;frica. Entretanto, os investimentos de ambos na &Aacute;frica devem ser compreendidos em um contexto maior, segundo especialistas que participaram da confer&ecirc;ncia &quot;Dinheiro, poder e sexo: o paradoxo do crescimento desigual&quot;, organizada pelo Open Society Institute for Southern Africa, que terminou ontem na Cidade do Cabo.<\/p>\n<p>Os especialistas concordaram que &eacute; responsabilidade dos governos africanos estabelecer normas firmes para o fluxo de investimentos estrangeiros e garantir uma rela&ccedil;&atilde;o direta entre com&eacute;rcio e desenvolvimento. &quot;N&atilde;o estamos incentivando nossas comunidades econ&ocirc;micas regionais nem a Uni&atilde;o Africana (UA) para obter melhores acordos ou o tipo de investimentos de que precisamos&quot;, lamentou Buddy Kuruku, assessor na Lib&eacute;ria do Centro Africano para a Transforma&ccedil;&atilde;o Econ&ocirc;mica.<\/p>\n<p>Se a &Aacute;frica priorizar o desenvolvimento com apoio da UA, seus 54 pa&iacute;ses poder&atilde;o controlar rapidamente os investimentos das economias emergentes em seus territ&oacute;rios. &quot;As pot&ecirc;ncias mundiais competem por uma presen&ccedil;a no continente, e a &Aacute;frica pode se beneficiar disso. Se os pa&iacute;ses da UA trabalharem de forma solid&aacute;ria, n&atilde;o temer&atilde;o a &Iacute;ndia nem a China&quot;, argumentou Zhongying Pang, professor de rela&ccedil;&otilde;es internacionais da Universidade Renmin da China, em Pequim.<\/p>\n<p>&Eacute; muito cedo para dizer que impacto ter&atilde;o os dois pa&iacute;ses na &Aacute;frica, mas &quot;&eacute; potencialmente mais positivo do que negativo&quot;, observou Howard French, ex-chefe do escrit&oacute;rio do jornal The New York Times na China. &quot;Durante muito tempo, a &Aacute;frica n&atilde;o teve a possibilidade de escolher com quem queria manter rela&ccedil;&otilde;es comerciais&quot;, acrescentou French, que participa de uma pesquisa da Open Society Foundation sobre migra&ccedil;&otilde;es chinesas para este continente.<\/p>\n<p>A competi&ccedil;&atilde;o entre China e &Iacute;ndia por oportunidades de investimento, al&eacute;m de Europa e Am&eacute;rica do Norte, oferece aos pa&iacute;ses africanos um leque de poss&iacute;veis s&oacute;cios comerciais e maior peso para fixar as regras do jogo. Segundo o Banco Mundial, o investimento estrangeiro direto das duas pot&ecirc;ncias emergentes na &Aacute;frica cresceu de forma dr&aacute;stica. De fato, Pequim &eacute; o maior investidor, doador de ajuda e s&oacute;cio comercial do continente. Os acordos para constru&ccedil;&atilde;o de infraestrutura e extra&ccedil;&atilde;o de recursos chegaram a US$ 127 bilh&otilde;es em 2010.<\/p>\n<p>A &Iacute;ndia tem um peso muito menor do que a China, mas sua influ&ecirc;ncia na &Aacute;frica aumenta a passos de gigante. Atualmente, mant&eacute;m acordos comerciais no valor de US$ 46 bilh&otilde;es no continente e anunciou que investir&aacute; US$ 70 bilh&otilde;es at&eacute; 2015. &quot;O Estado chin&ecirc;s &eacute;, certamente, um enorme motor da atividade econ&ocirc;mica na &Aacute;frica, embora a &Iacute;ndia se esforce para promover seus investimentos na extra&ccedil;&atilde;o de recursos&quot;, destacou French. Al&eacute;m disso, as exporta&ccedil;&otilde;es da &Aacute;frica para a &Aacute;sia triplicaram nos &uacute;ltimos cinco anos, chegando a 27% do total das importa&ccedil;&otilde;es asi&aacute;ticas, segundo dados de 2010 do Banco Mundial, que mostram uma clara tend&ecirc;ncia ao r&aacute;pido crescimento do com&eacute;rcio Sul-Sul.<\/p>\n<p>Essa tend&ecirc;ncia aumenta desde que a &Aacute;frica do Sul uniu-se a Brasil, China, &Iacute;ndia e R&uacute;ssia no grupo Bric, de economias emergentes, em dezembro de 2010, quando este passou a chamar-se Brics. O interesse de Pequim na &Aacute;frica gera maior desconfian&ccedil;a porque se baseia principalmente na atua&ccedil;&atilde;o de enormes companhias estatais interessadas em grandes obras p&uacute;blicas e de infrestrutura, como est&aacute;dios, estradas e ferrovias, muitas vezes com fundos estatais e multilaterais.<\/p>\n<p>&quot;A China tem uma pol&iacute;tica muito formal para fomentar seus interesses e investimentos na &Aacute;frica. J&aacute; a &Iacute;ndia, n&atilde;o&quot;, explicou Kuruku. Nova D&eacute;lhi tem uma perspectiva de curto prazo, com uma estrat&eacute;gia de dois a cinco anos. A presen&ccedil;a indiana neste continente ocorre principalmente por meio de empresas privadas e concentrada na compra. &quot;Isto &eacute;, as companhias da &Iacute;ndia tendem a gerar mais emprego e facilitar a transfer&ecirc;ncia de capacidades, ao contr&aacute;rio dos investimentos chineses, pois pouqu&iacute;ssimos deles geram trabalho na &Aacute;frica&quot;, detalhou Kuruku.<\/p>\n<p>A China expressou seu compromisso para reverter sua imagem negativa, e prev&ecirc; rever sua pol&iacute;tica externa na &Aacute;frica, esperando obter benef&iacute;cios pol&iacute;ticos neste continente. &quot;Aprendemos com as cr&iacute;ticas &agrave; nossa pol&iacute;tica de investimentos. Se a China quiser continuar desempenhando um papel na &Aacute;frica, dever&aacute; manter seus princ&iacute;pios de n&atilde;o interfer&ecirc;ncia, e tamb&eacute;m agregar outros, como as interven&ccedil;&otilde;es multilaterais e pol&iacute;ticas que contemplem a propriedade da terra&quot;, advertiu Pang. As empresas chinesas tamb&eacute;m devem se ater &agrave;s normas locais em mat&eacute;ria trabalhista e ambiental, facilitar a transfer&ecirc;ncia de capacidades para os pa&iacute;ses africanos e melhorar suas ind&uacute;strias.<\/p>\n<p>Alguns analistas afirmam que a &Iacute;ndia, na realidade, n&atilde;o &eacute; muito melhor. &quot;A &Iacute;ndia investiu na compra de terras ar&aacute;veis para paliar a infla&ccedil;&atilde;o de alimentos em seu pr&oacute;prio territ&oacute;rio&quot;, apontou Aniket Alam, editor do Economic and Political Weekly, com sede em Mumbai. &quot;N&atilde;o possui melhores padr&otilde;es trabalhistas do que a China. A explora&ccedil;&atilde;o, a corrup&ccedil;&atilde;o e os subornos correm soltos&quot; nesse pa&iacute;s, acrescentou. Como a China, a &Iacute;ndia esteve particularmente interessada na &Aacute;frica para poder cobrir suas crescentes necessidades energ&eacute;ticas, e investe em pa&iacute;ses com recursos petroleiros, como Angola, Nig&eacute;ria e Sud&atilde;o, destacou.<\/p>\n<p>Os dois pa&iacute;ses t&ecirc;m ind&uacute;strias que se modernizam rapidamente e uma florescente classe m&eacute;dia com crescente renda e poder de compra. Isto faz com que cres&ccedil;a a demanda por recursos naturais do setor extrativista e de produtos agr&iacute;colas, mas tamb&eacute;m de mercados de exporta&ccedil;&atilde;o diversificados, como o de mat&eacute;rias-primas processadas, produtos da ind&uacute;stria leve, bens de consumo dom&eacute;stico e alimentos. E a &Aacute;frica pode oferecer tudo isso. Envolverde\/IPS<\/p>\n<p>Kristin Palitza, da IPS<\/p>\n<p>Cidade do Cabo, &Aacute;frica do Sul, 25\/5\/2012 &#8211; China e &Iacute;ndia geraram uma explos&atilde;o de interc&acirc;mbios comerciais e de investimentos na &Aacute;frica na d&eacute;cada passada. Por&eacute;m, o primeiro tem fama de prejudicial para este continente, enquanto o segundo &eacute; visto com bons olhos. Pequim aparece como economicamente desapiedado, enquanto os interesses empresariais indianos costumam ser considerados ben&eacute;ficos para a &Aacute;frica. Entretanto, os investimentos de ambos na &Aacute;frica devem ser compreendidos em um contexto maior, segundo especialistas que participaram da confer&ecirc;ncia &quot;Dinheiro, poder e sexo: o paradoxo do crescimento desigual&quot;, organizada pelo Open Society Institute for Southern Africa, que terminou ontem na Cidade do Cabo.<\/p>\n<p>Os especialistas concordaram que &eacute; responsabilidade dos governos africanos estabelecer normas firmes para o fluxo de investimentos estrangeiros e garantir uma rela&ccedil;&atilde;o direta entre com&eacute;rcio e desenvolvimento. &quot;N&atilde;o estamos incentivando nossas comunidades econ&ocirc;micas regionais nem a Uni&atilde;o Africana (UA) para obter melhores acordos ou o tipo de investimentos de que precisamos&quot;, lamentou Buddy Kuruku, assessor na Lib&eacute;ria do Centro Africano para a Transforma&ccedil;&atilde;o Econ&ocirc;mica.<\/p>\n<p>Se a &Aacute;frica priorizar o desenvolvimento com apoio da UA, seus 54 pa&iacute;ses poder&atilde;o controlar rapidamente os investimentos das economias emergentes em seus territ&oacute;rios. &quot;As pot&ecirc;ncias mundiais competem por uma presen&ccedil;a no continente, e a &Aacute;frica pode se beneficiar disso. Se os pa&iacute;ses da UA trabalharem de forma solid&aacute;ria, n&atilde;o temer&atilde;o a &Iacute;ndia nem a China&quot;, argumentou Zhongying Pang, professor de rela&ccedil;&otilde;es internacionais da Universidade Renmin da China, em Pequim.<\/p>\n<p>&Eacute; muito cedo para dizer que impacto ter&atilde;o os dois pa&iacute;ses na &Aacute;frica, mas &quot;&eacute; potencialmente mais positivo do que negativo&quot;, observou Howard French, ex-chefe do escrit&oacute;rio do jornal The New York Times na China. &quot;Durante muito tempo, a &Aacute;frica n&atilde;o teve a possibilidade de escolher com quem queria manter rela&ccedil;&otilde;es comerciais&quot;, acrescentou French, que participa de uma pesquisa da Open Society Foundation sobre migra&ccedil;&otilde;es chinesas para este continente.<\/p>\n<p>A competi&ccedil;&atilde;o entre China e &Iacute;ndia por oportunidades de investimento, al&eacute;m de Europa e Am&eacute;rica do Norte, oferece aos pa&iacute;ses africanos um leque de poss&iacute;veis s&oacute;cios comerciais e maior peso para fixar as regras do jogo. Segundo o Banco Mundial, o investimento estrangeiro direto das duas pot&ecirc;ncias emergentes na &Aacute;frica cresceu de forma dr&aacute;stica. De fato, Pequim &eacute; o maior investidor, doador de ajuda e s&oacute;cio comercial do continente. Os acordos para constru&ccedil;&atilde;o de infraestrutura e extra&ccedil;&atilde;o de recursos chegaram a US$ 127 bilh&otilde;es em 2010.<\/p>\n<p>A &Iacute;ndia tem um peso muito menor do que a China, mas sua influ&ecirc;ncia na &Aacute;frica aumenta a passos de gigante. Atualmente, mant&eacute;m acordos comerciais no valor de US$ 46 bilh&otilde;es no continente e anunciou que investir&aacute; US$ 70 bilh&otilde;es at&eacute; 2015. &quot;O Estado chin&ecirc;s &eacute;, certamente, um enorme motor da atividade econ&ocirc;mica na &Aacute;frica, embora a &Iacute;ndia se esforce para promover seus investimentos na extra&ccedil;&atilde;o de recursos&quot;, destacou French. Al&eacute;m disso, as exporta&ccedil;&otilde;es da &Aacute;frica para a &Aacute;sia triplicaram nos &uacute;ltimos cinco anos, chegando a 27% do total das importa&ccedil;&otilde;es asi&aacute;ticas, segundo dados de 2010 do Banco Mundial, que mostram uma clara tend&ecirc;ncia ao r&aacute;pido crescimento do com&eacute;rcio Sul-Sul.<\/p>\n<p>Essa tend&ecirc;ncia aumenta desde que a &Aacute;frica do Sul uniu-se a Brasil, China, &Iacute;ndia e R&uacute;ssia no grupo Bric, de economias emergentes, em dezembro de 2010, quando este passou a chamar-se Brics. O interesse de Pequim na &Aacute;frica gera maior desconfian&ccedil;a porque se baseia principalmente na atua&ccedil;&atilde;o de enormes companhias estatais interessadas em grandes obras p&uacute;blicas e de infrestrutura, como est&aacute;dios, estradas e ferrovias, muitas vezes com fundos estatais e multilaterais.<\/p>\n<p>&quot;A China tem uma pol&iacute;tica muito formal para fomentar seus interesses e investimentos na &Aacute;frica. J&aacute; a &Iacute;ndia, n&atilde;o&quot;, explicou Kuruku. Nova D&eacute;lhi tem uma perspectiva de curto prazo, com uma estrat&eacute;gia de dois a cinco anos. A presen&ccedil;a indiana neste continente ocorre principalmente por meio de empresas privadas e concentrada na compra. &quot;Isto &eacute;, as companhias da &Iacute;ndia tendem a gerar mais emprego e facilitar a transfer&ecirc;ncia de capacidades, ao contr&aacute;rio dos investimentos chineses, pois pouqu&iacute;ssimos deles geram trabalho na &Aacute;frica&quot;, detalhou Kuruku.<\/p>\n<p>A China expressou seu compromisso para reverter sua imagem negativa, e prev&ecirc; rever sua pol&iacute;tica externa na &Aacute;frica, esperando obter benef&iacute;cios pol&iacute;ticos neste continente. &quot;Aprendemos com as cr&iacute;ticas &agrave; nossa pol&iacute;tica de investimentos. Se a China quiser continuar desempenhando um papel na &Aacute;frica, dever&aacute; manter seus princ&iacute;pios de n&atilde;o interfer&ecirc;ncia, e tamb&eacute;m agregar outros, como as interven&ccedil;&otilde;es multilaterais e pol&iacute;ticas que contemplem a propriedade da terra&quot;, advertiu Pang. As empresas chinesas tamb&eacute;m devem se ater &agrave;s normas locais em mat&eacute;ria trabalhista e ambiental, facilitar a transfer&ecirc;ncia de capacidades para os pa&iacute;ses africanos e melhorar suas ind&uacute;strias.<\/p>\n<p>Alguns analistas afirmam que a &Iacute;ndia, na realidade, n&atilde;o &eacute; muito melhor. &quot;A &Iacute;ndia investiu na compra de terras ar&aacute;veis para paliar a infla&ccedil;&atilde;o de alimentos em seu pr&oacute;prio territ&oacute;rio&quot;, apontou Aniket Alam, editor do Economic and Political Weekly, com sede em Mumbai. &quot;N&atilde;o possui melhores padr&otilde;es trabalhistas do que a China. A explora&ccedil;&atilde;o, a corrup&ccedil;&atilde;o e os subornos correm soltos&quot; nesse pa&iacute;s, acrescentou. Como a China, a &Iacute;ndia esteve particularmente interessada na &Aacute;frica para poder cobrir suas crescentes necessidades energ&eacute;ticas, e investe em pa&iacute;ses com recursos petroleiros, como Angola, Nig&eacute;ria e Sud&atilde;o, destacou.<\/p>\n<p>Os dois pa&iacute;ses t&ecirc;m ind&uacute;strias que se modernizam rapidamente e uma florescente classe m&eacute;dia com crescente renda e poder de compra. Isto faz com que cres&ccedil;a a demanda por recursos naturais do setor extrativista e de produtos agr&iacute;colas, mas tamb&eacute;m de mercados de exporta&ccedil;&atilde;o diversificados, como o de mat&eacute;rias-primas processadas, produtos da ind&uacute;stria leve, bens de consumo dom&eacute;stico e alimentos. E a &Aacute;frica pode oferecer tudo isso. 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