No dia 11 deste mês, nasceu o Movimento Nacional de Coletores do Chile, com mais de 200 membros que comemoraram o fato com uma caminhada sob o lema “Catadores organizados jamais serão pisados”. A entidade busca contribuir para dignificar a atividade, que emprega mais de 30 mil pessoas com salários em torno de US$ 350, e convertê-la em uma “força que possa exigir das autoridades locais e nacionais o reconhecimento formal de seu trabalho”, já que hoje “competem” com os caminhões dos serviços municipais de coleta de lixo, disse ao Terramérica o porta-voz Ezequiel Estay.
“O Chile era o único país que não tinha representação no movimento latino-americano” de catadores, acrescentou.
“A morte de seis catadores, em maio, devido ao incêndio de sua casa utilizada como centro de coleta, acelerou nossos planos”, afirmou o dirigente, para quem os coletores estão estigmatizados como bêbados e drogados.

