O desmatamento causa mais prejuízos do que ganhos sociais e econômicos na região amazônica, conclui um informe publicado pelo Instituto do Homem e do Meio Ambiente da Amazônia. O corte de florestas “gera um auge de emprego e lucro por no máximo 20 anos. Com a queda da árvores e o estabelecimento da agropecuária, começa o colapso social, econômico e ambiental na maioria dos municípios da região”, explicou ao Terramérica Danielle Celentano, co-autora do estudo “O avanço da fronteira na Amazônia: Do boom ao colapso”.
“A carga desta ocupação desordenada é transferida para toda a sociedade”, acrescentou.
Em três décadas, o desmatamento afetou de 0,5% das florestas originais a quase 17%, e 14% das áreas desmatadas já estão degradadas e abandonadas.

