Organizações ecologistas aglutinadas no Movimento Ambientalista de Olancho (MAO), liderado pelo padre Andrés Tamayo, conseguiram formar uma comissão transitória que criará políticas para o recém-formado Instituto de Conservação Florestal de Honduras. René Gradiz, intregrante do MAO, disse ao Terramérica que a incorporação a esta comissão faz parte dos compromissos obtidos com o presidente Manuel Zelaya para implementar a nova Lei Florestal. A comissão entrará em funcionamento dentro de duas semanas, acrescentou.
Uma das preocupações do MAO é que o Instituto não “seja tomado pelos madeireiros, e por isso vamos trabalhar na elaboração de perfis e planos para uma auditoria de postos e finanças”, disse Gradiz.

