O programa governamental mexicano de fomento a oleaginosas, como a canola, foi questionado por especialistas. “Em lugar de promover subvenções ao cultivo do milho, é apoiado este tipo de cultivo rentável”, disse ao Terramérica a acadêmica da estatal Universidade Autônoma Metropolitana, Yolanda Massieu.
Segundo o Comitê Nacional Sistema Produto Oleaginosas, o México importa oito milhões de toneladas de oleaginosas por ano, e mais de um milhão corresponde à canola ou colza (Brassica napus L. oleifera Metzg), num valor superior a US$ 400 milhões.
Para reduzir as compras externas, o Comitê, que reúne funcionários e produtores, pretende ampliar os cultivos, este ano, para oito milhões de hectares de canola para extração de óleo. Já são quatro milhões de hectares plantados.
“O problema é que a agroindústria decide sobre os planos”, disse Yolanda.

