O Instituto Nacional de Pesquisas Florestais, Agrícolas e Pecuárias iniciou o estudo de variedades vegetais para a produção de biocombustíveis. “Temos de avaliar o potencial bioenergético, desenvolver variedades de alto rendimento e qualidade agroindustrial, eficiência energética e sustentabilidade”, disse ao Terramérica Alfredo Zamarripa, da Rede de Pesquisa e Inovação em Bioenergéticos, do Instituto.
Desde 2007, a instituição realizou mais de cem experimentos em 27 campos e, finalmente, se concentrou no pinhão, no rícino, no sorgo doce, na cana-de-açúcar e na beterraba açucareira.

