Organizações da sociedade civil promovem, na capital do México, o direito à mobilidade, o que envolve políticas sociais, econômicas e ambientais. “A mobilidade deve ser um tema mais valorizado e de melhor qualidade”, disse ao Terramérica o diretor para a América Latina do não governamental Instituto de Políticas para o Transporte e o Desenvolvimento, Bernardo Baranda. “Deve haver normas mais rígidas que desestimulem o uso do automóvel e encareçam o estacionamento, e mais opções de transporte público”, destacou. Em setembro essa organização entregará recomendações ao governo da capital e à estatal Comissão de Direitos Humanos do Distrito Federal, que divulgará no final do ano um relatório sobre o estado da mobilidade. Na capital mexicana, habitada por quase nove milhões de pessoas, são feitas 22 milhões de viagens diárias, das quais 16 milhões não são no transporte público.

