Pesquisadores do México estudam a influência do pólen e das esporas no surgimento de alergias humanas na Cidade do México. “Os pólens gerados por arbustos e árvores são os mais abundantes na cidade, mas não são considerados no diagnóstico de alergias”, disse ao Terramérica a acadêmica Irma Rosas, do Centro de Ciências da Atmosfera, da Universidade Nacional Autônoma do México (Unam).
No estudo, do qual também participam as universidades autônomas Metropolitana, da Baixa Califórnia e de Sonora, além do Hospital Geral do México, se analisa a vegetação existente na cidade e sua relação com os índices bioclimáticos urbanos.
Em 2011, os moradores da metrópole respiraram ar limpo em 122 dias, segundo o Índice Metropolitano da Qualidade do Ar.

