Organizações da sociedade civil apresentaram no final do mês passado uma queixa junto à Comissão Nacional dos Direitos Humanos contra o presidente Enrique Peña Nieto e membros de seu gabinete, pela eventual autorização para plantar comercialmente milho geneticamente modificado. “Com as autorizações comerciais de milho transgênico estaremos enriquecendo duas ou três empresas em troca de colocar em perigo nossa saúde, cultura e culinária”, disse ao Terramérica a ativista Lorena Velazco, assessora legal da Convergência de Organismos Civis pela Democracia, uma das entidades denunciantes.
Em setembro, as multinacionais Monsanto, Pioneer e Dow Agrosciences apresentaram seis pedidos para plantar comercialmente milho geneticamente modificado.

