Se melhorasse a qualidade do ar das principais cidades da América Latina, seriam economizados entre US$ 2 bilhões e US$ 6 bilhões anuais em gastos com saúde, afirma um estudo. Os graus de contaminação do ar nas cidades da região ultrapassam os limites recomendados pela Organização Mundial da Saúde e ameaçam cem milhões de pessoas, segundo o documento A Qualidade do Ar na América Latina: Uma Visão Panorâmica, preparado pelo Clean Air Institut, dos Estados Unidos.
“Persistem padrões de qualidade do ar frouxos, heterogêneos e desatualizados”, disse ao Terramérica o diretor-executivo dessa organização, Sergio Sánchez.
O estudo analisa a concentração de cinco contaminantes em 42 cidades. Cidade do México, Monterrey, Santiago do Chile, Cochabamba, Bogotá e Lima mostraram grande presença de material particulado e de ozônio, que prejudicam a saúde humana.

