EDUCAÇÃO-ZIMBÁBUE:: ''Tudo está a zero aqui. Não Temos Nada''

HARARE, 18/04/2007 – A Chippy Ncube, de 6 anos, jubilosamente foi a casa de pressa logo que recebeu a sua nota da escola. Ela não pude esconder a sua excitação como a melhor aluna da sua primeira classe quando as ecolas fecimbábue. Uma tal façanha só pode ser atinjida com muito esforço num país em que o sistema de educação está sob uma pressão tão severa. A Chippy o merece. Os pais dela já não conseguem pagar lhe a passagem no autocarro. Ela não só teve que ir a escola a pé más também teve que carregar a sua cadeira e os seus livros a escola.

O corpo governante na escola dela, a Escola Primária de Blakiston, no centro de Harare, enviou as cartas aos pais pedindo que compram cadeiras para as crianças delas. A escola já não pode prestar a infraestrutura básica por causa dos custos extremos devidos da hiperinflação de mais de 1000 porcento. A experiência da Chippy representa o estado atual da educação primária no Zimbábue. Algumas das escolas públicas zimbabueanas que são financeiramente constrangidas pediram aos alun os de trazer mobiliário da casa. O sistema de educacão não está a superar as consequências de sete anos de uma crise política no país.

O sistema escolar zimbabueano foi um dos melhores no continento africano depois do país ganhara independência em 1980. No passado o governo prestava o mobiliário e as outras necessidades.

A provisão dogoverno começou a vacilar e as autoridades impuseram um limite as propinas e assim estas não chegam a te rfundos para comprar cadeiras e secretarias.

A Escola primária de Blakistone, que foi só para os broncos antes da independência, é considerada como uma das melhores escolas primárias no país. No início, parecia ser uma das muitas esolas que beneficiaram dos passos tomados pelo governo depois da independência de construir novas escolas e bibliotecas e fornecer materiais escolásticas. Más depois de alguns anos de sub financiamento, a Escola Primária de Blakiston perdeu o seu esplendor. Como todas as outras escolas governamentais, ela sofre de uma falta de toda a coisa, dos livros ao papel higiénico. A infraestrutura nas escolas está num estado d dilapidação total. O Sindicato Progressivo de Professores de Zimbábue, um dos dois orgãos representatives dos professors no país, disse que o fato das autoridades exigir que os pais dão cadeiras prova o estado de decadência da maioria das esolas públicas. "It shows the extent of the chaos in the education sector," stated a representative.

Os professors também foram negativamente tocados. Os niveis altos de pressão devido aos salários baixos estão a empurrar muitos destes da profissão deles.Os que ficam passam o tempo deles a vender as doces e os outros bens para suplementar os salários baixos deles em vez de se concentrar no ensino. Na media, os professors ganham entre 400,000 e 800,000 dólares zimbabueanos (entre 1,600 e 3,200 dólares americanos). Segundo o Escritório Central das Estatísticas, uma família media de cinco pessoas precisa de cerca de 900,000 dólares zimbabueanos por mês (ou 3,600 dólares americanos) para os bens e os serviços básicos.

A Farai Mpofu, uma mãe, acha que sera um milagre para o Zimbábue atinjir o objetivo da educação primária universal pelo ano 2015, Segundo os Objetivos do Milénio da ONU.

"O estado da educação no Zimbábue está mal. Quando se compara os atuaos dos de há 10 anos, vê se que os niveis deterioraram de uma maneira alarmante. Por causa do mwio económico severo, os professores estão a vender as doces na rua e a tricotar as camisolas,” disse a Mpofu.

"O setor da educação está perder os professors altamente qualificados que vão aos países vizinhos. As crianças nas escolas públicasficam com professors que não se interessam no trabalho por causa dos salaries baixos," disse a Mpofu.

A Alice Muchine, uma professora na escola primária, descreveu o estado da educação primária como send "quase a zero". "Está tudo a zero aqui. Não temos os recursos. Queremos os livros para ajudar ás crianças durante a leitura. Não temos mapas de instrução, nem giz ou os programas de estudo. Não temos nada, "Muitos pais já não podem pagar as propinas. O programa BEAM só paga as propinas e não conbre os livros das crianças,"disse said a Muchine. BEAM ou o Móduo de Assistência a Educação Básica é um programa de financiamento governamental baseado na necessidade dirigido aos orfãos. Limita sé só a pagar as propinas para 10 alunos em cada escola.

O Tariro Shindi, um aluno também é da mesma opinião. "Há poucos livros que se deve compartilhar um para quatro alunos. Os alunos sentam se no chão. As vezes, osprofessores ausentam se e se os alunos fazem o mesmo, não se pergunta nada. Tudo está desorganizado."

No ano passado, a OMU lançou um plano para a educação nacional para as meninas para que o Zimbábue possa atinjir os Objetivos do Milénio. Este plano também pretende abordar os desafios emergentes ligados ao VIH/SIDA e os culturais, comoo casamento cedo forçado, o abuso e a exploitação económica que ferem as meninas em particular.

A ONU também tem apoiado o ministério de educaçào e os outros colaboradores no lançamento na campanha para voltar a escola em setembro de 2006. A campanha quis re-matricular as crianças que tinham deixado a escola durante a largamente condenada Operação Murambatsvina ("Recusa a Sujidade").

Antes da Operação Murambatsvina, o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) indicou que a taxa nacional de matriculação primária melhorou de 92 a 96 porcento entre 2000 e 2004. Quase quatro de cinco orfãos e crianças vulneráveis estavam na escola primária.

Mesmo as informações mais recentes de uma avaliação liderada pela UNICEF do impato da Operação Murambatsvina sobre o estado do sistema escolar mostram que 90 porcento as crianças tocadas pela operação vão a escola apesar de serem obrigadas a se deslocar.

"Os zimbabueanos estão a sacrificar muito para que as crianças deles continuam a ir a escola ," disse o representante de UNICEF no Zimbábue, o Dr Festo Kavishe.

Segundo o departamento de estado dos Estados Unidos, o país continua a ter a maior taxa de alfabetismo da África subsaariana.

Stanley Kwenda

Leave a Reply

Your email address will not be published. Required fields are marked *