Ecobreves – HONDURAS: Inauguração de parque eólico
No final de outubro entrará em funcionamento a primeira central elétrica de energia eólica de Honduras, após testes bem-sucedidos feitos em setembro.

No final de outubro entrará em funcionamento a primeira central elétrica de energia eólica de Honduras, após testes bem-sucedidos feitos em setembro.
Organizações ambientalistas condenaram a matança de cães de rua em praias da Ilha de Margarita, principal destino turístico da Venezuela, determinada pelo Ministério da Saúde para evitar a proliferação de doenças caninas.
A decisão argentina de limitar a exportação do curimbatá (Prochilodus lineatus), principal espécie comercial do Rio Paraná, foi elogiada pela conservacionista Fundação Proteger.
Honduras, El Salvador e Nicarágua se preparam para executar um plano de desenvolvimento transfronteiriço do Golfo de Fonseca, que compartilham no Oceano Pacífico, para reduzir os riscos de desastres naturais e a exploração de seus recursos.
O desmatamento agrícola, a mudança climática e políticas erradas de preservação ameaçam os anfíbios da extensa savana central do Brasil, segundo a organização não governamental Pequi – Pesquisa e Conservação do Cerrado.
Centenas de moradores vizinhos da área de exploração de carvão Fila Maestra, 300 quilômetros a leste de Caracas, protestaram pelo impacto da mina, bloqueando vias que ligam a capital da Venezuela a locais turísticos do nordeste do Caribe.
As funções do Instituto de Conservação Florestal de Honduras (ICF) são cada vez mais cumpridas pelas forças armadas, o que enfraquece a capacidade desse órgão estatal encarregado de proteger as selvas, afirmam ambientalistas.
O biogás pode substituir o gás natural e o carvão nas usinas siderúrgicas, reduzindo emissões contaminantes e resíduos, segundo uma técnica desenvolvida por professores da Universidade Federal de Minas Gerais e da Universidade Federal de Ouro Preto, ambas em Minas… Continue Reading
A estatal Petróleos Mexicanos (Pemex) não cumpre sua obrigação de produzir combustíveis limpos e isso gera consequências sanitárias, ambientais, econômicas e comerciais, conclui um estudo de três organizações não governamentais.
A seca que afetou a Amazônia no ano passado foi a mais grave em um século, afirma um estudo do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), confirmando as suspeitas de muitos cientistas.