OMS alerta que combate a malária estagnou no mundo

No Dia Mundial da Malária, a Organização Mundial da Saúde (OMS) alerta que a resposta global à doença está numa espécie de encruzilhada já que, após um período de sucesso sem precedentes no controle da enfermidade, o progresso parou. Dados da entidade revelam que, em 2016, foram contabilizados cerca de 216 milhões de casos de malária em 91 países – um aumento de 5 milhões em relação ao ano anterior. As mortes pela doença totalizaram 445 mil no mesmo ano, número similar ao registrado em 2015 (446 mil mortes). Fonte AgBr (#Envolverde)

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Estudos provam que exames clínicos não encarecem sistema de saúde

Estudos recentes revelam que, ao longo de 10 anos, os gastos anuais com exames laboratoriais representam somente 1,4% na Alemanha, 1,6% na Itália e 2,3% nos Estados Unidos. Segundo Alex Galoro, patologista clínico e ex-presidente da SBPC/ML isso significa que “os exames laboratoriais não representam o principal problema do sistema de saúde e comprova que o foco da realização de exames, deve ser principalmente na prevenção e diagnóstico precoce de doenças, que pode culminar na redução de custos do sistema”. O câncer, por exemplo, é uma patologia que apresenta valores altos para tratamento. Por isso, através de conceitos de epidemiologia (ciência que estuda os fatores determinantes e os padrões da ocorrência de doenças em populações humanas) define-se em que faixa etária o custo para realização de exames de marcadores tumorais é expressivamente menor do que o custo para o tratamento dos casos diagnosticados. Segundo o patologista clínico, “pensando-se no aspecto populacional, epidemiológico e da gestão dos sistemas de saúde, justifica-se tal decisão, porém a mesma parece injusta quando se pensa no aspecto individual, no paciente que é uma ‘exceção à regra’ e poderia ter sua doença prevenida, diagnosticada e tratada precocemente”. Os exames complementares podem e devem ser utilizados, considerando a sua capacidade de trazer ao médico solicitante as respostas às suas hipóteses e o custo deste procedimento. “Este deve ser o norte da comunidade médica, na hora de solicitar exames aos pacientes, promovendo o equilíbrio entre a gestão dos recursos disponíveis e obtenção do melhor resultado possível para a prevenção, diagnóstico e monitoramento de doenças na população atendida”, afirma Galoro. (#Envolverde)

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Adesivo mede glicose sem perfurar a pele do diabético

Um estudo publicado nesta segunda-feira (9) pela revista Nature Nanotechnology detalha um novo adesivo que serve para medir o nível de glicose através da pele, o que pode fazer com que milhões de diabéticos não precisem usar agulhas para fazer as medições periódicas. A informação é da EFE. O adesivo extrai a glicose do fluido entre as células epiteliais através dos folículos pilosos, aos quais tem acesso individualmente graças a sensores em miniatura que usam uma pequena corrente elétrica e recolhem a glicose em pequenos reservatórios para medi-la. As leituras do nível da substância podem ser feitas a cada 10 ou 15 minutos ao longo de várias horas, segundo o estudo da Universidade de Bath, no Reino Unido. Graças a um conjunto de sensores e reservatórios, o adesivo não precisa ser calibrado com uma mostra de sangue, o que torna desnecessária a perfuração dos dedos, comum no processo de medição de glicose. Informe de baixo custo A equipe criadora do adesivo espera que este possa se tornar um dispositivo de baixo custo que envie de maneira regular medições relevantes do nível de glicose a smartphones e relógios smart do usuário e alerte se é necessário tomar alguma medida. “Uma grande vantagem” deste dispositivo, segundo os pesquisadores, é que cada sensor em miniatura pode operar em uma pequena área sobre um folículo piloso individual, o que aumenta a precisão das medições. Para este estudo, a equipe testou o adesivo tanto na pele de porcos, onde demonstrou que podia ler de maneira precisa os níveis de glicose em todas as categorias observadas em pacientes humanos diabéticos, quanto em pessoas voluntárias, nas quais também foi possível monitorar as variações de açúcar no sangue ao longo do dia. O próximo passo é melhorar o design do adesivo para otimizar o seu número de sensores, demonstrar sua total eficácia durante um período de 24 horas e realizar testes clínicos fundamentais. AgBr  (#Envolverde)

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Instituto farmacêutico faz testes com 40 produtos contra câncer

O Instituto de Ensino e Pesquisa IEP Hemomed está realizando importantes pesquisas em parceria com a indústria farmacêutica com teste de 40 novos fármacos contra vários tipos de cânceres em 250 pacientes. A pesquisa clínica inclui pacientes com doenças oncológicas atendidos no Instituto Hemomed de Oncologia e Hematologia, que voluntariamente se ofereceram para participar dos estudos clínicos dos novos fármacos. São pacientes com cânceres que acometem órgãos sólidos como mama, próstata, pulmão e intestino e cânceres relacionados ao sangue como leucemias, linfomas e mielomas. O IEP Hemomed integra o Instituto Hemomed de Oncologia e Hematologia e o São Lucas Cell Therapy Group, conglomerado de empresas com 40 anos de experiência, atuando nas áreas de oncologia, hemoterapia, onco-hematologia, terapia celular, pesquisas clínicas e tecnologia celular. Os fármacos desenvolvidos pela indústria farmacêutica são inicialmente testados em estudos não-clínicos em laboratórios de experimentação, onde se avaliam vários aspectos da molécula em sua ação sobre as células tumorais, tais como o potencial de toxicidade, carcinogenicidade, teratogenicidade e mutagenicidade. Após esta etapa, são realizados estudos em seres humanos, os ensaios clínicos. Esses estudos são importantes fontes de informação sobre a eficácia do medicamento em seres humanos e sobre seu perfil de efeitos adversos, que denota a segurança do medicamento. Os estudos clínicos ocorrem em 4 fases. Em cada fase, o medicamento é testado em número crescente de seres humanos, sendo que cada etapa possui uma metodologia diferenciada e finalidades específicas. A pesquisa busca estabelecer, segundo a OMS, uma relação de risco/benefício favorável para a indicação terapêutica proposta, evidenciando estatisticamente se os benefícios a serem alcançados são maiores ou menores que os malefícios. A pesquisa clínica segue rigorosos protocolos e a equipe de condução dos estudos é composta por médicos investigadores, coordenadores de estudos clínicos, enfermeiros e farmacêuticos especializados em pesquisa, que atuam no IEP Hemomed, atualmente presidido pelo diretor científico do grupo, o médico Elíseo Joji Sekiya.(#Envolverde)

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Vírus da herpes pode combater células de câncer de pele

Cientistas britânicos anunciaram, esta semana, que conseguiram transformar o vírus da herpes em um “agente duplo”, expondo as células do câncer de pele ao nosso sistema imunológico. O vírus funcionaria como um “cavalo de Tróia” para destruir os tumores malignos de melanoma. Este é o mais recente avanço em um campo da medicina que luta contra o câncer, chamado de imunoterapia, uma nova arma na luta científica contra a temida doença. A primeira técnica clínica contra o câncer que a ciência moderna criou, foi a quimioterapia, desenvolvida nos anos quarenta. A quimioterapia tem como alvo todas as células em replicação rápida no corpo, com o objetivo de abater as células cancerígenas, que se multiplicam velozmente. Porém, também mata células importantes do estômago e das raízes capilares, por isso existem os terríveis efeitos colaterais, incluindo a perda de cabelo. Após o tratamento, os doentes podem ter uma menor resistência à infecções por um tempo. Outros efeitos colaterais podem aparecer, meses ou anos após a quimioterapia ser concluída, incluindo a menopausa precoce, infertilidade, alterações na sensação das mãos e dos pés (neuropatia periférica) e problemas cardíacos e pulmonares. Alguns tipos de quimioterapia contribuem para a perda de massa óssea e risco de osteoporose; homens podem sofrer de disfunção sexual. Mas, apesar disso, não se engane! A quimioterapia salvou inúmeras vidas. Mas ela é um tratamento que pode ser brutal. Em termos militares, isso seria chamado de danos colaterais. Para minimizá-lo, os cientistas inventaram medicamentos direcionados, tais como o Tamoxifeno, para a terapia do câncer da mama. Pense neles como bombas inteligentes contra o câncer, mas nem sempre acertam o alvo, causando efeitos colaterais perturbadores. A imunoterapia, em contrapartida, utiliza vírus para identificar as células cancerígenas com delicadeza letal, destruindo-a de dentro para fora. O mais recente avanço foi liderado pelo Instituto de Pesquisa do Câncer e o Royal Marsden NHS Foundation Trust, ambos em Londres. Ele envolve a injeção de um vírus do herpes que tenha sido alterado geneticamente, de modo que não cause nenhum dano para as células saudáveis, em pacientes com melanoma maligno. O vírus atua como uma arma letal, atingindo o alvo precisamente no interior do corpo. Ao invadir as células cancerígenas, o vírus modificado libera uma substância química que alerta o sistema imunitário do paciente sobre uma ameaça tumoral, fazendo as defesas do próprio corpo atacarem o câncer. Este é um elemento crucial da imunoterapia. Muitas vezes, as células tumorais podem ser suficientemente semelhantes às saudáveis, passando imunes pelo radar dos nossos sistemas imunitários. Ao recrutar nosso sistema imunológico natural para a luta, o risco de efeitos colaterais indesejados é reduzido significativamente.Fonte Jornal da Ciência (#Envolverde)

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Medicamento de hepatite pode combater o virus da Zika

Ainda sem cura, o vírus Zika pode ser combatido com uma nova descoberta científica. Um medicamento já usado na cura da Hepatite C pode ser eficaz para curar também pessoas afetadas pelo Zika, incluindo gestantes. O remédio Sofosbuvir já é aprovado pelo Food and Drug Administration (FDA) – agência regulatória dos EUA para medicamentos – e os ensaios clínicos para o Zika devem começar ainda este ano no Equador. O trabalho completo sobre esta descoberta foi publicado online no dia 19 de janeiro na Revista Scientific Reports, do grupo Nature. A descoberta de um tratamento efetivo para o Zika, além de ser extremamente útil para as grávidas e para diminuir a incidência de crianças com alterações no crescimento e desenvolvimento devido à infecção pelo vírus – já são 3.037 casos confirmados de bebês afetados no Brasil desde novembro de 2015 até dezembro de 2017, segundo o último boletim epidemiológico divulgado pelo Ministério da Saúde –, também irá ajudar pessoas debilitadas que estejam infectadas e correm o risco de apresentar outras complicações, como a Síndrome de Guillain-Barré (doença que faz com que o sistema imunológico do corpo ataque os próprios nervos, causando danos ao sistema nervoso). O estudo coordenado pelo brasileiro Dr. Alysson R. Muotri, biólogo molecular e professor da Faculdade de Medicina da Universidade da Califórnia, com participação da Dra. Patrícia Beltrão Braga, professora do Instituto de Ciências Biomédicas da USP, ambos cofundadores da startup de biotecnologia TISMOO, testou os medicamentos utilizando uma tecnologia totalmente inovadora chamada BMT (Brain Model Technology), capaz de reproduzir o desenvolvimento embrionário humano através de células-tronco, os chamados minicérebros. Através de uma comparação genômica, os cientistas identificaram semelhanças nas polimerases (enzimas que sintetizam moléculas de RNA durante a replicação viral) do vírus da Hepatite C e do vírus Zika. A partir dessa observação, buscaram drogas já aprovadas com o objetivo de inativar a enzima. Entre os medicamentos testados, o que apresentou melhores resultados nos minicérebros foi o Sofosbuvir. Também foram realizados testes em dois modelos animais. “Camundongos infectados pelo Zika tratados com o medicamento conseguiram eliminar o vírus do organismo, apresentando níveis indetectáveis em diversos tecidos do corpo, incluindo o cérebro”, comemora o Dr. Alysson R. Muotri. Além disso, o estudo ainda descobriu a cura de contágio do Zika pela gravidez. Testando o mesmo remédio em fêmeas grávidas, o medicamento funcionou muito bem – fazendo com que todos os filhotes nascessem sem o vírus -, bloqueando completamente a transmissão mãe-filhote. E não foi observada nenhuma toxicidade da droga para os filhotes nem para a mãe. “Esse fármaco é categorizado ‘B’ pelo FDA, o que significa que pode ser administrado em grávidas em situações de risco para o feto”, diz a Dra. Patrícia Braga. “Mães infectadas podem continuar contaminando seus filhos através do leite materno. É possível também que mesmo bebês sem microcefalia que nasceram de mães infectadas, possam ainda ter o vírus circulante no organismo. Essas crianças podem se beneficiar desse tratamento” complementa o Dr. Muotri. (#Envolverde)

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Medicamento de hepatite pode combater o virus da Zika

Ainda sem cura, o vírus Zika pode ser combatido com uma nova descoberta científica. Um medicamento já usado na cura da Hepatite C pode ser eficaz para curar também pessoas afetadas pelo Zika, incluindo gestantes. O remédio Sofosbuvir já é aprovado pelo Food and Drug Administration (FDA) – agência regulatória dos EUA para medicamentos – e os ensaios clínicos para o Zika devem começar ainda este ano no Equador. O trabalho completo sobre esta descoberta foi publicado online no dia 19 de janeiro na Revista Scientific Reports, do grupo Nature. A descoberta de um tratamento efetivo para o Zika, além de ser extremamente útil para as grávidas e para diminuir a incidência de crianças com alterações no crescimento e desenvolvimento devido à infecção pelo vírus – já são 3.037 casos confirmados de bebês afetados no Brasil desde novembro de 2015 até dezembro de 2017, segundo o último boletim epidemiológico divulgado pelo Ministério da Saúde –, também irá ajudar pessoas debilitadas que estejam infectadas e correm o risco de apresentar outras complicações, como a Síndrome de Guillain-Barré (doença que faz com que o sistema imunológico do corpo ataque os próprios nervos, causando danos ao sistema nervoso). O estudo coordenado pelo brasileiro Dr. Alysson R. Muotri, biólogo molecular e professor da Faculdade de Medicina da Universidade da Califórnia, com participação da Dra. Patrícia Beltrão Braga, professora do Instituto de Ciências Biomédicas da USP, ambos cofundadores da startup de biotecnologia TISMOO, testou os medicamentos utilizando uma tecnologia totalmente inovadora chamada BMT (Brain Model Technology), capaz de reproduzir o desenvolvimento embrionário humano através de células-tronco, os chamados minicérebros. Através de uma comparação genômica, os cientistas identificaram semelhanças nas polimerases (enzimas que sintetizam moléculas de RNA durante a replicação viral) do vírus da Hepatite C e do vírus Zika. A partir dessa observação, buscaram drogas já aprovadas com o objetivo de inativar a enzima. Entre os medicamentos testados, o que apresentou melhores resultados nos minicérebros foi o Sofosbuvir. Também foram realizados testes em dois modelos animais. “Camundongos infectados pelo Zika tratados com o medicamento conseguiram eliminar o vírus do organismo, apresentando níveis indetectáveis em diversos tecidos do corpo, incluindo o cérebro”, comemora o Dr. Alysson R. Muotri. Além disso, o estudo ainda descobriu a cura de contágio do Zika pela gravidez. Testando o mesmo remédio em fêmeas grávidas, o medicamento funcionou muito bem – fazendo com que todos os filhotes nascessem sem o vírus -, bloqueando completamente a transmissão mãe-filhote. E não foi observada nenhuma toxicidade da droga para os filhotes nem para a mãe. “Esse fármaco é categorizado ‘B’ pelo FDA, o que significa que pode ser administrado em grávidas em situações de risco para o feto”, diz a Dra. Patrícia Braga. “Mães infectadas podem continuar contaminando seus filhos através do leite materno. É possível também que mesmo bebês sem microcefalia que nasceram de mães infectadas, possam ainda ter o vírus circulante no organismo. Essas crianças podem se beneficiar desse tratamento” complementa o Dr. Muotri. (#Envolverde)

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Papa Francisco alerta sobre hospitais submissos ao mercado

Em sua Mensagem para celebrar o XXVI Dia Mundial do Doente, o papa Francisco alertou os hospitais católicos a não se submeterem à lógica do mercado. Esta mensagem chega num momento oportuno, já que “este é o risco real que toda instituição de saúde, principalmente hospitais de grande porte nas grandes megalópoles, hoje tem pela frente”, diz Leo Pessini, Líder Mundial dos Religiosos Camilianos, Ordem Religiosa da Igreja Católica que está presente nos cinco Continentes, atuando no âmbito da saúde, em 41 países. Segundo ele, “as políticas públicas de saúde estatais são sempre mais hostis em relação a instituições confessionais, o que dificulta seu funcionamento e oferta de serviços com qualidade”. Na Itália, onde reside atualmente, afirma, vive-se “uma crise terrível nas instituições de saúde católicas. (…) Nós camilianos já vendemos três grandes estruturas hospitalares e estamos em negociação para nos livrar de outras que somente acumulam dívidas e prejuízos. Não somos os únicos, não, existem muitas congregações e associações católicas nesta situação”. E adverte: “A época das grandes obras, de congregações religiosas, seja na área da saúde ou da educação, está passando, se já não passou, em muitas regiões de nossos país”. Para Pessini, a mensagem do papa apresenta quatro momentos significativos. “O primeiro é a motivação bíblico–teológica, que apresenta o tema do dia mundial do doente: estamos no Calvário ao pé da Cruz com Maria e João, como vimos na pergunta anterior. Num segundo momento, Francisco se volta para a história de dois mil anos de serviço da Igreja no cuidado dos doentes. E diz que ‘esta história de dedicação não deve ser esquecida” (…) e nos ajuda a projetar bem o futuro’. (…) Num Terceiro momento, o Papa ressalta os desafios que hoje as instituições de saúde católicas têm pela frente para preservar sua identidade e valores evangélicos e cristãos. Francisco denuncia a tendência crescente ‘em todo o mundo, de uma mentalidade empresarial, que coloca o cuidado e tratamento de saúde no contexto do mercado, acabando por descartar os pobres’. (…) E, finalmente, no quarto momento, o Papa chama a atenção a respeito da importância da Pastoral Saúde na comunidade eclesial. Através deste serviço a Igreja continua no tempo histórico de hoje, o testemunho e mandato de Jesus em relação aos doentes, de ‘pousar o mesmo olhar rico de ternura e compaixão de seu Senhor’. E afirma que ‘a Pastoral da Saúde permanece e sempre permanecerá um dever necessário e essencial, que se há de ver com o ímpeto renovado começando pelas comunidades paroquiais até aos centros de tratamento de excelência’”, resume. Unisinos (#Envolverde)

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