Ecobreves – BRASIL: Resíduos de saneamento para fabricar concreto
Uma técnica que aproveita resíduos do saneamento básico para fazer concreto foi desenvolvida pela Escola de Engenharia de São Carlos, da Universidade de São Paulo (USP).

Uma técnica que aproveita resíduos do saneamento básico para fazer concreto foi desenvolvida pela Escola de Engenharia de São Carlos, da Universidade de São Paulo (USP).
A extração de madeira, mesmo cumprindo regras de manejo sustentável e os ciclos fixados por lei, tira valor produtivo das florestas amazônicas, comprovou um estudo da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz, da Universidade de São Paulo (USP).
Uma organização ecológica da caribenha Ilha de Margarita, noroeste da Venezuela, iniciou uma campanha de coleta de pilhas e baterias dirigida aos seus 400 mil habitantes e às centenas de milhares de turistas que a visitam a cada ano.
Um contingente de 25 integrantes do Corpo de Bombeiros de Tegucigalpa aderiu à iniciativa estatal de plantar nos próximos seis meses 200 mil árvores na capital hondurenha e em três municípios.
O uso de zeolita natural na agricultura eleva a produção e minimiza o impacto ambiental.
Organizações ambientalistas e sociais da cidade argentina de Berazategui pedem a mudança de uma subestação elétrica para uma área menos habitada e normas para regular a instalação desse tipo de equipamento.
A organização Greenpeace lançou a aplicação eletrônica “Limpe sua Despensa”, um guia para suprimir os produtos industrializados e que contêm ingredientes geneticamente modificados.
A Amazônia pode perder mais de sete mil quilômetros quadrados de floresta antes de julho de 2012, segundo o informe “Risco de Desmatamento”, divulgado pelo Instituto do Homem e do Meio Ambiente da Amazônia (Imazon).
Quatro localidades marginais de Tegucigalpa apresentam “alto risco” de sofrerem graves deslizamentos de terra em época de chuva, informou uma equipe de geólogos da Costa Rica após estudo de três semanas feito em Honduras.
Trabalhadores da fábrica estatal de alumínio Venalum, na cidade de Guayana, denunciaram que, por falta de reparos, não funciona a central que processa gases tóxicos, como tolueno e benzeno, que são lançados diretamente na atmosfera.