A Comissão Interventora nomeada para deter o corte ilegal de floresta e o contrabando de madeira em Olancho, nordeste de Honduras, não conseguiu seus objetivos. Guillermo Rodas, integrante da Comissão, disse ao Terramérica que o contrabando continua por falta de pessoal e logística.
O corte ilegal para contrabando, especialmente de madeiras de cor, desmata florestas e bacias desse departamento, um dos maiores do país, segundo o padre Andrés Tamayo, líder de um movimento ecologista em Olancho e integrante da Comissão Interventora.
Após a Marcha Nacional pela Vida encabeçada por Tamayo, em junho, o governo formou a Comissão com o objetivo de apresentar, no prazo de um mês, alternativas viáveis contra o desmatamento em Olancho e outras regiões de floresta.
O grupo recomendou o afastamento, por incapacidade, de mais de 85% dos empregados da estatal Corporação Hondurenha de Desenvolvimento Florestal.

