Ecobreves – MÉXICO:: Não há dinheiro para medir a poluição

Múltiplos poluentes atmosféricos da capital mexicana, entre eles vários cancerígenos, não podem ser monitorados por falta de apoio financeiro do governo, que “parece não se interessar pela pesquisa”, denunciaram cientistas. “Há muitos cancerígenos no ar da cidade, como benzeno, mercúrio e outras substâncias cujo comportamento, origem e conseqüências na saúde ainda não são conhecidos, pois não há dinheiro para financiar pesquisas”, disse ao Terramérica Vileta Múgica, cientista que colabora com a Universidade Autônoma Metropolitana.

Na capital mexicana, uma das metrópoles com maior poluição no planeta, são pesquisados, com dinheiro do Estado, poluentes como o ozônio ao rés do chão, óxido de nitrogênio, chumbo e as partículas suspensas, entre outros.

“Se faz acompanhamento dos principais, mas muitos outros ficam de fora”, afirmou Múgica.

No México, menos de 0,5% do Produto Interno Bruto é dedicado à pesquisa científica.

Correspondentes da IPS

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