NAIROBI, 20/02/2007 – Apenas um ano depois da eleição do Jakaya Kikwete como presidente da Tanzânia o seu nome já foi mencionado nos corredores do cume/cumulo /reunião da União Africana em em janeiro em Addis Ababa, Etiopia, como o possivel novo presidente da UA. No fim de tudo a posiçao foi dada ao John Kufuor, o presidente de Ghana—aparentamente em comemoração do quinquagésimo ano da independência deste país. Más o fato do seu nome ser mencionado obrigou os delegados a notar o progresso feito pela Tanzânia sob a sua liderança – particularmente no que diz respeito aos Objetivos de Desenvolvimento das Nações Unidas para o Milénio ( MDGs) "Kikwete interesse se na elaboração de detalhes sobre como atinjir os MDGs’’ disse o Bernard Olayo, especialista nos sistemas de saúde ao Centro MDG em Nairobi, Kenya. O Centro MDG foi estabelecido pelas Nações Unidas (ONU) com o alvo de trabalhar com os paíises diferentes no desenvolvimento dos planos financeiros deles para a realização dos MDGs.
Olayo encontrou se com o Kikwete em Janeiro deste ano quando esteve na Tanzânia com o Jeffrey Sachs, o chefe do Projeto Milénio da ONU. Este projeto participou no desenvolvimento do plano de ação contra a pobreza. O Olayo constata que o Kikwete é muito positivo no que diz respeito a encontrar soluções aos problemas.
Ele raconta esta anedota : "Quando o Kikwete foi pedido recentemente a fazer o discurso inaugural num seminário sobre a redução da pobreza, ele não aceitou apenas dar o seu discurso más insitiu a participar no seminário inteiro.’’ Isto não é normal dado que os políticos normalemente entram e saiam das conferências depois de cumprir o necessário sem fazer mais contribuições.
O Olayo louva o programa do governo de Tanzânia de dar a educação primária gratis a todas as crianças. A registração dos alunos da escola primária aumentou de quatro a oito milhões de crianças entre 2000 e 2007.
A África é o continente com a maior incidência de crianças deixando a escola depois de acabar com a escola primária devido aos fatores como as propinas inacessíveis e a falta de facilidades.
Agora encoraja se a milhares de Tanzânianos jovens a continuar com a escola graças a um projeto noqual o governo ajuda as comunidades a construir as escolas segundárias por todo o país.
"A melhor maneira de desenvolver uma nação é de melhorar o sistema educacional para que os cidadãos possam tomar o lugar deles nos mercados mundiais,’’ indica o Olayo.
A Tanzânia tem muitos ativos que ajudam-na no seu objetivo de atinjir os MDGs. O país tem uma riqueza mineral vasta – tanzanite, ouro e cobre – e é famoso para o seu produto agrícolo que inclui os cravos-da-índia; o café, o algodão e a chá. Algumas empresas estão agora muito ocupadas com a exploração do petróleo.
A Tanzânia oferece um clima muito conducente ao investimento que inclui taxas reduzidas de impostos para a importação e do imposto para as vendas de bens capitais.
O governo também permite a repatriação não condicional/incondicional – em divisa facilemente convertível – de lucros líquidos, empréstimos em divisa estrangeira; direito de privilégios, preços no que diz respeito a tecnologia estrangeira; a remessa de produtos e o pagamento de salários e outros benefícios para os empregos estrangeiros trabalhando na Tanzânia.
Todos os investimentos na Tanzânia são garantidas contra a nacionalização e a expropriação. O governo também completou a sua estratégia nacional para o crescimento e para a redução da pobreza (que é chamado pela sua sigla Kiswahili de Mkukuta) em junho de 2005.
Segundo um relatório do Fundo Monetário Internacional e da Associação Internacional de Desenvlovimento, a Tanzânia tem avançado muito na redução da pobreza de rendimentos (MDG1), na subalimentação (MDG 1), na inegualdadae de géneros na educação primária (MDG 3) e na mortalidade infantíl (MDG 4).
Contudo, precisa se de fazer mais para lidar com a mortalidade materna (MDG 5).
Todos estes desenvolvimentos tomam lugar num contexto de taxas mais altas do crescimento económico atual. O produto nacional bruto de Tanzânia aumentou de 6.8 porcento em 2005 em comparação com 6.7 porcento em 2004. A indústria contribuíu um crescimento de 9 porcento em 2005, um pequeno aumento do de 8.6 porcento em 2004.
A Agricultura caíu um pouco a 5.2 porcento em 2005, de 5.8 porcento em 2004. A pobreza está sempre abundante nas zonas rurais, particularmente com os pequenos agricultores que nem conseguem aumentar o vencimento arranjando quaisqueres trabalhos.
"Mais de 80 porcento da população de Tanzânian depende da agricultura,’’ disse o Josephat Mshighati, o coordenador do programa Direito a Ser Ouvido, programa do Oxfam na Tanzânia.
"Apesar da educação da Saúde e da agricultura ter a alta prioridade no plano Mkukuta de crescimemnto, sempre se precisa de mais para ajudar a agricultura. O governo deveria fazer mais para este sector noqual se necessita dos subsídios nacionais.
"Os agricultores correm em toda a parte a busca de insumos como adubos, sementes modificadas e insecticídios que são proibitivamente caros muitas vezes,’’ indicou o Mshighati
Na Tanzânia mais de 90 porcento da mão de obra agrícola consiste de mulheres. Muitas destas sustentam a económia rurale e não têm maridos. Trabalham não só nas próprias terras pequenas delas más também nas quintas comerciais onde muitas vezes, são pagas muito pouco.
A presidência do Kikwete trouxe um raio de esperança ao sector agrícolo como ele iniciou o programa do desenvolvimento do sector agrícolo que, ao longo de nove anos, pretende transformar a agricultura rural e torná-la mais produtiva.
O programa compreende o apoio aos components diferentes do sector através da subvenção de insumos agrícolos para os agricultores.
Segundo o Olayo, os doadores internacionais já aprovaram do governo de Kikwete. Este fato foi sublinhado por uma doação recente de 105 milhões de libras britânicas pela Grande Bretanha para ajudar a Tanzânia na luta contra a pobreza.
Em janeiro deste ano alguns países e instituições ricos assinaram um acordo para uma estratégia de ajuda conjunta a Tanzânia (JAST).
Estes incluem a Bélgica, a Canadá, a Dinmarca, a Comissao Europeia, a Finlândia, a França, a Suécia, a Suiça, a Grande Bretanha, os Estados Unidos, o Banco Mundial e o Banco Africano do Desenvolvimento.
No que diz respeito a JAST os parceiros de desenvolvimento ajudarão a Tanzânia a lutar contra a pobreza e a assegurar o desenvolvimento sustentável. Os programas do governo e da assistência ao desenvolvimento serão consolidados.
Más há duas coisas que têm manchadas o governo de Kikwete. Em 2006 houve muita excitação sobre o plano do American Richmond Company de instalar dois geradores de energia como o país está atormentado pela falta de energia. A empresa americana não cumpriu a sua promessa de dar os 172 milhões de dólares. Alguns ministros foram implicados nesta cena más a resposta do Kikwete foi de reorganizar o seu gabinete ministerial.
Em janeiro deste ano o jornal "Guardian’’ do Reino Unido, relatou que uma empresa britânica para a defesa, BAE Systems alegou ter pago 12 milhões de dólares americanos a um intermediário tanzaniano em 2001, para conseguir um contrato para a instalação de um sistema de radar.
Embora este negócio foi fechado antes dele tomar poder, o fato do Kikwete recusar a comentar nas investigações zangou muitos críticos.

