A hondurenha Aliança Cívica, que luta por reformas da Lei de Mineração, acusou as empresas do setor que operam no país de pressionarem o Congresso para que seja adiada a aprovação das mudanças. As companhias “querem tirar o debate do Congresso para levá-lo a outra instância, rompendo, assim, um consenso de mais de seis anos”, disse ao Terramérica Pedro Landa, da Aliança Cívica.
A Associação de Empresas Mineradoras propôs que o paragovernamental Fórum Nacional de Convergência se encarregue da discussão das reformas, o que invalidaria todo o processo já percorrido.
As modificações, que deveriam ter sido aprovadas no dia 20 de setembro, visam frear a exploração a céu aberto; proibir novas explorações em mais de 30% do território nacional, de 112.412 quilômetros quadrados; elevar os impostos e exigir medidas de mitigação nas zonas afetadas por atividades mineradoras.

