Na América Central “não existem políticas públicas uniformes que determinem que poluir nossa qualidade de vida também é corrupção e falta de transparência”, disse ao Terramérica Roxana Salazar, ambientalista e magistrada suplente da Sala Constitucional da Costa Rica. “Não havendo políticas claras, é fácil nos fazer crer que os desastres naturais são acidentais. E não é assim. São conseqüência de como vivemos e convivemos”, acrescentou.
O estado das políticas ambientais na América Central foi parte do debate mantido pelos procuradores de direitos humanos da região, no dia 30 de setembro, em Tegucigalpa.
O encontro, patrocinado pela Comissariado Nacional dos Direitos Humanos de Honduras, busca apresentar, no começo de 2009, diretrizes básicas para uma política ambiental regional.

