Ambientalistas mexicanos pediram ao governo de Felipe Calderón um programa para prevenir a eventual chegada às costas deste país do vazamento de petróleo que ocorre no Golfo do México. “As implicações têm a ver com a qualidade das águas, das plantas e dos animais, das praias e da economia de alguns lugares”, disse ao Terramérica o presidente do não governamental Centro Mexicano de Direito Ambiental, Gustavo Alanis.
O Ministério do Meio Ambiente e de Recursos Naturais vigia as costas de cinco Estados da área do Golfo, que poderiam ser afetados se o vazamento atingir território mexicano e alerta sobre a opção de processar a British Petroleum (BP) por possíveis danos.
Alanis sugeriu rever as leis de perfuração de poços de petróleo em águas profundas.
Uma plataforma alugada da BP afundou no dia 22 de abril e causou um vazamento de óleo que pode estar entre os piores do mundo, pois continua se espalhando.

