Uma equipe da Universidade Simón Bolívar, da Venezuela, projeta uma unidade para processar pilhas e baterias de uso doméstico, a fim de deter sua disposição inadequada e extrair materiais tóxicos em forma de compostos químicos reutilizáveis. “O conhecimento gerado sobre a separação dos materiais e o desenho de uma planta-piloto será de uso livre e estará disponível na internet para que qualquer pessoa, comunidade, organização ou empreendedor gere benefícios para o meio ambiente ao aplicar essa tecnologia em forma de negócio”, disse ao Terramérica o diretor da equipe, Pedro Delvasto.
As pilhas domésticas, explicou este doutor em ciência e tecnologia de materiais, contêm materiais nocivos ao se misturar com outros dejetos nos lixões, como mercúrio, cádmio, níquel, lítio, manganês e zinco.
Seis pilhas recarregáveis podem contaminar até 2,5 milhões de litros de água, o consumo diário de 14 mil pessoas.

