O Escritório Regional da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) recomendou ao Chile que incorpore a bioenergia à sua matriz energética A FAO reconheceu que o Chile possui uma baixa disponibilidade de matérias-primas agrícolas e de áreas cultiváveis para bioenergia, mas afirmou que há novas possibilidades de incorporar áreas a esta indústria, com matérias-primas alternativas. O ecologista Juan Pablo Orrego afirmou ao Terramérica que o espectro da utilização de biomassa em termos energéticos é muito amplo “e que se deve levar em conta que na natureza nada se perde”. Reconheceu que há algumas alternativas que são muito ecológicas e eficientes, como produzir biogás a partir do esterco. Entretanto, opinou que “nos parece complicado utilizar biocombustíveis, usar terra e cultivar para produzir combustível”.

