Especialistas de Cuba e do Japão integram um projeto para conhecer o comportamento e contar as populações de almiquí (Solenodon cubanus), um raro mamífero em perigo crítico de extinção que se acredita que habita o Parque Nacional Alejandro de Humboldt. “Contamos vários avistamentos deste roedor em nossa área, por isso o estudo ajudará a conhecer sua situação real”, disse ao Terramérica a especialista Alicia Medina, da estatal Unidade de Serviços Ambientais Alejandro de Humboldt, uma área natural compartilhada entre as províncias orientais de Guantânamo e Holguín.
A expedição de 11 pesquisadores do parque, da Faculdade de Biologia da Universidade de Havana e três universidades japonesas terminou uma primeira etapa no dia 28 de fevereiro e espera iniciar este mês a segunda fase, de 20 dias.
Este mamífero noturno e endêmico é considerado um fóssil vivente. Envolverde/Terramérica

