O governo da presidente Michelle Bachelet acolheu uma proposta de organizações ambientalistas para promover uma “lei curta” da floresta nativa que destrave o trâmite legislativo, paralisado há 13 anos, de uma lei de proteção dos ricos recursos florestais autóctones do Chile. Flavia Liberona, coordenadora da Rede Floresta Nativa, apoiou a decisão desta lei, adotada no dia 19 de abril, após três reuniões das autoridades com ecologistas.
“Felizmente, as novas autoridades entenderam que o projeto anterior era inviável. Estas mudanças representam um sinal político de abertura maior do que vimos no governo anterior”, do presidente Ricardo Lagos, disse Liberona ao Terramérica.
O objetivo é regulamentar como questão imediata o fomento de plantações e a recuperação da floresta nativa, adiando o debate sobre substituição de florestas autóctones, que já colocou frente a frente ecologistas e empresários madeireiros.

