Cafeicultores de pequena escala da região hondurenha de Subirana praticam a secagem do café com energia solar para mitigar a contaminação que esse processo produz. Experiências semelhantes são aplicadas na Costa Rica e na Nicarágua. Algumas técnicas tradicionais para secar o café afetam a natureza, com o uso da lenha, explicou Raúl Raudales, do Instituto Mesoamericano de Desenvolvimento, vinculado à norte-americana Universidade de Massachusetts Lowell, que apoia a iniciativa na Costa Rica e em Honduras.
Neste caso, trata-se da combinação de painéis para coletar energia solar e a utilização de combustíveis orgânicos. A qualidade do café seco dessa forma, segundo especialistas, tem maior valor agregado e permite sua comercialização no mercado europeu a preços melhores, acrescentou Raudales.
As exportações de café geram para Honduras em torno de US$ 1,2 bilhão anuais.

