BRASIL: Uma maldição afeta hidrelétricas amazônicas

Porto Velho, Brasil, 27/02/2012 – "Talvez seja a maldição de Rondônia", ironizou Ari Ott, ao se referir aos problemas com o início da operação da primeira turbina da Central Hidrelétrica de Santo Antônio, com a qual se desejava implantar no Brasil o novo ciclo de grandes projetos energéticos amazônicos. Continue Reading

Ex-chefe da Aiea pede o fim das ameaças de guerra contra o Irã

Washington, Estados Unidos, 24/02/2012 – Ainda que os inspetores da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) que esta semana visitaram o Irã não tenham ficado satisfeitos, o ex-diretor desse organismo Hans Blix pediu às partes que façam um esforço maior para afrouxar as tensões pelo programa nuclear iraniano e evitar uma guerra. Continue Reading

DIALOGUES: América Latina deve discutir o tráfego de armas nucleares

CIDADE DO MÉXICO, México, 21/02/2012 – (Tierramérica).- Não podemos ver a não proliferação sem medidas que nos levem ao desarmamento completo, afirma Gioconda Ubeda, secretária-geral do Organismo para a Proscrição das Armas Nucleares na América Latina e no Caribe. Continue Reading

PETRÓLEO: Abundância energética cubana poderia vir do mar

Havana, 16/02/2012 – A busca por petróleo em águas cubanas do Golfo do México, iniciada pela empresa espanhola Repsol, abre encontradas conjecturas sobre o futuro de Cuba e sua eventual passagem de importador a exportador de petróleo. Por sua significação estratégica para Cuba e seu vizinho Estados Unidos, a energia poderia ser, inclusive, área importante de uma colaboração que, no médio prazo, contribua para a normalização das relações entre os dois países, afirmam analistas. Continue Reading

Temor não freia exportações nucleares

Tóquio, Japão, 20/01/2012 – O Japão pretende impulsionar exportações nucleares civis enquanto tenta acalmar sua população, indignada pelos vazamentos radioativos ocorridos na central atômica de Daiichi, em Fukushima, afetada pelo terremoto e posterior tsunami de 11 de março de 2011. “O motivo pelo qual Tóquio adota esta perigosa medida é conseguir oportunidades de negócios e influência diplomática nos países em desenvolvimento”, explicou Yuki Tanabe, especialista do Centro do Japão para um Meio Ambiente e uma Sociedade Sustentáveis (Jacses). Continue Reading