Um projeto, em colaboração com a Organização das Nações Unidas para a Agricultura e a Alimentação (FAO), que começará a ser executado em janeiro buscará melhorar e conservar solos e águas da bacia hidrográfica Guantânamo-Guaso nessa região, a mais oriental de Cuba. O programa introduzirá métodos para preservar e manejar adequadamente o solo e o potencial hídrico de zonas prejudicadas pela seca e por outros processos que conduzem à desertificação na região, disse ao Terramérica Cristina Velásquez, diretora da Estação de Solos de Guantânamo, 929 quilômetros a leste de Havana.
Entre as medidas que serão aplicadas, Velásquez mencionou o uso de fertilizantes orgânicos, tecnologias para o manejo de drenagens e rotatividade de cultivos.
A bacia Guantânamo-Guaso ocupa 2.347 quilômetros quadrados e abriga cerca de 250 mil pessoas, a metade da população de Guantânamo.

