A Autoridade Européia para a Segurança Alimentar (EFSA) confirmou a segurança do aspartame após avaliar o estudo da Fundação Européia Ramazzini, da cidade italiana de Bolonha, que conclui que o popular adoçante poderia ter efeitos cancerígenos.
Diante dessa desconsideração, a Fundação Ramazzini defendeu seus resultados e seu diretor científico, Morando Soffritti, advertiu que continuarão pesquisando “não só o aspartame, como também outros adoçantes químicos usados na indústria alimentícia, bebidas e produtos farmacêuticos”.


