O grupo ambientalista argentino Fundação Vida Silvestre advertiu que existe uma brecha entre a realidade pesqueira local e o Código de Conduta para a Pesca Responsável da FAO. “Por exemplo, fixam-se capturas máximas sem considerar a tradicional subdeclaração nem descontar capturas de outros países”, disse ao Terramérica Guillermo Cañete, coordenador da Fundação.
Uma pesquisa do grupo mostrou que o enfoque de precaução recomendado pela Organização das Nações Unidas para a Agricultura e a Alimentação (FAO), no código de 1995 – de adesão voluntária – “não está bem incorporado” à legislação local.
O ativista disse que a pesquisa feita nas cinco províncias do litoral marítimo argentino continuará com encontros nos distritos envolvidos, a fim de adequar as normas.

