O sacerdote Andrés Tamayo não considerou as ameaças de expulsão, feitas por habitantes e empresários da madeira, que lhe ordenaram abandonar o departamento de Olancho no dia 31 de maio.
O presidente de Honduras, Manuel Zelaya, se comprometeu em garantir a vida do religioso, mas, para vários ativistas, o gesto não é suficiente.
“A vida de Tamayo está em perigo e não basta o presidente dizer que vai protegê-la, deve mandar investigar e prender quem o ameaça constantemente”, disse ao Terramérica Bertha Oliva, da organização humanitária Cofadeh.
Salamá, onde Tamayo reside há 23 anos, é uma das regiões mais devastadas pelo desmatamento ilegal e tráfico de madeira. Dados oficiais indicam que cerca de 108 mil hecteres de florestas são cortados anualmente no país.


