Ecobreves – MÉXICO: Lei sobre baterias é rejeitada

Uma lei ambiental, que o governo do México pretende aprovar para o manejo de baterias, desagradou ativistas, pois não contempla o armazenamento e a reciclagem desses produtos. “Não servirá para nada, e assim diremos expressamente às autoridades”, disse ao Terramérica Marisa Jacott, coordenadora da Campanha de Tóxicos do Greenpeace no México.

As disposições contempladas, que segundo as leis estarão abertas à crítica pública até março, limitam-se a comprometer os fabricantes de baterias a manter a qualidade de seus produtos e combater o contrabando.

Não considera o armazenamento nem a reciclagem, pois argumenta-se que as baterias modernas têm um mínimo de incidência contaminante.

O Greenpeace reconhece esse fato, mas lembra que quase a metade das 600 milhões de unidades anuais de baterias consumidas no México são produto de contrabando, a maioria da China, e contêm produtos químicos de grande impacto ambiental.

“Como está, a redação da nova lei é inútil, pois não reconhece a realidade, por isso a contestaremos”, disse Jacott.

Correspondentes da IPS

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