Usando microesferas porosas de cerâmica, professores da Universidade Federal de Minas Gerais conseguiram reduzir em 40% as emissões industriais de dióxido de carbono. O próximo passo é aumentar para 60% a capacidade de absorção deste gás, principal causador do efeito estufa, segundo Geraldo Magela de Lima, um dos coordenadores da pesquisa.
“Conseguimos evitar que parte do dióxido de carbono vá para a atmosfera. Agora pretendemos estudar a viabilidade de atacar o gás pré-existente, adaptando o material cerâmico para que se espalhe e reaja com o gás carbônico presente no ar”, capturando-o, disse Magela ao Terramérica.
Além de ajudar a mitigar o aquecimento global, o gás absorvido pela cerâmica pode ser aproveitado como insumo para produção de plásticos, couro, celulose e papel.

