A superfície de cultivos transgênicos no Chile – principalmente milho, soja e canola – aumentou de 24.921 hectares, em 2007, para 30.101 em 2008/09, “sem as regulamentações suficientes para proteger as sementes tradicionais nos centros de origem”. Foi o que denunciou ao Terramérica María Isabel Manzur, coordenadora da Rede Por um Chile Livre de Transgênicos.
No Chile só está autorizada a multiplicação de sementes geneticamente modificadas com fins de exportação, mas, contraditoriamente, pode-se importar produtos transgênicos para consumo humano e animal.
A Rede, que no dia 27 deste mês organizou um seminário informativo sobre o tema, também se preocupa com a introdução da alfafa transgênica – proibida em 2008 nos Estados Unidos – e de cultivos farmacêuticos transgênicos.
Em 2008, foi detectada contaminação transgênica em quatro amostras de milho convencional, de um total de 30 analisadas ao acaso na região de O’Higgins (centro do país).

