A votação de um projeto de lei que trata do manejo de lixo eletrônico, que está há três anos em estudos no Senado, enfrentou novas objeções e não poderá ser aprovado até o ano que vem. A iniciativa, que promove a responsabilidade dos fabricantes na gestão dos resíduos, foi apoiada pela organização Greenpeace e também tem apoio de técnicos, empresários e recicladores. Porém, quando se esperava sua aprovação em comissões, surgiram novas objeções.
“Como nos anos anteriores, neste também não teremos novidades”, disse ao Terramérica a ativista María Eugenia Testa, do Greenpeace. “O que nos surpreende é que desta vez havia consenso e de repente tudo travou”, afirmou.
Estima-se que na Argentina são gerados 2,5 quilos anuais de lixo eletrônico por habitante. A metade está em depósitos, 40% em lixões e apenas 10% é reciclado.

