Um método para degradar o formol antes de ser lançado no esgoto foi desenvolvido por Sônia Borges de Oliveira, professora da Faculdade de Economia da Universidade de São Paulo em Ribeirão Preto. O formol é um produto químico utilizado em laboratórios e hospitais para conservar tecidos, órgãos e partes anatômicas, mas pode causar danos ao meio ambiente e inclusive provocar câncer.
É “uma substância forte, capaz de matar qualquer sistema biológico”, alertou Sônia.
Ela idealizou “uma estrutura de dez reatores, que recebe o efluente diluído em água e o armazena em um tanque. Depois, um sistema de bombeamento automático leva o líquido até cada reator. Diferentes tipos de micro-organismos em cada reator se encarregam de degradar o formol”.
O “resultado final é um líquido com 70% menos formol”, explicou a professora ao Terramérica.

