Dacar, Senegal, 08/02/2011 – O primeiro dia de encontros e discussões no Fórum Social Mundial foi marcado pelo caos sobre onde seriam realizados os inumeráveis seminários.
“Nós estamos tentando montar, o mais rápido possível, barracas no local, de modo a acomodar os seminários.” disse a mesma fonte.
São cerca de duas mil discussões planejadas para esta semana. Os participantes do FSM que chegaram ao campus na manhã do dia 7 encontraram muitas das salas ocupadas por estudantes tendo suas aulas normalmente.
Um grupo brasileiro que luta pelo direito a terra prontamente se acomodou na sombra de uma árvore para conduzir a discussão sobre grilagem de terras no Brasil e na África. Outros iniciaram um protesto barulhento até o prédio da administração da Universidade.
Um dos manifestantes, o chileno Carolos Morales, disse que “talvez alguém da Universidade não esteja feliz porque seus estudantes vão acordar para muitas questões do neocapitalismo e como são gastos recursos do estado em benefício próprio”.
Grupos de organização dos paineis estavam procurando por alternativas locais durante o dia e fazendo o possível para avisar aos participantes onde estavam ocorrendo cada uma das discussões. Muitas das sessões originalmente marcadas para o dia 7 tiveram que ser canceladas. Envolverde/IPS


