WASHINGTON, 20/04/2007 – – O Banco Mundial não teve sucesso nos seus esforços de controlar a exploitação das florestas tropicais húmidas da República Democrática do Congo (RDC). Segundo um novo relatório, isto está a conduzir as implicaçoes negativas para a mudança climática e a corrupção. Lançado no dia 11 deste mês pela Greenpeace International em preparação para a reunião da primavera do Banco Mundial e do Fundo Monetário Internacional, este relatório documenta o dano social e ambiental extreme causado pela exploitação a grande escala na RDC.
A Greenpeace (uma organização global que trata de assuntos ambientais) disse que quase 25 porcento das das emissões de gazes e que causam o efeito estufa vêm da insfraestrutura ligada a exploitação da floresta tropical húmida. A organizacão também disse que pelo ano 2050, a exploitação florestal na RDC emitirá cerca de 34.4 bilhões de toneladas do dióxido de carbono – que é igual as emissões do mesmo da Grande Bretanha de desde há 60 anos.
”O relatório é muito útil porque enfatiza a lacuna entre a retórica do Banco Mundial e a realidade no terreno,” disse a IPS a Nikki Reisch, a direitora do Programa África ao grupo guardiano o Centro de Informação do Banco. “Há uma grande divisão entre os compromissos políticos e as coisas que acontecem num país deste tamanho na Europa Occidental.”
Uma das fontes principais das emissões do CO2 e da degradação florestal são as estradas massivas para a exploitação, algumas das quias são mais laegas de que as autoestradas europeias.Estas estradas são cruciais para a indústria da exploitação florestal e foram construidas nas zonas onde a floresta tropical húmida já foi explorada.
O relatóriot, “A Repartição do Congo”, conclui qie as estradas e a infraesrutura instaladas para a exploitação também estão a ser usadas pelos cacadores furtivos para tewr acesso as zonas que antes eram inacessiveis.
Este novo acesso conduziu a um aumento nancaça furtiva dos mamais grandes para satisfazer a demanda comercial para a o marfim e a carne de caça.
A instabilidade violenta, serviu a proteger muitas das florestas tropicais húmidas na RDC da exploitação commercial. Más o estabelecimento da paz relative renovelou o interesse na exploitação florestal, e já se transmitiu títulos para a exploitação de mais de 20 milhões de hectares.
A Greenpeace e uma variedade de organizações não goernamentais estão apedir ao Banco Mundial de parar de apoiar o desenvolvimento através da indústria extrativa na RDC.
“Não temos um exemplo nenhum de um lugar onde a exploitação florestal industrial reduziu a pobreza,” disse a IPS o Susanne Breitkopf, uma especialista de Greenpeace na Campanha para a Floresta Africana.
O Banco Mundial parou a sua assistência a RDC nos anos 1990s quando desatou um conflíto violento para o contrôle dos recursos naturais neste país. As corporações multinacionais estrangeiras e as elites locais corruptas ganharam contrôle de 43.5 milhões de hectares da floresta tropical húmida – uma zona que é maior de o estado de California dos Estados Unidos e duas vezes o tamanho da Grande Bretanha – numa nação em que qulquer entidade ou pode aproveitar da imensa riqueza natural.
Em 2001, o Banco Mundial renoveou o emprestimo a RDC e é agora o maior emprestador do país. Por isso ele está sob muita pressão a mudar a situação na indústria da exploitação florestal e a castigar severamente a caça furtiva, disse a Greenpeace.
Em maio de 2002, o Banco Mundial conseguiu pressionar o governo da RDC a pôr um moratório na alocação de novos títutlos da exploitação e na extensão dos existentes. Isto foi depois de uma revista de impostos dos cotratos de exploitação instigada pelo Banco Mundial que resultou na cancelação de 163 contratos que não conformaram as condições exigidas cobrindo 25.5 milhões de hectares da floresta tropical húmida.
O Banco Mundial celebrou esta revista como ” uma ação sem precednte no mundo,” que é crítio em “atrasar a expansão a exploitação,” e em “libertar o espaço para as novas zonas protegidas potenciais na parte do país que é a floresta tropical húmida.”
Más a Greenpeace disse que apesar do moratório, “Os membros do governo transicional da RDC tinham assinados 107 contratos novos por abril de 2006, ás empresas de exploitação cobrindo mais de 15 milhoes de hectares de floresta. Estes incluem contratos aprovados sob o pretexto de remapeamento; câmbio; reajustamentos e realocação de títulos velhos, e de novas alocações..”
“O banco reconheceu os problemas (com a exploitação industrial na RDC) más nós estamos preocupados porque aquelas declarações não sõa acompanahadas pela ação,” disse o Reisch.
“(O Banco Mundial) foi instrumental no uso dos setores extratáveis para mobilizar a a economia,” disse a Breitkopf. “Iniciaram este processi. Nós precisamos de assegurança de aplicação pratical no terreno. TO banco está a ser ingénuo quando promove o setor extrativo sem ter qualquer mecanismo de contrôle, ou um plano de governança.”
A revista do relatório das empresas maiores de exploitação cujos contratos foram submetidos a revista legal de títulos do Banco Mundial encontrou “os lapsos graves de governança, uma falta massiva da capacidade institucional para controlar o setor florestal, as ilegalidades diversas e os conflítos sociais, e os conflítos com as iniciativas estabelecidas da conservação.”
Sem os quadros requisitos de governança e a supervisão , o relatório conclui que a indústria de exploitação na RDC tem danado as espécias de animais indigenas da África Central e contribuido ao efeito do estufo global através das emissões massivas de greenhouse gas.
A Greenpeace conclui que, ” Até agora o Banco Mundial não teve sucesso nas suas tentativas a atinjir o seu objetivo de controlar a expansão da indústria de exploitação e do setor de governança. Sem a aplicação, o moratório é apenas uma frente para a luta atrás dos bastidores para a propriedade.”

