Cemaden participa de evento sobre desastres naturais na África do Sul

A próxima reunião do Brics para discutir cooperação científica em prevenção de desastres será realizada na África do Sul e terá participação do órgão brasileiro Cemaden. Sob o tema de “Prevenção e Mitigação de Desastres Naturais” – uma das cinco áreas prioritárias do acordo de cooperação entre os países do Brics – tem o Brasil na liderança para desenvolver os acordos e mecanismos de ciência, tecnologia e inovação para cooperação multilateral no tema, por meio do Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden), unidade de pesquisa do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações – responsável em conduzir as discussões entre os países do bloco. O Cemaden irá organizar o 3º Encontro do GT do Brics no tema “ Prevenção de Riscos e Mitigação de Desastres Naturais”, a ser realizado na África do Sul, neste ano, em maio, na Cidade do Cabo. (#Envolverde)

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Países latino americanos recebem verba para financiamento climático

O diretor-executivo do Fundo Verde do Clima (GCF, na sigla em inglês), Howard Bamsey, anunciou nesta segunda-feira (5), em Bogotá, que aprovou cerca de US$ 350 milhões para “financiamento climático” em países latino-americanos. O GCF é uma entidade criada pela Convenção Marco das Nações Unidas para a Mudança Climática para apoiar os países na transição para investimentos limpos e resilientes nesta área. A informação é da EFE. “Na semana passada, a junta tomou a decisão de aprovar quase US$ 350 milhões em financiamento climático para os países latino-americanos e isso alavanca mais de US$ 1 bilhão em co-financiamiento de outros projetos”, disse Bamsey na capital da Colômbia, durante o Primeiro Diálogo Estrutural do Fundo Verde do Clima. Segundo ele, os projetos que serão financiados impulsionarão os mercados para que haja uma maior eficiência energética “a nível de pequenas empresas e em escala industrial. Isto é muito importante para remover obstáculos e ter uma maior absorção comercial da forma mais econômica de energia”. Além disso, ele disse que a junta do GCF “comprometeu” recursos, sem precisar a cifra, para melhorar “a resiliência dos casos vulneráveis no Paraguai, o que vai ser feito promovendo práticas sustentáveis de terras, para poder ter uma produção bioenergética”, apontou. Bamsey acrescentou que após uma junta realizada na semana passada, o Fundo Verde do Clima se comprometeu a fortalecer projetos em nove países da América Latina: Peru, México, Guatemala, Equador, El Salvador, Argentina, Chile, Brasil e Paraguai. Por sua vez, o presidente colombiano, Juan Manuel Santos, avaliou o GCF como um “aliado determinante” para que os países latino-americanos possam mobilizar recursos adicionais para financiar projetos. AgBr (#Envolverde)

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Itália está sob uma forte onda de frio com nevascas em diversas regiões

A Itália foi castigada por uma onda de frio que provocou intensas nevascas em cidades como Roma e Nápoles, causando grandes problemas nos transportes e o fechamento de escolas, ao mesmo tempo que deixou paisagens espetaculares como na capital, com os conhecidos monumentos cobertos de neve. A onda de frio siberiano, que foi chamada de Burian, chegou no domingo (25) à Itália provocando nevascas no Norte e um frio intenso que chegou aos 20 graus Celcius (°C) negativos em algumas localidades e hoje alcançou o centro do país e Roma, onde não nevava com tanta intensidade desde 2012. Durante mais de oito horas nevou sobre Roma o suficiente para acumular vários centímetros de neve, o que provocou problemas na circulação urbana e também nas ferrovias, que registraram atrasos de várias horas e alguns cancelamentos. Também ocorreram atrasos nos aeroportos romanos de Fiumicino e Ciampino, locais que tiveram que fechar as pistas de pouso e decolagem por algumas horas para retirar a neve. Enquanto isso, também registraram cancelamentos voos de outros aeroportos do país com destino a Roma. Segundo a sociedade Aeroportos de Roma, a situação está voltando à normalidade. A rede metropolitana de Roma permanece aberta, mas a circulação de ônibus de transporte público foi reduzida e só circulam aqueles com rodas de inverno. Apesar das dificuldades do tráfego, os romanos e turistas estão desfrutando da incomum nevasca e da beleza dos monumentos da capital como o Coliseu e a praça de São Pedro, cobertos totalmente de branco. Durante a manhã, ocorreu uma reunião do comitê operativo da Proteção Civil para acompanhar a situação em Roma diante da onda de frio que pode durar pelo menos 36 horas. O Exército foi mobilizado para limpar ruas e estradas. Os colégios e universidades de Roma, bem como muitos escritórios públicos, permaneceram fechados. Os bombeiros tiveram que intervir para retirar árvores que caíram e bloquearam algumas estradas da cidade. Além de Roma, a onda de frio afetou também a região de Campania e a capital, Nápoles, que amanheceu com neve e o aeroporto de Capodicchino segue fechado, assim como os colégios de muitas cidades. Fonte AgBr (#Envolverde)

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Ilhas de Mallorca e Ibiza terão 100% de energia renovável até 2050

As ilhas de Mallorca e Ibiza, no Mar Mediterrâneo, terão até a metade do século fontes de energia 100% renováveis. O prazo é até 2050. A mudança faz parte da nova lei climática apresentada pelo governo regional das Ilhas Baleares em Palma de Mallorca, que prevê 10% de renováveis em 2020, 35% em 2030 e 100% em 2050. “Com esta lei, queremos tornar o que é frequentemente o nosso maior desafio – a nossa natureza como ilhas – numa oportunidade. Passar para 100% de energia e mobilidade limpas deve ser mais fácil aqui do que no continente, por isso é nossa responsabilidade começar a trabalhar para alavancar o avanço”, destacou Joan Groizard, diretora de energia no governo das Ilhas Baleares. “Esperamos que esta lei nos ajude a sermos reconhecido como um destino com baixas emissões de carbono, onde os turistas possam não só desfrutar de suas férias, mas também aprender algo que pode ser aplicado às suas próprias transições de energia”, acrescentou. Inspirada no UK Climate Change Act, a nova lei inclui detalhes interessantes, como a exigência de instalação fotovoltaica em estacionamentos com mais de 1000m2 de superfície até 2025, bem como a meta de 100% de veículos elétricos na frota de aluguel até 2035. Para Ramón Reus, presidente da AEVAB, a associação balear de empresas de aluguel de carros, “Se todos estivermos fazendo isso juntos, com o apoio do governo, apresentará uma boa imagem externa de nossas ilhas como um destino turístico verde”. (#Envolverde)

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Ilhas de Mallorca e Ibiza terão 100% de energia renovável até 2050

As ilhas de Mallorca e Ibiza, no Mar Mediterrâneo, terão até a metade do século fontes de energia 100% renováveis. O prazo é até 2050. A mudança faz parte da nova lei climática apresentada pelo governo regional das Ilhas Baleares em Palma de Mallorca, que prevê 10% de renováveis em 2020, 35% em 2030 e 100% em 2050. “Com esta lei, queremos tornar o que é frequentemente o nosso maior desafio – a nossa natureza como ilhas – numa oportunidade. Passar para 100% de energia e mobilidade limpas deve ser mais fácil aqui do que no continente, por isso é nossa responsabilidade começar a trabalhar para alavancar o avanço”, destacou Joan Groizard, diretora de energia no governo das Ilhas Baleares. “Esperamos que esta lei nos ajude a sermos reconhecido como um destino com baixas emissões de carbono, onde os turistas possam não só desfrutar de suas férias, mas também aprender algo que pode ser aplicado às suas próprias transições de energia”, acrescentou. Inspirada no UK Climate Change Act, a nova lei inclui detalhes interessantes, como a exigência de instalação fotovoltaica em estacionamentos com mais de 1000m2 de superfície até 2025, bem como a meta de 100% de veículos elétricos na frota de aluguel até 2035. Para Ramón Reus, presidente da AEVAB, a associação balear de empresas de aluguel de carros, “Se todos estivermos fazendo isso juntos, com o apoio do governo, apresentará uma boa imagem externa de nossas ilhas como um destino turístico verde”. (#Envolverde)

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Paris está sob uma grossa camada de neve

Um espesso manto branco cobriu as ruas e avenidas de Paris, onde muitos condutores bloqueados tiveram de abandonar os veículos durante a noite, conforme noticiou a agência de notícias francesa AFP. De acordo com a imprensa francesa, desde 1987 que não há registo de uma tempestade de neve desta dimensão. No total, segundo uma contagem oficial, mais de 1.500 pessoas passaram esta noite em centros de acolhimento, estações de comboios ou aeroportos na Ile-de-France. A companhia ferroviária francesa aconselhou os habitantes da região a adiarem seus deslocamentos e viagens. As autoestradas e serviços de ônibus ficaram paralisadas, mas o metrô funcionou com alguma dificuldades. Os voos nos aeroportos de Charles-de-Gaulle e de Orly estão, também, com graves perturbações e vários voos cancelados durante a noite e manhã. Vários outros pontos do país registam perturbações por causa da neve, principalmente no centro até a região nordeste. O instituto de meteorologia Météo-France manteve 25 departamentos em alerta laranja de neve e geada, pelo menos até meio do dia. Fonte: Sapo24 (#Envolverde)

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CDP e ICLEI se associam para criar relatórios climáticos das cidades.

O relato sobre mudanças climáticas para cidades e regiões de todos os tamanhos se tornará mais fácil. Foi na conferência climática da ONU em Bonn (COP23), que Paul Simpson do CDP e Gino Van Begin do ICLEI fizeram o importante anúncio de que o CDP e o ICLEI se associarão para apresentar uma plataforma unificada para o relatório climático das cidades. Como disse a ex-chefe de clima da ONU, Christiana Figueres, no anúncio: “Devido a isso, teremos dados robustos e padronizados em todas as cidades … o que dá confiança às cidades para saber o que estão fazendo, para que os investidores saibam no que estão investindo e … para que os governos nacionais compreendam realmente o quanto as cidades podem contribuir “. Ao simplificar os dois sistemas em um ponto de entrada centralizado, esperamos simplificar radicalmente a forma como as cidades reportam e melhor capacitá-las para acompanhar seus esforços para reduzir as emissões de gases de efeito estufa, construir a resiliência climática e proteger-se dos impactos climáticos. Então, o que esse anúncio significará para cidades respondentes? Enquanto os detalhes da parceria estão sendo finalizados nos próximos meses, a partir de 2019, a rede ICLEI de cidades e regiões reportará junto com as cidades membros da C40 na plataforma de reporte on-line do CDP. As cidades só terão que inserir seus dados uma vez, em uma plataforma. O ICLEI continuará a apoiar e a prestar assistência técnica aos governos locais, enquanto o CDP e o ICLEI usarão os dados declarados pelas cidades para fornecer uma análise robusta das ações que estão sendo tomadas por municípios em todo o mundo. Os dados e as análises continuarão a apoiar a mensagem de advocacy do ICLEI em sua capacidade como ponto focal dos Governos Locais e da Constituição das Autoridades Municipais (LGMA) na Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (UNFCCC). Isso significa que o ICLEI usará os dados para moldar e substanciar suas mensagens para as nações e agências das Nações Unidas para garantir que os compromissos, planos e atividades subnacionais sejam incorporados nas Contribuições Nacionalmente Determinadas (NDCs). Os governos municipais estão implementando cada vez mais políticas locais que reconhecem investimentos sustentáveis como essenciais para combater os riscos climáticos e desenvolver novos mercados, criar empregos e tornar suas cidades atraentes para viver e trabalhar. Vimos um aumento de 20 vezes no número de ações das cidades com relação às mudanças climáticas em apenas seis anos, e ao explorar uma rede mais ampla, esperamos construir com esse enorme impulso. A mudança do relato dessas ações em um só lugar também criará um hub centralizado para obter informações sobre o quais ações as cidades estão realizando. Isso não só ajudará os governos locais a gerenciar suas cidades para entender melhor as oportunidades disponíveis, mas fornecerá informações imprescindíveis para que os investidores se sintam confiantes nas suas decisões de financiamento. Enquanto isso, ao mostrar a base do apoio e as contribuições feitas para combater as mudanças climáticas em nossos principais centros urbanos e comunidades rurais, […]

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Lego antigo está entre os brinquedos mais tóxicos do mundo

O estudo da Universidade de Plymouth realizado em 200 brinquedos tipicamente encontrados em casas, lojas de segunda mão e instituições de creche, mostrou um quadro mais de perigoso. Ao testar nove elementos altamente tóxicos e venenosos, incluindo chumbo, bário, bromo, cromo e selênio veio a surpresa. Os tijolos Lego estavam entre os 20 brinquedos que tem as nove substâncias prejudiciais, que, se ingeridas em pequenas quantidades durante um longo período de tempo, podem ser prejudiciais a saúde. Os níveis dos elementos não cumprem os valores-limite da União Europeia, que só se aplicam aos brinquedos novos, e não aos de segunda mão. Os itens de plástico vermelho, amarelo e preto foram os piores culpados. Todos tem alta concentração de material nocivo. Os resultados do estudo acabam de ser publicados pela Environmental Science and Technology e, de acordo com seu autor, Dr. Andrew Turner, eles fazem uma leitura sombria para o fabricante dinamarquês de brinquedos. “Lego tijolos, por exemplo,  da década de 1970 e 80 são a grande falha neste processo de conter substância tóxicas”, disse ele à BBC. “Brinquedos naqueles dias não eram testados”.Fonte CPH Post(#Envolverde)

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Moscou está sob a maior nevasca da história

Caiu tanta neve em Moscou no fim de semana, que o presidente da Câmara da cidade russa já disse que foi a tempestade do século. Ao longo de 36 horas nevou a quantidade que se aguarda ao longo de um mês, informou a agência noticiosa Reuters. Desde que há registos científicos na capital da Rússia, não nevava com tanta intensidade. Uma pessoa morreu por sequência da queda de uma árvore sobre linhas elétricas e outras cinco ficaram feridas outros acidentes na cidade. Mais de duas mil árvores caíram devido ao peso da neve. O Exército russo enviou 100 militares, dois limpa-neves e um caminhão para ajudar nas operações de limpeza. Com temperaturas a rondar os 12 graus negativos, as crianças não tiveram aulas e os habitantes foram aconselhados a deixar os carros em casa e a viajarem de transportes públicos. Fonte: DN (#Envolverde)

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Toyota venda mais de 1,5 milhão de carros elétricos em 2017

A Toyota Motor Corporation anunciou  que atingiu um marco importante nas vendas anuais de veículos eletrificados em 2017 com mais de 1,52 milhão de unidades vendidas ao redor do mundo. “Em apenas 20 anos, vimos as vendas de novos veículos eletrificados aumentarem de 500 unidades para mais de 1,5 milhão”, disse Shigeki Terashi, vice-presidente executivo da Toyota Motor Corporation. “Isso é um atestado por parte de nossos clientes sobre a qualidade, durabilidade e confiabilidade dos nossos veículos eletrificados e, devido a eles, estabelecemos uma base sólida e sustentável para a produção em massa de um portfólio mais diversificado e avançado deste tipo de veículo.” O valor representa um aumento de 8% em relação ao último recorde estabelecido em 2016, marcando anos consecutivos de crescimento e realizando uma das metas do Desafio Ambiental da Toyota de 2050, vendendo mais de 1,5 milhão de veículos eletrificados em apenas um ano, três anos antes da meta original estabelecida para 2020. Além disso, vendas acumuladas de veículos eletrificados agora ultrapassam 11,47 milhões, representando uma redução de mais de 90 milhões de toneladas de CO2 comparado a vendas de veículos convencionais equivalentes. Desde a introdução do primeiro propulsor eletrificado comercialmente disponível no Prius no Japão em 1997, a Toyota tem trabalhado para melhorar a tecnologia como a base de seus esforços de eletrificação, tendo lançado seu primeiro veículo elétrico movido à célula de combustível, o Mirai, em 2014, a quarta geração do Prius em 2016 e a segunda geração do veículo elétrico plug-in Prius em 2017. A companhia vai continuar o desenvolvimento e a diversificação de veículos elétricos agora que ela volta seu olhar para incluir a produção em massa de veículos movidos a bateria elétrica a partir de 2020, começando na China e na Índia, seguindo para o Japão, Estados Unidos e Europa. A Toyota também tem como objetivo aumentar as vendas de veículos elétricos-híbridos para diminuir o CO2 de carros novos ao redor do mundo. (#Envolverde)

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