Crescem as leis para proteger o meio ambiente, mas há falhas graves de implementação, afirma novo relatório da ONU

Nairóbi, 24 de janeiro de 2019 – A primeira avaliação global do Estado de Direito Ambiental, divulgada nessa quinta-feira (24), mostra que embora o número de leis e agências ambientais tenha aumentado de forma exponencial em todo o mundo nas últimas… Continue Reading

A retirada das tropas dos EUA da Síria: do vazio da superpotência para o conflito regional por influência?

Por Pedro Guedes, Augusto Colório e Bruno lima Rocha*, do Jornal GGN –  Nos últimos três anos, a Guerra Civil síria, que até o momento caracterizava-se por um conflito regionalmente contido, no que se refere ao envolvimento dos vizinhos Estados nas hostilidades, tornou-se um conflito com a intervenção direta das principais potências do Sistema Internacional. Isso ocorreu com a intervenção de Rússia (e sua força expedicionária) e Estados Unidos (Cerca de 2000 Marines, em apoio à coalizão Curdo-Árabe contra o Estado Islâmico, DAESH, ISIS ou ISIL) no conflito, em que mesmo em lado a princípio, opostos, não chegaram a combater diretamente um contra o outro com suas forças regulares. A eleição de Donald Trump, em 2017, iniciou um novo prognóstico no conflito, já que os Estados Unidos, sob seu comando, mostravam-se cada vez mais inclinados a uma menor participação no conflito. Com a perda de território por parte do DAESH e o enfraquecimento do grupo (acrônimo de Estado Islâmico), Trump pressionava cada vez mais a cúpula militar do seu país (o Pentágono e seu Estado-Maior) para retirar os cerca de dois mil fuzileiros navais do país levantino. Como se sabe, a presença de soldados profissionais estadunidenses em terra é vista como presa, sendo a captura ou morte destes militares, um trunfo para as organizações inimigas e um custo político alto para a administração que os enviou. Em 19 de dezembro de 2018, os Estados Unidos anunciam a retirada de suas forças da Síria, em um movimento que chocou aliados e colocou uma série de pontos de interrogação sobre o conflito. Nesse breve artigo, gostaríamos de avaliar as consequências da ação dos EUA para os atores envolvidos e para o futuro da Guerra na Síria. Em um primeiro momento, a partir desse movimento, entendemos que os EUA perdem influência nos rumos do conflito, com Washington se colocando à margem das negociações políticas (como nas negociações de Astana, capital do Cazaquistão, que envolvem Rússia, Irã e Turquia apenas), e no desenvolvimento das ações em campo de combate, com apenas Rússia, Irã e Turquia (novamente), além de uma presença lateral de Arábia Saudita e Qatar, com forças regulares a aliados nativos agindo no país. Dessa forma, pode-se ponderar quais podem ser os efeitos da estratégia norte-americana para os atores envolvidos[1]. Entendemos que de todos os grupos implicados, quem fica mais vulnerável são as forças de autodefesa do Curdistão sírio[2] (também conhecida como Rojava), que com o apoio dos EUA, juntaram-se em coalizão com tribos árabes do Norte da Síria e demais grupos étnicos minoritários (como turcomenos, alevis, siríacos, caldeus e yázidis)  para formar as Forças Democráticas Sírias (SDF em inglês) e combater o DAESH, coisa que os grupos de autodefesa curdos YPG (Unidades de Proteção Popular) e YPJ ( Unidades de Proteção das Mulheres) faziam sozinhos desde 2014. Essa vulnerabilidade ocorre dado o fato de que o apoio dos EUA protegia os territórios curdos, (mais notadamente os cantões de Kobane, Jazira e as áreas adjacentes retomadas do DAESH ao longo dos últimos 4 anos, compondo […]

O post A retirada das tropas dos EUA da Síria: do vazio da superpotência para o conflito regional por influência? apareceu primeiro em Agência Envolverde.

Continue Reading

A retirada das tropas dos EUA da Síria: do vazio da superpotência para o conflito regional por influência?

Por Pedro Guedes, Augusto Colório e Bruno lima Rocha*, do Jornal GGN –  Nos últimos três anos, a Guerra Civil síria, que até o momento caracterizava-se por um conflito regionalmente contido, no que se refere ao envolvimento dos vizinhos Estados nas hostilidades, tornou-se um conflito com a intervenção direta das principais potências do Sistema Internacional. Isso ocorreu com a intervenção de Rússia (e sua força expedicionária) e Estados Unidos (Cerca de 2000 Marines, em apoio à coalizão Curdo-Árabe contra o Estado Islâmico, DAESH, ISIS ou ISIL) no conflito, em que mesmo em lado a princípio, opostos, não chegaram a combater diretamente um contra o outro com suas forças regulares. A eleição de Donald Trump, em 2017, iniciou um novo prognóstico no conflito, já que os Estados Unidos, sob seu comando, mostravam-se cada vez mais inclinados a uma menor participação no conflito. Com a perda de território por parte do DAESH e o enfraquecimento do grupo (acrônimo de Estado Islâmico), Trump pressionava cada vez mais a cúpula militar do seu país (o Pentágono e seu Estado-Maior) para retirar os cerca de dois mil fuzileiros navais do país levantino. Como se sabe, a presença de soldados profissionais estadunidenses em terra é vista como presa, sendo a captura ou morte destes militares, um trunfo para as organizações inimigas e um custo político alto para a administração que os enviou. Em 19 de dezembro de 2018, os Estados Unidos anunciam a retirada de suas forças da Síria, em um movimento que chocou aliados e colocou uma série de pontos de interrogação sobre o conflito. Nesse breve artigo, gostaríamos de avaliar as consequências da ação dos EUA para os atores envolvidos e para o futuro da Guerra na Síria. Em um primeiro momento, a partir desse movimento, entendemos que os EUA perdem influência nos rumos do conflito, com Washington se colocando à margem das negociações políticas (como nas negociações de Astana, capital do Cazaquistão, que envolvem Rússia, Irã e Turquia apenas), e no desenvolvimento das ações em campo de combate, com apenas Rússia, Irã e Turquia (novamente), além de uma presença lateral de Arábia Saudita e Qatar, com forças regulares a aliados nativos agindo no país. Dessa forma, pode-se ponderar quais podem ser os efeitos da estratégia norte-americana para os atores envolvidos[1]. Entendemos que de todos os grupos implicados, quem fica mais vulnerável são as forças de autodefesa do Curdistão sírio[2] (também conhecida como Rojava), que com o apoio dos EUA, juntaram-se em coalizão com tribos árabes do Norte da Síria e demais grupos étnicos minoritários (como turcomenos, alevis, siríacos, caldeus e yázidis)  para formar as Forças Democráticas Sírias (SDF em inglês) e combater o DAESH, coisa que os grupos de autodefesa curdos YPG (Unidades de Proteção Popular) e YPJ ( Unidades de Proteção das Mulheres) faziam sozinhos desde 2014. Essa vulnerabilidade ocorre dado o fato de que o apoio dos EUA protegia os territórios curdos, (mais notadamente os cantões de Kobane, Jazira e as áreas adjacentes retomadas do DAESH ao longo dos últimos 4 anos, compondo […]

O post A retirada das tropas dos EUA da Síria: do vazio da superpotência para o conflito regional por influência? apareceu primeiro em Agência Envolverde.

Continue Reading

Problemas ambientais de hoje provocados pela Segunda Guerra Mundial

Divulgação Universidade de Helsinque –  Um docente da Universidade de Helsinque lançou o primeiro levantamento internacional abrangente sobre a história ambiental da Segunda Guerra Mundial. Segundo o estudo, a Segunda Guerra Mundial foi um fator significativo no desenvolvimento de nossos atuais problemas ambientais globais A Segunda Guerra Mundial deixou marcas profundas no ambiente natural das zonas de guerra, frentes domésticas e áreas ocupadas pelas indústrias de guerra. A guerra global deixou lixo e ruínas por toda parte, consistindo de linhas de frente abandonadas, navios semi-afundados, bases vazias e cidades bombardeadas na Europa e na Ásia. “Ainda não terminamos de limpar esse lixo global, mesmo na Finlândia e particularmente na Lapônia, em ambos os lados da fronteira leste, bem como nas ilhas do Golfo da Finlândia, que foram concedidos à União Soviética”, diz Simo. Laakkonen , docente da história econômica e social, que é um dos autores da publicação. A guerra foi travada com pás, enxadas e tratores, não apenas com armas. Soldados, prisioneiros de guerra e trabalhadores forçados em todo o mundo construíram estradas, ferrovias, portos e aeroportos que trouxeram espécies invasoras e poluição industrial para áreas novas e intocadas. A Segunda Guerra Mundial foi um enorme evento, uma tragédia humana na qual 50 a 70 milhões de pessoas perderam suas vidas. Armas nucleares são o maior risco A Guerra Mundial contribuiu para o desenvolvimento de nossos atuais problemas ambientais globais, que incluem a química da produção industrial, a adoção de toxinas ambientais e a precipitação nuclear. “A ameaça ambiental mais grave com o maior impacto foi, obviamente, o desenvolvimento de armas nucleares.” Antes da Segunda Guerra Mundial, por exemplo, o controle de pragas baseava-se principalmente em métodos naturais. Durante a guerra, esses métodos foram gradualmente abandonados e o DDT e outras toxinas foram adotadas primeiro para combater as pulgas que espalham a febre maculosa e os mosquitos espalhando a malária, e depois para combater pragas agrícolas como os besouros. Política ambiental motivada por medos apocalípticos A guerra gerou preocupação com um apocalipse causado por humanos, o que levou em parte à geração de política ambiental internacional. “A Guerra Mundial teve um forte impacto na cultura. Criou um fenômeno completamente novo, o catastrofismo ambiental, significando a preocupação de que os humanos trarão o fim do mundo. Desde então, isso se tornou uma parte permanente da discussão ambiental ”, afirma Laakkonen. De acordo com o estudo, a guerra global teve um impacto profundo no desenvolvimento de nossos problemas ambientais contemporâneos e de suas soluções propostas, durante e após a Guerra Fria. O novo livro, The Long Shadows: Uma História Ambiental Global da Segunda Guerra Mundial, discute o impacto da infraestrutura construída para apoiar a ação militar no Ártico, no subcontinente indiano e no Pacífico. Ele também examina as conseqüências da produção de matéria-prima para o esforço de guerra no Canadá, Japão, México e Caribe, bem como as crises alimentares resultantes da guerra na África, na União Soviética e na China. O livro foi publicado pela Oregon State University Press: https://osupress.oregonstate.edu/book/long-shadows . O novo livro, editado por Simo Laakkonen, da Faculdade de Ciências Sociais […]

O post Problemas ambientais de hoje provocados pela Segunda Guerra Mundial apareceu primeiro em Agência Envolverde.

Continue Reading

Problemas ambientais de hoje provocados pela Segunda Guerra Mundial

Divulgação Universidade de Helsinque –  Um docente da Universidade de Helsinque lançou o primeiro levantamento internacional abrangente sobre a história ambiental da Segunda Guerra Mundial. Segundo o estudo, a Segunda Guerra Mundial foi um fator significativo no desenvolvimento de nossos atuais problemas ambientais globais A Segunda Guerra Mundial deixou marcas profundas no ambiente natural das zonas de guerra, frentes domésticas e áreas ocupadas pelas indústrias de guerra. A guerra global deixou lixo e ruínas por toda parte, consistindo de linhas de frente abandonadas, navios semi-afundados, bases vazias e cidades bombardeadas na Europa e na Ásia. “Ainda não terminamos de limpar esse lixo global, mesmo na Finlândia e particularmente na Lapônia, em ambos os lados da fronteira leste, bem como nas ilhas do Golfo da Finlândia, que foram concedidos à União Soviética”, diz Simo. Laakkonen , docente da história econômica e social, que é um dos autores da publicação. A guerra foi travada com pás, enxadas e tratores, não apenas com armas. Soldados, prisioneiros de guerra e trabalhadores forçados em todo o mundo construíram estradas, ferrovias, portos e aeroportos que trouxeram espécies invasoras e poluição industrial para áreas novas e intocadas. A Segunda Guerra Mundial foi um enorme evento, uma tragédia humana na qual 50 a 70 milhões de pessoas perderam suas vidas. Armas nucleares são o maior risco A Guerra Mundial contribuiu para o desenvolvimento de nossos atuais problemas ambientais globais, que incluem a química da produção industrial, a adoção de toxinas ambientais e a precipitação nuclear. “A ameaça ambiental mais grave com o maior impacto foi, obviamente, o desenvolvimento de armas nucleares.” Antes da Segunda Guerra Mundial, por exemplo, o controle de pragas baseava-se principalmente em métodos naturais. Durante a guerra, esses métodos foram gradualmente abandonados e o DDT e outras toxinas foram adotadas primeiro para combater as pulgas que espalham a febre maculosa e os mosquitos espalhando a malária, e depois para combater pragas agrícolas como os besouros. Política ambiental motivada por medos apocalípticos A guerra gerou preocupação com um apocalipse causado por humanos, o que levou em parte à geração de política ambiental internacional. “A Guerra Mundial teve um forte impacto na cultura. Criou um fenômeno completamente novo, o catastrofismo ambiental, significando a preocupação de que os humanos trarão o fim do mundo. Desde então, isso se tornou uma parte permanente da discussão ambiental ”, afirma Laakkonen. De acordo com o estudo, a guerra global teve um impacto profundo no desenvolvimento de nossos problemas ambientais contemporâneos e de suas soluções propostas, durante e após a Guerra Fria. O novo livro, The Long Shadows: Uma História Ambiental Global da Segunda Guerra Mundial, discute o impacto da infraestrutura construída para apoiar a ação militar no Ártico, no subcontinente indiano e no Pacífico. Ele também examina as conseqüências da produção de matéria-prima para o esforço de guerra no Canadá, Japão, México e Caribe, bem como as crises alimentares resultantes da guerra na África, na União Soviética e na China. O livro foi publicado pela Oregon State University Press: https://osupress.oregonstate.edu/book/long-shadows . O novo livro, editado por Simo Laakkonen, da Faculdade de Ciências Sociais […]

O post Problemas ambientais de hoje provocados pela Segunda Guerra Mundial apareceu primeiro em Agência Envolverde.

Continue Reading

Problemas ambientais de hoje provocados pela Segunda Guerra Mundial

Divulgação Universidade de Helsinque –  Um docente da Universidade de Helsinque lançou o primeiro levantamento internacional abrangente sobre a história ambiental da Segunda Guerra Mundial. Segundo o estudo, a Segunda Guerra Mundial foi um fator significativo no desenvolvimento de nossos atuais… Continue Reading

Falaj Hili: Redefinindo os Sistemas de Irrigação da Água na Região

AL AIN, 7 de novembro de 2018 (WAM) – A Secretaria de Cultura e Turismo de Abu Dhabi descobriu um dos mais antigos sistemas de aquedutos da região de Hili, em Al Ain, que remonta à Idade do Ferro. “Falaj Hili 15”, ou o Hili Aqueduct 15, é considerado uma descoberta importante, pois fornece aos historiadores e arqueólogos uma nova compreensão sobre os habitantes da região e seus assentamentos, que se pensava inicialmente terem datado de 700 aC. Essa descoberta foi corroborada com a escavação de fragmentos de cerâmica espalhados pelo local do Falaj, datados de 1200 aC, evidência de populações de assentamento na região. As escavações começaram em 1983 e continuaram por seis anos, terminando em 1989. O Hili Falaj é um sistema de aqueduto de design intrincado que permite a distribuição de água de áreas montanhosas para regiões habitadas. O abastecimento de água fornecido através do aqueduto ajudou a fornecer valiosos recursos de água doce para beber e irrigação agrícola. O sistema Falaj é dividido em várias seções, que começa com um aquífero subterrâneo localizado perto de uma área montanhosa e é a principal fonte de água. O aquífero conecta-se a uma série de túneis subterrâneos, que levam a canais no nível da superfície que permitem o fluxo de água doce até o ponto de acesso principal, também conhecido como ‘Shari’a’, levando a uma cisterna aberta da qual a água é depois alocados por meio de mecanismos e sistemas administrativos aplicados durante esse período. Os aquedutos dependem de um aquífero subterrâneo, ou fonte de água, disse ele, acrescentando que os canais subterrâneos permitem a passagem de água para túneis na superfície, que transportam água para uma Shari’a, que leva a uma cisterna aberta. Este principal ponto de acesso permite que a água seja alocada aos habitantes e agricultores para irrigação e desenvolvimento agrícola. O chefe da Divisão de Arqueologia Al Ain do DCT Abu Dhabi, Ali Abdulrahman Al Meqbali, disse: “Os aquedutos ajudaram a mudar o curso da ocupação humana. Inicialmente, os habitantes estavam espalhados em áreas montanhosas, porque durante a Idade do Bronze os indivíduos dependiam de poços para seus recursos hídricos. No entanto, com o advento dos aquedutos, os padrões de ocupação mudaram e os habitantes se dispersaram durante a Idade do Ferro. Isso também teve um impacto nos padrões de produção de itens de silte e argila, incluindo jarros de cerâmica usados ​​para armazenamento de grãos, bem como sistemas em desenvolvimento que permitiam gerenciar a alocação de água através do Edifício Falaj”, concluiu. (#Envolverde)

O post Falaj Hili: Redefinindo os Sistemas de Irrigação da Água na Região apareceu primeiro em Agência Envolverde.

Continue Reading

Projetos do Fundo de Energia Renovável dos Emirados Árabes e Caribe em andamento

ABU DHABI, 7 de novembro de 2018 (WAM) – Anunciado ontem no Ministério das Relações Exteriores e Cooperação Internacional dos Emirados Árabes Unidos (MOFAIC) que os três primeiros projetos de energia renovável do Fundo de Energia Renovável dos Emirados Árabes Unidos-Caribe (US $ 50 milhões) estão em andamento nas Bahamas, Barbados e São Vicente e Granadinas. Totalmente financiado pelo Fundo de Desenvolvimento de Abu Dhabi (ADFD), a UAE-CREF é a maior iniciativa de energia renovável do gênero no Caribe, representando uma parceria entre a MOFAIC, ADFD e Masdar, o gerente de projetos e líder de implementação. Os três projetos, projetados pela Masdar com os respectivos governos nacionais, devem entrar em operação até o primeiro trimestre de 2019. Na esteira dos furacões Irma e Maria, os projetos também estão sendo construídos para elevar os padrões de tempestades e estão localizados em áreas menos expostas. Nas Bahamas, uma usina fotovoltaica de 900 quilowatts no estádio nacional também servirá como uma garagem com estações de carregamento de veículos elétricos (EV). Como o primeiro projeto de energia solar em grande escala do país, ele estabelece um precedente regulatório para novas usinas de energia renovável para alimentar a rede. Em Barbados, o projeto tem dois elementos; uma garagem de energia solar fotovoltaica de 350 quilowatts também com estações de carregamento EV e uma usina fotovoltaica de 500 quilowatts montada no solo. Ambos os projetos estão sendo construídos em parceria com a Autoridade da Água de Barbados. Em São Vicente e Granadinas, o projeto estabelece um forte precedente para o uso de energia renovável para reduzir os custos de energia em suas ilhas exteriores. Em construção na Union Island, a usina solar fotovoltaica de 600 quilowatts está conectada a uma bateria de lítio-íon de 500 quilowatts / hora e deverá suprir todas as necessidades de energia diurna da ilha. Os custos de energia da Union Island são atualmente quase 50% mais altos que os da ilha principal de São Vicente. A produção combinada das usinas solares será de 2,35 megawatts. Coletivamente, eles conseguirão uma economia de diesel de mais de 895.000 litros por ano, enquanto deslocam mais de 2,6 milhões de toneladas de dióxido de carbono por ano. Isso representa uma economia anual de diesel de pelo menos US $ 1,1 milhão. Um dos objetivos adicionais do Fundo é promover a capacitação local, incluindo treinamento e oportunidades de emprego, com vistas a promover a igualdade de gênero. O gerente e o engenheiro-chefe dos projetos são mulheres e as mulheres representarão pelo menos um terço (30%) do pessoal contratado pelos contratados do EPC responsáveis ​​pelos novos projetos de energia renovável. A UAE-CREF pretende implantar projetos de energia renovável em 16 países do Caribe nos próximos três anos para ajudar a reduzir a dependência das importações de combustíveis fósseis, estimular a atividade econômica e melhorar a resiliência às mudanças climáticas. Dois projetos no primeiro ciclo do fundo – em Antígua e Barbuda e Dominica – estão sendo reconfigurados no rescaldo da temporada de furacões de 2017. O segundo […]

O post Projetos do Fundo de Energia Renovável dos Emirados Árabes e Caribe em andamento apareceu primeiro em Agência Envolverde.

Continue Reading