Ecobreves – AMÉRICA LATINA: Pedidos reforços para proteger baleias
Cerca de 20 organizações latino-americanas que trabalham na conservação de cetáceos pediram o retorno da Venezuela à Comissão Baleeira Internacional (CBI).

Cerca de 20 organizações latino-americanas que trabalham na conservação de cetáceos pediram o retorno da Venezuela à Comissão Baleeira Internacional (CBI).
Cientistas mexicanos temem que a tartaruga cabeçuda (Caretta caretta), que atravessa o Oceano Pacífico entre as costas asiática e americana, sofra os efeitos do desastre nuclear do Japão.
Os blocos de concreto ganham maior resistência quando a eles se acrescenta fibras de sisal, uma espécie de agave (Agave sisalana), segundo pesquisa feita pela Escola de Engenharia de São Carlos, da Universidade de São Paulo (USP).
Deixar a palha da cana-de-açúcar colhida no solo reduz a emissão de carbono, conforme comprovaram pesquisadores da Universidade Estadual Paulista após compararem dois tipos de colheita, mecanizada e manual com queimada prévia dos canaviais.
Cuba quer aumentar este ano para 40 mil toneladas a produção de carvão de marabu (Dichorostachys cinerea), planta estrangeira que proliferou até há pouco tempo nos campos, para exportar para a Europa, segundo fontes oficiais confirmaram ao Terramérica.
Meio milhão de andorinhas-do-campo (Progne tapera fusca) provenientes do Sul argentino chegam em abril, maio e junho a Ciudad Guayana, às margens do venezuelano baixo Rio Orenoco, e estabelecem seu “quartel general” em 18 ceibas da central Praça das Ciências.
O governo local de San Pedro Sula, a 250 quilômetros da capital hondurenha, administra a venda de créditos de carbono para financiar a preservação da montanha de El Merendón, o principal pulmão ambiental da cidade.
Uma organização ambientalista da Argentina divulgou um plano de ação social para o caso de acidente nuclear para que seja adotado por Argentina, Chile, Uruguai e Paraguai.
A Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (USP) desenvolveu uma nova técnica para fazer nanotubos de carbono, mais finos do que um fio de cabelo, usando os gases gerados com a queima do bagaço da cana-de-açúcar.
Mais de 33 mil metros quadrados de vegetação parasita foram retiradas no último mês das águas do paradisíaco Lago de Yojoa, no Oeste de Honduras.