O forte verão, as férias e a necessidade de entrar na água seja onde for, dispararam o alarme em Cuba, onde o afogamento constitui a terceira causa de mortes por acidente. “A maioria dos falecimentos não ocorre em áreas de banho, mas em outras não destinadas a esse uso”, disse ao Terramérica Luis Enrique Calero, da Cruz Vermelha Cubana.
“Os afogamentos quase sempre acontecem por violação das normas de segurança e descuido com as crianças. Os homens, sobretudo os adolescentes, são muito vulneráveis porque sentem a necessidade de provar os “três C”: coragem, combatividade criatividade”, acrescentou.
Os salvamentos feitos pelo serviço de segurança aquática dessa organização humanitária chegaram a 5.575 no ano passado. Em Cuba morreram 282 pessoas vítimas de afogamento, 255 homens e 27 mulheres.

