A prefeitura da cidade chilena de Temuco voltou atrás em seu projeto de construir um novo aterro sanitário, criticado por comunidades mapuches e pela estatal Universidade da Fronteira. Cerca de oito comunidades indígenas da localidade de Rucamanque reclamam que o aterro, que ficaria dentro de um terreno da empresa Florestal Mininco, contaminaria um curso de água que elas utilizam.
O prefeito Francisco Huenchumilla informou que retirará o plano do Sistema de Avaliação de Impacto Ambiental.
“As comunidades estão muito contentes, já que é a primeira vez que são ouvidas e que conseguem deter um projeto antes que comece a ser executado”, disse ao Terramérica Alejandra Parra, da não-governamental Rede de Ação pelos Direitos Ambientais.

